Mais uma diferença: antigamente ninguém queria um diesel para nada que não fosse "trabalho". Aquilo nem andava, mesmo no tempo dos "carros leves" era uma arrastadeira []
Actualmente as coisas inverteram-se, e as pessoas, na sua generalidade, não querem saber de carros a gasolina. Nesse aspecto, os comerciais tiveram uma evolução oposta à dos carros a gasolina de 5 lugares porque, embora tenham sofrido da mesma "engorda", viram os seus motores sofrer aumentos brutais de rendimento.
Eu estou farto de "apregoar" que os carros estão a seguir o caminho errado no que toca ao peso: busca-se o conforto, a preguiça, as engenhocas, e os carros ficam balofos de tonelada e meia (que dantes raramente passavam os 1000Kg). Depois os motores não chegam para as mesmas performances, e o peso a mais estraga a dinâmica e obriga a que levem com ABS's, ESP's, ASR's, VDC's, etc... E isso é mais peso.
Felizmente algumas pessoas começaram a abrir a pestana, e já vamos vendo uma aposta gradualmente crescente nos materiais leves, como no novo Audi TT, por exemplo. E é aí que devem investir.
Mesmo para os que procuram uma maior segurança, um carro mais leve é sempre mais seguro no domínio da segurança activa. Tem menos inércia, é preciso menos esforço para o travar, para o locomover, curva melhor, é menos propenso a "ir em frente", etc...
Do tipo:
Laguna III pesa menos 15 kgs do que o Laguna II, sendo maior!