Tópico das Casas

No ano passado o CEO do Millenium BCP já tinha dito exactamente o mesmo: Renegociar créditos habitação põe famílias em risco — idealista/news​

mas só por querer renegociar o spread ?

pediram-me IRS modelo 3, nota de liquidação, recibos de vencimento, declarações patronais do vínculo laboral, apólices de seguro...

tudo para baixar de 1% de spread na CGD

tenho neste momento o caso entregue ao Dr Finanças, para encontrarem o melhor banco para o meu caso, para poupar a médio/longo prazo

eu não estou aflito, longe disso, como me podem marcar ?!
 
"Marcar" é uma palavra muito forte. Significa apenas que, como em tudo, fica registado todo o histórico de relacionamento com o banco. Se o cliente vai ao banco pedir um desconto no spread porque está com dificuldade para pagar a prestação com certeza que não está à espera que banco ignore essa informação no futuro, e que por exemplo não a leve em linha de conta se o cliente for lá mais tarde pedir um crédito para um carro.
Outra coisa bem diferente é essa informação ser reportada à central de responsabilidades de crédito do banco de Portugal como crédito reestruturado. Isso, creio, não deve acontecer. Uma coisa é intervir num crédito que já anda com prestações em atraso e tem que ser reestruturado. Ou coisa bem diferente é antecipar dificuldades e renegociar condições. Aliás, mesmo tecnicamente uma re-estruturação e uma renegociação são coisas diferentes.
 
"Marcar" é uma palavra muito forte. Significa apenas que, como em tudo, fica registado todo o histórico de relacionamento com o banco. Se o cliente vai ao banco pedir um desconto no spread porque está com dificuldade para pagar a prestação com certeza que não está à espera que banco ignore essa informação no futuro, e que por exemplo não a leve em linha de conta se o cliente for lá mais tarde pedir um crédito para um carro.
Outra coisa bem diferente é essa informação ser reportada à central de responsabilidades de crédito do banco de Portugal como crédito reestruturado. Isso, creio, não deve acontecer. Uma coisa é intervir num crédito que já anda com prestações em atraso e tem que ser reestruturado. Ou coisa bem diferente é antecipar dificuldades e renegociar condições. Aliás, mesmo tecnicamente uma re-estruturação e uma renegociação são coisas diferentes.

Não acontece esse reporte. Foi esclarecido, penso eu
 
Leva as propostas do dr. FINANCAS ao teu banco actual e dizes que tens melhores ofertas na concorrencia mas por cordialidade dás a oportunidade antes de mudar, do banco oferecer uma contra proposta caso tenha interesse em te manter como cliente. Assim tens melhoria de condições sem qualquer tipo de "marcação de cadastro" ou algo similar....
 
Os bancos têm contratos. Não são santos. Não vão perder dinheiro.
O que interessa é empurrar o pagamento mais para a frente para o governo ficar bem visto.
O resto é paisagem.

Quem quiser melhorar as condições é negociar para mudar de banco.
 
Leva as propostas do dr. FINANCAS ao teu banco actual e dizes que tens melhores ofertas na concorrencia mas por cordialidade dás a oportunidade antes de mudar, do banco oferecer uma contra proposta caso tenha interesse em te manter como cliente. Assim tens melhoria de condições sem qualquer tipo de "marcação de cadastro" ou algo similar....


já tenho o meu caso entregue ao Dr. Finanças

vão-me ligar na próxima quarta-feira, dia 27 já com propostas concretas

eles têm muito poder negocial

e ameacei a CGD, e disse-lhes mesmo isso

disseram que iam responder o mais brevemente possível

eu cago-me para o Paulo Macedo, quero é poupar a médio/longo prazo, não preciso de esmolas
 
Última edição:
foi este último email em baixo que enviei para a CGD, após meses a tentar renegociar o Spread

embirraram com o seguro multirriscos, cansei-me.....por isso entreguei o meu caso ao Dr Finanças



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Ao cuidado da consultora Vera XXXX

bom dia

em resposta ao seu último email sobre o seguro multiriscos, venho esclarecer o seguinte :

1) sobre a morada do imóvel de garantia

quando foi efectuado o empréstimo não havia nome para o arruamento/urbanização nova

a morada correcta e verdadeira é :

Prct. Forte da XXXX XXXX, Lote 1, 1XXX
XXXX-XXX F------

conforme se anexa na caderneta predial

2) valor de reconstrução

este valor é algo tabelado pelo estado, não vou fazer um seguro nem para cima e nem para baixo

visto que o seguro vai ser renovado em 2/11 eu já contactei a Fidelidade para ver se existem valores desatualizados

em suma tenho a dizer o seguinte :

primeiro eu não vou mudar a minha morada verdadeira

segundo se o valor seguro é inferior eu vou verificar isso com a Fidelidade para ajustar segundo a lei se for caso disso

entretanto, eu também contactei o DoutorFinanças, o meu objectivo é poupar
a médio longo prazo

devendo 90.000, e a casa no mercado a valer mais de 300.000, e o meu agregado mesmo com taxas de 5% ter uma taxa de esforço baixa, devo ter algum poder negocial em algum outro banco

claro que não são críticas aos consultores, é aos de topo​
 
Última edição:
estava a ver aqui notícias sobre a habitação, e fiquei parvo com as palavras do Paulo Macedo

eu não sabia disto, vocês sabiam ???

disse ele, e paço a citar :


"...mexer em taxas ou spreads obriga a "marcar" clientes pelo que não o vão fazer...."


ou seja, eu que pedi renegociação do Spread fico marcado ?!?!?!?!?!


https://www.idealista.pt/news/imobi...-000-creditos-habitacao-e-estuda-mais-medidas
Podem marcar à vontade. Eu também costumo marcar os bancos, pelo que é recíproco.
 
"Marcar" é uma palavra muito forte. Significa apenas que, como em tudo, fica registado todo o histórico de relacionamento com o banco. Se o cliente vai ao banco pedir um desconto no spread porque está com dificuldade para pagar a prestação com certeza que não está à espera que banco ignore essa informação no futuro, e que por exemplo não a leve em linha de conta se o cliente for lá mais tarde pedir um crédito para um carro.
Outra coisa bem diferente é essa informação ser reportada à central de responsabilidades de crédito do banco de Portugal como crédito reestruturado. Isso, creio, não deve acontecer. Uma coisa é intervir num crédito que já anda com prestações em atraso e tem que ser reestruturado. Ou coisa bem diferente é antecipar dificuldades e renegociar condições. Aliás, mesmo tecnicamente uma re-estruturação e uma renegociação são coisas diferentes.
Podes negociar e reestruturar sem ter nenhuma dificuldade. A marcação não vale nada. Vão registar que o cliente pediu negociação? Negociar é o qur acontece em todas as situações.
 
já tenho o meu caso entregue ao Dr. Finanças

vão-me ligar na próxima quarta-feira, dia 27 já com propostas concretas

eles têm muito poder negocial

e ameacei a CGD, e disse-lhes mesmo isso

disseram que iam responder o mais brevemente possível

eu cago-me para o Paulo Macedo, quero é poupar a médio/longo prazo, não preciso de esmolas

Já aqui foi dito por um colega que neste momento a Abanca tem 3% durante 2 anos.
Não há melhor.
 
já tenho o meu caso entregue ao Dr. Finanças

vão-me ligar na próxima quarta-feira, dia 27 já com propostas concretas

eles têm muito poder negocial

e ameacei a CGD, e disse-lhes mesmo isso

disseram que iam responder o mais brevemente possível

eu cago-me para o Paulo Macedo, quero é poupar a médio/longo prazo, não preciso de esmolas

Fazes bem em negociar e tentar baixar a prestação, de qualquer forma as tuas condições actuais foram aceites por ti.

A tua capacidade de negociação é limitada pelo facto de teres um empréstimo pequeno.
 
...
A tua capacidade de negociação é limitada pelo facto de teres um empréstimo pequeno.
...

o que dizes é verdade, e fiquei parvo quando à dias falei com alguém do Bankinter, se devesse tipo 150.000 ou mais, tinha um spread mais baixo

para o cálculo do spread existe uma coisa chamada loan-to-value ( LTV ), o que se deve versus a garantia dada

o meu LTV é tipo 90.000 / 300.000 = 30 %

se calhar menos, não percebo mesmo esta lógica, supostamente deveria ter um spread bem baixo visto ser de muito baixo risco, sinceramente não percebo porque parece ser o inverso

por isso entreguei o caso ao Dr Finanças, são especialistas nisto
 
Última edição:
Podem marcar à vontade. Eu também costumo marcar os bancos, pelo que é recíproco.

fizeste-me rir, boa verdade apr:)apr:)

o Paulo Macedo aumentou os lucros da CGD em mais de 200 milhões

eles nem se preocupam em manter clientes

as minhas poupanças tirei-as todas para certificados de aforro

a minha sogra tinha mais de 100.000.....também fiz que mudasse, tirou tudo

e o meu filho, que ganha o SMN, tinha algum dinheirito que eu aconselhei a mudar tudo e fechar a conta

mas parece que não estão preocupados com esta sangria nos depósitos, ou então existem pessoas muito burras a manterem lá o dinheiro, não sei

as comissões de manutenção das contas, algo como 5 euros por depositante por mês, deve ser suficiente para o Paulo Macedo
 
Última edição:
o que dizes é verdade, e fiquei parvo quando à dias falei com alguém do Bankinter, se devesse tipo 150.000 ou mais, tinha um spread mais baixo

para o cálculo do spread existe uma coisa chamada loan-to-value ( LTV ), o que se deve versus a garantia dada

o meu LTV é tipo 90.000 / 300.000 = 30 %

se calhar menos, não percebo mesmo esta lógica, supostamente deveria ter um spread bem baixo visto ser de muito baixo risco, sinceramente não percebo porque parece ser o inverso

por isso entreguei o caso ao Dr Finanças, são especialistas nisto

-Com LTV de 65/70% já se terá as condições nesse ponto para se poder ter um spread baixo na maioria dos bancos.

-Mas existem mais pontos e um deles é o montante pedido. Eles preferem clientes que peçam 150K ou mais porque lhe vão dar mais a ganhar..

-Ter rendimentos altos e/ou património também é valorizado pelos bancos para baixarem mais o spread.

Mas por acaso na altura da crise financeira nos anos de 2007/2008 das taxas Euribor bem altas...toda a gente conseguia ser spreads baixinhos de [0,25-0,5], andava quase tudo por esse intervalo.
 
Em Agosto foi revisto o spread (terceira vez no espaço de cinco anos, a penúltima foi em junho do ano passado) do meu crédito habitação a meu pedido, sobre o pretexto que tinha melhores condições noutra instituições e não ficou registado na Central de responsabilidades do Banco de Portugal.
 
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