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Talvez se pudesse dar um incentivo fiscal, da mesma forma que se dá com os prazos dos arrendamentos (prazos maiores são menos tributados).
Ou para quem arrendasse (proprietário) isentar do pagamento de IMI.
Sim, isso já faria sentido.Talvez se pudesse dar um incentivo fiscal, da mesma forma que se dá com os prazos dos arrendamentos (prazos maiores são menos tributados).
Ou para quem arrendasse (proprietário) isentar do pagamento de IMI.
Mas muito provavelmente essa muita gente que referes é uma minoria na população em geral, logo no geral tornou pior e não melhor.
Penso que seria esta a ideia.
Numa situação extrema em que percas a casa pelo menos não enterraste lá a maior parte do seu valor.
Existe muita hipocrisia neste assunto do preços das casas, o mesmo governo que fica muito chorão e triste pelos jovens não terem casas de acordo com os seus rendimentos, é o mesmo governo que depois gosta dos € que entram, maiores valores de casa, mais dinheiro para o estado.
A situação em Portugal está a atingir níveis muito maus, e o governo podia actuar, mas já falamos daqui sobre isso, dinamizar o mercado de arrendamento jámais vai acontecer, porque a esquerda ve os senhorios como o demônio, e é só direitos para os inquilinos, a direita mesmo a mais à direita que ve o inquilino como um ser sem direitos, também não pode fazer muito, porque tudo seria inconstitucional de qualquer maneira.
Em matéria de arrendamentos estamos entalados. Em matéria de construção, podíamos fazer muito na simplificação dos processos, mas também não vai acontecer, é burocracia e esquemas que dá de comer a muita gente.
Era muito fácil arrefecer o mercado de casas em Portugal, é só ver o que outros fazem, por exemplo, só um exemplo, casas sem ninguém com morada principal lá registada, paga 30% da renda média da zona todos os meses em impostos. Só esta medida ia fazer muita gente que tem casas vazias repensar a sua vida porque de repente tem de pagar centenas de euros por mês pelo luxo de as manter fechadas.
Mas isto são assuntos complexos e medidas avulsas tendem a apenas piorar a situação.
Numa situação extrema em que percas a casa pelo menos não enterraste lá a maior parte do seu valor.
Isso não funciona assim....
O banco não fica com a casa e a pessoa fica a ver navios...
O que o banco vai fazer é pegar a casa de volta, vende-la, e ficar apenas com o dinheiro que a pessoa deve.
Por isso em teoria dever 80 ou 20% vai dar ao mesmo.
Sim, uma casa secundária ou vazia no centro do Porto ou de Lisboa é um luxo e devia ser tratada fiscalmente como tal.quer dizer, se fores um tipo poupado e quiseres adquirir uma segunda habitação para férias por exemplo estas de acordo em pagar 30% de uma renda naquele local só para ter a casa,
mas o tipo que vai de férias para fora e gasta la os seus €€€ nao paga imposto aqui em portugal é melhor,
realmente o maior inimigo de portugal somos nós próprios, em vez de simplificarmos as coisas e sermos justos so complicamos com esquemas, como diria o Medina Carreira preferia donas de casa a governar este país que pelo menos têm bom senso, e qualquer merceeiro dava um bom ministro das finanças porque qualquer chega a conclusão que isto não vida e vamos bater na parede outra vez
Por isso se tiver um problema ao fim de 10 anos, num empréstimo de 30/40 anos, o mais provável é que tenha pago mais de 50% do valor pedido e continue com 80% do valor da divida por pagar ...
de um empréstimo inicial de 130.000 em 2010
devo agora 93.000
paguei 37.000 em 13 anos
Mas o pagamento do empréstimo não é linear.
O pessoal esqueceu-se de um outro problema dos juros altos além o aumento da prestação, é que para alguém em inicio de contrato o valor que paga é maioritariamente juros.
Por isso se tiver um problema ao fim de 10 anos, num empréstimo de 30/40 anos, o mais provável é que tenha pago mais de 50% do valor pedido e continue com 80% do valor da divida por pagar ...
Não, abateu-se 37 000€ ao capital pedido.
Quanto pagas-te é somar as mensalidades pagas.
São coisas diferentes.
Em epoca de juro 0, parece igual, em época de juros de 4-5% vai dar um valor bem diferente.
sim, exato
durante 2022
capital : 257,97
juros: 70.47
durante 2023 vai ser
capital 180.70
juros 261.48
feitas as contas, em 2022 abati no capital durante os 12 meses 3095,64
em 2023 vou apenas abater 2168,4
menos 927.24 euros
e isto ao valor atual da euribor a 6 meses, a partir de julho o cenário será pior
por isso acho mesmo que numa altura de juros altos vale a pena amortizar para equilibrar as coisas, quem puder é óbvio
estou seriamente a pensar nisso
É que dizer que se pagou 37000€ em 13 anos, era ter estado a pagar exactamente 237€ mensalmente durante todo esse tempo.
O que com grande probabilidade não é verdade ...
O cenário de amortização, depende também muito da fase em que se está e cada um sabe de si mas devem fazer as contas correctamente e entender que o beneficio não é unicamente o valor da prestação mensal.