Trabalho á experiencia

Acho que estas a trabalhar e foste contratado.

Podes sempre ter uma conversa com o teu patrão e dizer que te sentes lesado e que achas que seria correto ser pago pelos dias que lá estiveste.

Ou dizes isso e podes acrescentar que não te importas de ter aprendido as novas tarefas e agradeces a oportunidade e que não te importas de não ser pago.

Mantém o teu posto e dá o teu melhor para garantr o teu ganha pão ( se precisas dele é claro ).

Por vezes temos de saber baixar a cabeça agora para mais tarde ergue-la com mais certezas.

Tenta passar o assunto para trás e esquece.

Na empresa onde comecei e estou também não me pagaram os 14 dias iniciais e nunca refilei.


Entrei como vendedor e fazia quase de tudo um pouco.

Em poucos anos cheguei a diretor comercial e hoje sou administrador.

Creio que em grande parte por não ligar a pequenos detalhes e ter capacidade de engolir Sapos.

Estas portadas vão nos dando mais capacidade de lidar com muita coisa e não ser tão mesquinhos.

Boa boa sorte

Enfim...
Depois admiram-se da exploração ser algo crescente e usual no nosso mercado de trabalho, a par dos baixos salários!
Portanto... prescindir de salário, retribuição por trabalho efectuado, é "meio caminho" para chegar a director, administrador, ou coisa que o valha, é isso? É o que fica implícito... e que exigir a retribuição seria "refilar", é outra coisa implícita no discurso, além de ser mesquinho!
Mas que bom conselho... agradecer e dizer que não se importa por não ser pago! Ok...

:sh)
 
Última edição:
Enfim...
Depois admiram-se da exploração ser algo crescente e usual no nosso mercado de trabalho, a par dos baixos salários!
Portanto... prescindir de salário, retribuição por trabalho efectuado, é "meio caminho" para chegar a director, administrador, ou coisa que o valha, é isso? É o que fica implícito... e que exigir a retribuição seria "refilar", é outra coisa implícita no discurso, além de ser mesquinho!
Mas que bom conselho... agradecer e dizer que não se importa por não ser pago! Ok...

:sh)

Não me digas que és daqueles mesquinhos que só trabalha a troco de dinheiro...
 
Enfim...
Depois admiram-se da exploração ser algo crescente e usual no nosso mercado de trabalho, a par dos baixos salários!
Portanto... prescindir de salário, retribuição por trabalho efectuado, é "meio caminho" para chegar a director, administrador, ou coisa que o valha, é isso? É o que fica implícito... e que exigir a retribuição seria "refilar", é outra coisa implícita no discurso, além de ser mesquinho!
Mas que bom conselho... agradecer e dizer que não se importa por não ser pago! Ok...

:sh)

Foi isso que retiraste do texto dele?! :confused:
 
Enfim...
Depois admiram-se da exploração ser algo crescente e usual no nosso mercado de trabalho, a par dos baixos salários!
Portanto... prescindir de salário, retribuição por trabalho efectuado, é "meio caminho" para chegar a director, administrador, ou coisa que o valha, é isso? É o que fica implícito... e que exigir a retribuição seria "refilar", é outra coisa implícita no discurso, além de ser mesquinho!
Mas que bom conselho... agradecer e dizer que não se importa por não ser pago! Ok...

:sh)

Deixa-me copiar o teu bonequito:
:sh)
 
A propósito de não ser remunerado lembro-me de uma palestra sobre emprego na FEUP onde o orador diz:

"Alguns de vocês que ainda não arranjaram trabalho, já pensaram em ir trabalhar de borla?"
"Se sabem que certo cargo é normalmente pago a X, o melhor é pedirem 0.8X"
 
Para já, ainda é um não problema o assunto que se fala aqui. O meu conselho é: deixa chegar o primeiro vencimento, vê se sempre te pagaram o periodo experimental, e só depois decides o que fazer. Se não te pagarem, e decidires que deves falar acerca disso, tenta ser o mais "diplomata" possível. É claro que por lei a entidade até nem é obrigada a pagar. Prvovavelmente ele simplesmente estava lá, mas sem papeis nenhuns. Se for levantar muita onda, consegue chegar ao fim do contrato e não ser renovado. Pá, dá o teu melhor, "dá nas vistas", positivamente, claro.
 
Para já, ainda é um não problema o assunto que se fala aqui. O meu conselho é: deixa chegar o primeiro vencimento, vê se sempre te pagaram o periodo experimental, e só depois decides o que fazer. Se não te pagarem, e decidires que deves falar acerca disso, tenta ser o mais "diplomata" possível. É claro que por lei a entidade até nem é obrigada a pagar. Prvovavelmente ele simplesmente estava lá, mas sem papeis nenhuns. Se for levantar muita onda, consegue chegar ao fim do contrato e não ser renovado. Pá, dá o teu melhor, "dá nas vistas", positivamente, claro.
Que grande "calinada"!
Mostra lá isso! Olha, até tens a legislação mais acima, vai lá ler!
Trabalhas... recebes! O primeiro dia de trabalho, à experiência, é o dia um de trabalho e o que constará do contrato!
É cada um... Código do Trabalho? Para quê? Este pessoal não o quer nem o merece!

Ate aqui se pode ver essa questão focada:

"Não se tendo logrado obter acordo na audiência de partes, a Ré contestou a acção, alegando em síntese que: a A. foi admitida ao seu serviço aos 29.12.2005, desempenhando funções de confiança da gerência da Ré; a rescisão do contrato ocorreu no período experimental, pelo que não foi ela ilicitamente despedida; com a remuneração de base de Janeiro, a A. recebeu os proporcionais dos subsídios de férias e de Natal; a A. encontra-se a trabalhar por conta de outrem; impugna, por desconhecimento, os alegados danos não patrimoniais"

http://www.trp.pt/jurisprudenciasocial/social07_3726.html

Tal como eu disse atrás... em período experimental, os direitos são os mesmos, tendo direito à remuneração e aos proporcionais de sub. de natal e de férias!
Mas isto é a Lei/Legislação, consagrada no Código do Trabalho... não valerá nada em comparação com a opinião veiculada, aqui no tópico, por alguns ilustres!
Eu acho é que andam a confundir "remuneração" com "indemnização", que são coisas diferentes! A remuneração é obrigatória, pelo trabalho prestado! A indemnização só tem lugar se o despedimento ocorrer findo o período experimental!

Leia-se:

O Período experimental corresponde ao Período inicial de execução do contrato e, sem prejuízo do disposto para os contratos a termo, tem a seguinte duração:

  • 60 dias na generalidade dos contratos, ou se a empresa tiver um número inferior ou igual a 20 trabalhadores, 90 dias;
  • 180 dias para contratos de trabalhadores que realizem tarefas de complexidade técnica, elevado grau de responsabilidade ou funções de confiança;
  • 240 dias para contratos de pessoal de direcção e quadros superiores.
A duração do Período Experimental pode ser reduzido pelo definido na Convenção Colectiva de Trabalho ou estabelecido no Contrato Individual de trabalho. No decorrer do Período experimental, salvo acordo escrito em contrário, qualquer das partes pode rescindir o contrato sem aviso prévio e sem necessidade de invocação de justa causa, não havendo direito a qualquer indemnização.

http://www.net-sa.pt/editorial.ud12...468&cat2_oid=-470&cat3_oid=-591&cat4_oid=-603

Entenda-se... "sem prejuízo do disposto para os contratos a termo"... como a assimilação dos direitos inerentes!
Só faltava o pessoal andar a trabalhar à borla durante o período experimental... 60, 90, 180 e até 240 dias... sem ganhar!
Entrando a dia 12, por exemplo, à experiência... será essa a data de início do contrato!

Para os mais... "lentos":

"Para além da especificidade acima referida, a desvinculação da relação laboral durante o período experimental não obsta a que sejam exercidos os demais direitos e obrigações próprios do contrato de trabalho. Por isso, cessando o contrato de trabalho, impõe-se ao empregador o dever de pagar as prestações vencidas, por exemplo, retribuição ou a remuneração de férias."

http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/166/artigo.htm


Agora vou esperar que quem afirmou que por lei as empresas não são obrigadas a pagar o trabalho em tempo experimental, que aqui venham provar isso!
 
Última edição:
Enfim...
Depois admiram-se da exploração ser algo crescente e usual no nosso mercado de trabalho, a par dos baixos salários!
Portanto... prescindir de salário, retribuição por trabalho efectuado, é "meio caminho" para chegar a director, administrador, ou coisa que o valha, é isso? É o que fica implícito... e que exigir a retribuição seria "refilar", é outra coisa implícita no discurso, além de ser mesquinho!
Mas que bom conselho... agradecer e dizer que não se importa por não ser pago! Ok...

:sh)

Tenho pena que não tenhas compreendido o que disse e nada tenhas percebido que levei 20 anos de trabalho a melhorar a minha vida.

Se achas que não ter trabalho é melhor que ser mal pago, tudo bem.

São opiniões e cada um faz o que quer da sua vida e forma de estar na sociedade.

Espero que tudo te corra bem e ganhes sempre o que consideres justo.

Cumprimentos
 
eu para a ultima empresa que estou a trabalhar também foi a experiência e foi tudo pago,mas sei perfeitamente que a muitos patrões que não pagam esses períodos,mas pela lei como aqui ja foi referido tem que pagar.
 
Enviei-te uma Pm que não sendo dirigida para ti, gostaria da tua opinião pela mesma via.

Um abraço


Para já, ainda é um não problema o assunto que se fala aqui. O meu conselho é: deixa chegar o primeiro vencimento, vê se sempre te pagaram o periodo experimental, e só depois decides o que fazer. Se não te pagarem, e decidires que deves falar acerca disso, tenta ser o mais "diplomata" possível. É claro que por lei a entidade até nem é obrigada a pagar. Prvovavelmente ele simplesmente estava lá, mas sem papeis nenhuns. Se for levantar muita onda, consegue chegar ao fim do contrato e não ser renovado. Pá, dá o teu melhor, "dá nas vistas", positivamente, claro.
 
Tenho pena que não tenhas compreendido o que disse e nada tenhas percebido que levei 20 anos de trabalho a melhorar a minha vida.

Se achas que não ter trabalho é melhor que ser mal pago, tudo bem.

São opiniões e cada um faz o que quer da sua vida e forma de estar na sociedade.

Espero que tudo te corra bem e ganhes sempre o que consideres justo.

Cumprimentos

Com essa linha de pensamento se chegou onde chegou, no nosso país!
Dos ordenados mais baixos da Europa, com o maior fosso entre quem mais ganha e quem menos ganha!
É típico do nosso país...nivelar por baixo e almejar o mínimo! Sempre foi assim, e pelo que aqui vejo, sempre será assim.
Querem a produtividade dos países mais desenvolvidos, mas pagar... já querem pagar, e alguns, ganhar, o mesmo que os países menos desenvolvidos! Ok...
Eu não prescindo do investimento, a todos os níveis, que fiz profissionalmente! Logo... almejo o máximo e nivelo por cima!
Outros, prescindem de tudo, até de remunerações devidas, para chegar a algo! Eu, para chegar a algo... como cargos, ou mais responsabilidade, será por mérito, não por prescindir de algo que me é devido ou merecido!

É por existir gente que assim pensa, mais vale calar e comer baixos salários... que o tecido empresarial é como é, em Portugal!
 
Para o DarkVeil:

Olha lá uma coisa!! Se ele assinou contrato a 18 julho, com data de 18 de julho, que provas é que ele tem que já tinha trabalhado lá antes, podes-me dizer?? A palavra dele? Ou pensas que vai contar com a solidariedade dos novos colegas de trabalho para testemunhar a favor dele?

Independentemente da minha opinião em relação ao resto, que não concordo minimamente contigo.
 
Com essa linha de pensamento se chegou onde chegou, no nosso país!
Dos ordenados mais baixos da Europa, com o maior fosso entre quem mais ganha e quem menos ganha!
É típico do nosso país...nivelar por baixo e almejar o mínimo! Sempre foi assim, e pelo que aqui vejo, sempre será assim.
Querem a produtividade dos países mais desenvolvidos, mas pagar... já querem pagar, e alguns, ganhar, o mesmo que os países menos desenvolvidos! Ok...
Eu não prescindo do investimento, a todos os níveis, que fiz profissionalmente! Logo... almejo o máximo e nivelo por cima!
Outros, prescindem de tudo, até de remunerações devidas, para chegar a algo! Eu, para chegar a algo... como cargos, ou mais responsabilidade, será por mérito, não por prescindir de algo que me é devido ou merecido!

É por existir gente que assim pensa, mais vale calar e comer baixos salários... que o tecido empresarial é como é, em Portugal!

Na minha opinião, a linha de pensamento dele faz bastante mais sentido que a tua que mais não é que a repetição do discurso de um qualquer sindicalista. Ipsis verbis.
Acho que deves, no mínimo, respeitá-la. Não é por estares do lado do trabalhador, "oprimido e explorado", que és dono da razão. O tecido empresarial em Portugal está como está, também porque a maioria é incapaz do mínimo sacrifício em prol do sucesso da empresa. Vêm logo com o código do trabalho debaixo do braço... "fora de horas que trabalhe o patrão, esse gatuno!"
 
Andam aqui alguns que devem recusar todos as ofertas que aparecem.

Alguém a distribuir amostras de champô? Nem pensar aceitar, que os salários têm de ser pagos e as empresas andarem a oferecer não faz entrar dinheiro.

E zelosos que são do interesse de todos, apesar da amostra ou produto ser gratuito, fazem questão de enviar um pagamento/donativo à empresa para que esta não seja prejudicada ou simplesmente recusam a oferta.
 
Eu acho que já começaste mal, pois no momento que foste trabalhar à experiência sem contrato acho que o patrão já deu a entender que não vai pagar.
Se ele fosse totalmente correcto, como já disseram, tinhas assinado o contrato antes de ires trabalhar já que este prevê um periodo experimental.

Desta forma acho que não vais ver o dinheiro desses dias.
 
Ambos falam quase o mesmo, mas ninguém se entende.

Hã 20 anos atrás (1992) o mercado de trabalho, a comunicação e tudo mais não estavam tão evoluídas quanto agora, mas certamente que haveria mais seriedade, porque as pessoas não estavam com o rabo tão metido no (), como estão agora com a falta de dinheiro.

Trabalhar sem compromissos e depois receber? Já o fiz e estou arrependido, trabalhei quase 1 mês e nunca vi sequer 1 centimo desse trabalho, como também já trabalhei e assinei contrato passado semanas e recebi tudo desde o 1º dia, nem todos são vigaristas.

Concordo que se dê o máximo e se abra exceções para a empresa de modo a fazeremos o nosso lugar, mas isso tem um preço, é que mesmo havendo vontade e personalidade e trabalho profissional, nem todos conseguem o mesmo, mas estão a brincar?

90% dos users daqui, nos tempos atuais, jamais começavam a trabalhar, sem ter os pontos nos is.
 
Para o DarkVeil:

Olha lá uma coisa!! Se ele assinou contrato a 18 julho, com data de 18 de julho, que provas é que ele tem que já tinha trabalhado lá antes, podes-me dizer?? A palavra dele? Ou pensas que vai contar com a solidariedade dos novos colegas de trabalho para testemunhar a favor dele?

Independentemente da minha opinião em relação ao resto, que não concordo minimamente contigo.

Ele entrou a 25 de Junho e assinou a 18 de Julho. Não especifica a data de início que vem no contrato! Não leste bem...
Mas...assinando a 18 de Julho ou noutra data, a assinatura do contrato deverá fazer constar como início... 25 de Junho.
E... não te exaltes. O problema, aqui, é que se discutia se o trabalho em período experimental é ou não é remunerado! Ora, neste contexto não há espaço para a tua nem a minha opinião! O que se impõe é a legislação, por via consagrada pelo Código do Trabalho! As opiniões não valem nada!
Se concordas ou não... é um problema teu.
E até repito... trabalho em período experimental é remunerado, com salário normal, mais o sub. de alimentação, e se cessado... ainda se recebe o proporcional de sub. de férias e de natal!
E agora... a tua opinião perante factos destes vale zero! A tua, a minha e a de todos! Concordando ou não, é o que a lei estabelece e é o que todos temos de exigir!
Se há quem prescinda disso... é problema seu, mas que não venha é dizer que é de lei a não remuneração! Não quer ser remunerado? Ok... também existe quem goste de ganhar pouco e bata palmas a tal facto, que é pouco abonatório do desenvolvimento de um país.
Existe quem prescinda dos seus direitos, quem venda o corpo, quem venda o dos outros, quem furte, etc... mas não façam disso algo de assertivo e de "jurisprudência"! São comportamentos pessoais e de opção pessoal!
Aqui, em vez de bater palmas aos baixos ordenados e à subtracção da remuneração devida e até ao induzir em erro, dizendo que a não remuneração era de lei... algo de "inovador" e pouco inteligente, deviam era fazer ver que o user devia era exigir os seus direitos! Direitos que custaram muito mais que simples empregos... custaram vidas e sangue derramado, na luta por eles! E agora, vêm uns "jovens", cuspir nos que tanto lutaram para que gerações futuras, a nossa incluída, tivessem acesso a eles!
Sobra-me uma expressão: Enfim...

[;)]
 
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Na minha opinião, a linha de pensamento dele faz bastante mais sentido que a tua que mais não é que a repetição do discurso de um qualquer sindicalista. Ipsis verbis.
Acho que deves, no mínimo, respeitá-la. Não é por estares do lado do trabalhador, "oprimido e explorado", que és dono da razão. O tecido empresarial em Portugal está como está, também porque a maioria é incapaz do mínimo sacrifício em prol do sucesso da empresa. Vêm logo com o código do trabalho debaixo do braço... "fora de horas que trabalhe o patrão, esse gatuno!"

Já reparei que te costumam catalogar de "isto e aquilo". Gostas? Não sei...
Não faças isso aos outros... não neste contexto.
Não sou sindicalista nem tenho cor politica! Abomino a politica e quem a pratica... neste sistema!
Sou apartidário... tenho é por norma, obedecer ao instituído, na forma de Lei. Posso não concordar, mas viver em sociedade a isso obriga!
Em situações destas... a ajudar e a opinar, a participar... faço-o de acordo com as minhas convicções, que neste caso... seguem a legislação que nos defende, no mercado do trabalho.
Achas mal? Tenho pena!
Pelos vistos eu abomino certas coisas... até, vê lá, o teu avatar. Tu, pelos vistos, não gostas do Código do Trabalho... de sindicalismo...
E deixa lá o sacrifício em prol das empresas! Nunca resultou, pois na hora de dividir os lucros... são poucos, muito poucos, os bons exemplos! Aliás, não é à toa, nem por coincidência que o tal fosso entre quem mais ganha e quem menos ganha, tenha em Portugal o seu expoente máximo!
Que tal, para linha de pensamento?
Ok, escusas de responder! Não tragas a resposta debaixo do braço!
 
Para o DarkVeil:

Olha lá uma coisa!! Se ele assinou contrato a 18 julho, com data de 18 de julho, que provas é que ele tem que já tinha trabalhado lá antes, podes-me dizer?? A palavra dele? Ou pensas que vai contar com a solidariedade dos novos colegas de trabalho para testemunhar a favor dele?

Independentemente da minha opinião em relação ao resto, que não concordo minimamente contigo.

A prova pode ser um problema realmente, mas isso dependerá das funções e de outros elementos que possa apresentar. Mas basta ter um registo de entrada, um carta feita em nome da empresa, datada e depois quero ver como a empresa se defende.
A ter em atenção que os contratos a termo estão obrigados à forma escrita, já os contratados sem termo...

Quanto à problemática paralela que se levantou, se for algo com perspectiva de futuro e uma oportunidade que ele queira agarrar, até posso conceber que "ofereça" esses dias à empresa, provavelmente irá dar muitos mais ao longo da vida.
De outra forma, enfim, é uma fraca imagem da organização, compromisso e cumprimento da empresa.
 
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