O Irão e Blair...

O que pensam as minorias ou maiorias, prós ou contra, homens ou mulheres, não sei. E suponho que poucos o sabem.

O que me parece razoável, à luz daquilo que tem sido a realidade histórica e o que se pretende atingir em cada povo, como nação, é a respeitabilidade dos outros. Funcionamos assim como indivíduos, continuamos a funcionar assim como sociedade.

O que o Irão pretende é ser tratado com o respeito que entende que merece. Aqui quem tem de ceder um pouco, são as nações ocidentais que colocaram o Irão como nãção subalterna e desprovida de vontade própria.

Deixem lá o Irão em paz e deixem-no ter o protagonismo que pretende. É normal que isso suceda. Não tem nada a ver com fundamentalismos e radicalismos.

Se em vez de armarem uns contra os outros e chorarem lágrimas de crocodilo sobre as centenas de milhares de vítimas, o ocidente tivesse outra postura, muita gente estaria feliz neste momento.

E o melhor modo de começar é deixar o Irão, Síria e Iraque entenderem-se sobre o futuro da região. Já são crescidinhos. [:cool:]
 
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"Buenos Aires aposta na diplomacia para recuperar Malvinas a Londres

No dia em que Grã-Bretanha e Argentina assinalam os 25 anos dos combates pelas ilhas do Atlântico Sul que Londres chama Falkland e Buenos Aires designa como Malvinas, foi conhecido que o Governo do Presidente Nestor Kirchner desencadeou uma série de iniciativas para fazer valer os direitos do seu país sobre aqueles territórios.

Os media argentinos revelaram nas edições dos últimos dias que Kirchner prossegue uma ofensiva diplomática junto da ONU e do seu secretário-geral, Ban Ki-moon, para que a organização apoie Buenos Aires na intenção de reabrir negociações sobre a soberania das ilhas. Kirchner já deu a entender que os acordos de 1990 com a Grã-Bretanha, reatando as relações diplomáticas entre os dois Estados, poderão ser revistos a qualquer momento.

No final da semana, o Governo argentino anunciou a aplicação de sanções a empresas petrolíferas que têm contratos de exploração nas Falkland. Antes suspendera a cooperação petrolífera com Londres consagrada num acordo de 1995.

No Reino Unido, sondagens divulgadas nos últimos dias indicam que a maioria continua a considerar acertada a decisão da então chefe do Governo Margaret Thatcher de responder militarmente à invasão argentina. Apesar do estado de espírito detectado nas sondagens, as comemorações britânicas "não serão triunfalistas", disse ontem o ministro dos Veteranos, Derek Twigg. E a responsável dos Negócios Estrangeiros, Margaret Beckett, declarou ontem que o seu Governo "lamenta a perda de vidas humanas nos dois lados" e "deseja uma relação construtiva com a Argentina".

A guerra de há 25 anos iniciou-se com uma operação militar argentina para recuperar o arquipélago ocupado pelos britânicos desde 1833. A junta militar, então no poder em Buenos Aires, utilizou esta questão como pretexto de afirmação regional e para garantir o acesso e o controlo a áreas na vizinhança do arquipélago ricas em hidrocarbonetos. ACM Com agências"

Em
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http://dn.sapo.pt/2007/04/02/internacional/buenos_aires_aposta_diplomacia_para_.html

Assim talvez lá cheguem[;)]
 
O mundo viu a diplomacia (mentirosa...) de que os EUA e aliados se serviram no caso do Iraque... Vai daí ficaram desconfiados...
 
"Irão


Situação dos marinheiros pode estar perto de ser resolvida

A televisão iraniana disse hoje que detectou uma mudança na atitude britânica que pode ajudar a resolver o caso dos marinheiros ingleses que estão detidos no Irão.
“Parece que o Reino Unido mudou a usa posição nos últimos dias em relação a factos que não podem ser negados”. Eram estes os comentários que acompanhavam a emissão de novas imagens dos marinheiros.

“Se continuarmos por este caminho, podemos esperar que este assunto seja resolvido num processo bilateral”, acrescentaram.

A questão que tem estado no centro das divergências entre os dois países é a localização dos militares na altura em que eles foram detidos.

Enquanto o Irão acusa os militares de estarem em águas iranianas, os britânicos insistem que eles se encontravam em águas iraquianas, a desenvolver uma missão da ONU.

O Governo britânico não reagiu a esta notícia, mas um porta-voz do Primeiro-ministro, Tony Blair, disse que “os iranianos conhecem a posição” do Reino Unido e que “peças da televisão do Estado não a vão afectar”.

Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=202479
 
"Irão

Norte-americano desaparecido

Os Estados Unidos estão a exigir ao Irão que dê informações sobre um cidadão norte-americano desaparecido no país há várias semanas.

Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, quer a família quer o patrão do cidadão confirmam o desaparecimento e, por isso, os norte-americanos querem esclarecimentos.

A “ponte” entre Washington e Teerão, que não têm relações diplomáticas, vai ser feita por diplomatas suíços."



Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=202472

Bem esperemos que isto não seja um rastilho de pólvora...
 
"Irão

Norte-americano desaparecido

Os Estados Unidos estão a exigir ao Irão que dê informações sobre um cidadão norte-americano desaparecido no país há várias semanas.

Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, quer a família quer o patrão do cidadão confirmam o desaparecimento e, por isso, os norte-americanos querem esclarecimentos.

A “ponte” entre Washington e Teerão, que não têm relações diplomáticas, vai ser feita por diplomatas suíços."



Em http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=54&ContentId=202472

Bem esperemos que isto não seja um rastilho de pólvora...

Os iranianos lá devem ter dtetectado um espião infiltrado no país, e agora os EUA andam à procura de um «civil amoroso»!...[:)]
 
Independent:Ataque dos EUA causou crise entre Teerão e Londres
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O verdadeiro motivo da crise originada pela detenção de 15 militares britânicos nas águas do golfo Pérsico a 23 de Março foi uma tentativa fracassada do governo norte-americano de sequestrar um general e um diplomata iranianos em visita ao norte do Iraque, noticiou hoje o jornal Independent.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=270173
 
Irão concede, como um presente ao povo britânico, o perdão e a libertação dos 15 marinheiros britânicos detidos por Teerão nas águas do Golfo Pérsico.

Ahmadinejad pediu ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, que «não os castigue (aos marinheiros) por terem dito a verdade».

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=270330
 
Última edição:
"Presidente iraniano encontrou-se com soldados
Militares britânicos só amanhã deixam o Irão
04.04.2007 - 16h57 AFP, Reuters

Os 15 militares britânicos amnistiados pelo Presidente iraniano vão sair do país apenas amanhã, anunciou um conselheiro de Mahmoud Ahmadinejad.

“Vão deixar amanhã o Irão, através do aeroporto de Mehrabad”, na capital iraniana, revelou o responsável, não adiantando qual será o destino do voo.

A Reuters adianta que o grupo vai ser levado para a embaixada britânica em Teerão, onde irá aguardar autorização para embarcar, ao que tudo indica na manhã de amanhã.

Entretanto, a televisão iraniana divulgou imagens de um encontro entre Ahmadinejad e alguns dos militares britânicos.

As imagens da cerimónia, que terá decorrido num local próximo da conferência de imprensa em que Ahmadinejad anunciou a libertação dos britânicos, mostram o Presidente iraniano, sorridente, a cumprimentar os militares, que envergavam roupas civis. Nas imagens, é também possível ver Faye Turney, a única mulher do grupo, de lenço azul na cabeça.

“Estou contente por o encontrar. Estamos muito agradecidos por esta amnistia”, terá dito um dos militares, segundo a tradução divulgada pela televisão iraniana. Na resposta a outro militar, Ahmadinejad brincou com os britânicos, dizendo que a sua passagem por Teerão “foi uma viagem forçada”.

O Presidente iraniano anunciou ao início da tarde a libertação aos 15 militares, depois de amnistiados pela alegada intrusão em águas iranianas, numa decisão que apresentou como sendo uma "prenda" ao povo britânico.

Apesar do anúncio, Ahmadinejad não poupou críticas a Londres, dizendo-se "entristecido" pelo facto de as autoridades britânicas não terem sido "suficientemente corajosas" para admitirem que erraram.

Depois da subida de tom entre as duas capitais, assistiu-se nos últimos dois dias a um desanuviamento da tensão e ambos os países sublinharam que pretendiam resolver este assunto através da diplomacia. Um alto responsável da Marinha britânica terá viajado até Teerão para facilitar as negociações diplomáticas.

No entanto, nenhum dos países recuou em relação ao posicionamento dos militares no momento em que eles foram detidos. O Governo de Blair garante que as lanchas rápidas foram interceptadas quando inspeccionavam um cargueiro suspeito de contrabando em águas iraquianas, numa missão autorizada pela ONU. Teerão insiste que os militares foram capturados depois de terem violado a fronteira marítima iraniana e apresentaram vídeos em que os detidos confessavam o erro."

Em http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1290266&idCanal=18
 
getimage.asp

04-04-2007 - 18:05
A liberdade ao 13º dia
Treze dias depois de terem sido capturados pela Marinha iraniana, no norte do golfo Pérsico, os 15 militares britânicos foram hoje libertados. Depois de amnistiados, os soldados foram recebidos pelo Presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad. Foto: Morteza Nikoubaz/Reuters

Em www.publico.clix.pt
 
Esse Ahmadinejad é um castiço.

Por vezes ponho-me a pensar que para um País com a história e as ambições do Irão se será a pessoa certa.

E depois lembro-me do presidente dos USA... [:cool:]
 
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