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MrGrieves
Guest
Curioso como, tanto um como o outro, cada vez que se sentam no poleiro... há trafulhice. Claro que, como em tudo, há excepção.
Isto a propósito ds notícias dos últimos dias:
Terrenos do Parque Mayer
O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fontão de Carvalho, e a vereadora do Urbanismo, Gabriela Seara, são considerados suspeitos no âmbito do processo Bragaparques, no qual está em causa a permuta de terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular. Segundo o DN, "O gerente da empresa propunha-se pagar ao irmão do veredador José Sá Fernandes, o advogado Ricardo Sá Fernandes, 200 mil euros para que o vereador desistisse de contestar o negócio da Feira Popular."
Ao que parece os terrenos estavam subvalorizados 75% do seu valor de mercado... [:0][:0]
Caso Portucale
O administrador da Estoril-Sol Mário Assis Ferreira terá sido escutado a discutir as alterações à Lei do Jogo com Abel Pinheiro, ex-dirigente do CDS/PP.
A alteração à Lei do Jogo - Decreto-Lei 40/2005, aprovado em Conselho de Ministros de Dezembro de 2004 - veio aumentar o tecto das apostas permitidas nas chamadas salas mistas (com jogo de máquinas e de mesa). Abel Pinheiro, já em Janeiro de 2005, também terá sido escutado a solicitar informações a Belém sobre se Jorge Sampaio aprovaria ou não o diploma sobre o jogo.
Assis Ferreira admitiu ter conversado com o ex-dirigente do CDS sobre a matéria, rejeitando, contudo, ter solicitado a Abel Pinheiro o uso de influência de forma a que o diploma fosse aprovado.
O outro diploma em causa diz respeito à coincidência temporal entre a assinatura da portaria que definiu a estrutura do casino e a assinatura do contrato-promessa de compra e venda do Pavilhão do Futuro (onde fica o casino), negociado entre a Estoril-Sol e a Parque Expo.
O documento, segundo o DN, foi assinado dois dias antes (14 de Setembro de 2004) do negócio para a compra do edifício.
Isto a propósito ds notícias dos últimos dias:
Terrenos do Parque Mayer
O vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Fontão de Carvalho, e a vereadora do Urbanismo, Gabriela Seara, são considerados suspeitos no âmbito do processo Bragaparques, no qual está em causa a permuta de terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular. Segundo o DN, "O gerente da empresa propunha-se pagar ao irmão do veredador José Sá Fernandes, o advogado Ricardo Sá Fernandes, 200 mil euros para que o vereador desistisse de contestar o negócio da Feira Popular."
Ao que parece os terrenos estavam subvalorizados 75% do seu valor de mercado... [:0][:0]
Caso Portucale
O administrador da Estoril-Sol Mário Assis Ferreira terá sido escutado a discutir as alterações à Lei do Jogo com Abel Pinheiro, ex-dirigente do CDS/PP.
A alteração à Lei do Jogo - Decreto-Lei 40/2005, aprovado em Conselho de Ministros de Dezembro de 2004 - veio aumentar o tecto das apostas permitidas nas chamadas salas mistas (com jogo de máquinas e de mesa). Abel Pinheiro, já em Janeiro de 2005, também terá sido escutado a solicitar informações a Belém sobre se Jorge Sampaio aprovaria ou não o diploma sobre o jogo.
Assis Ferreira admitiu ter conversado com o ex-dirigente do CDS sobre a matéria, rejeitando, contudo, ter solicitado a Abel Pinheiro o uso de influência de forma a que o diploma fosse aprovado.
O outro diploma em causa diz respeito à coincidência temporal entre a assinatura da portaria que definiu a estrutura do casino e a assinatura do contrato-promessa de compra e venda do Pavilhão do Futuro (onde fica o casino), negociado entre a Estoril-Sol e a Parque Expo.
O documento, segundo o DN, foi assinado dois dias antes (14 de Setembro de 2004) do negócio para a compra do edifício.