Tópico Lancia

Eu fiz a minha pergunta porque passo frequentemente em Espinho e lá tinha à uns anos 3 stands. Um da fiat, outro da Lancia e outro da alfa Romeo. Entretanto à uns anos o grupo mcoutinho tomou conta daquilo e fechou 2 dos 3 stands e juntou as 3 marcas no mesmo stand. Atualmente um dos stands está com SEAT, o antigo da alfa está à anos ao abandono e o que tinha juntado as três marcas de há muito tempo para cá que deixou de ter Lancias, pelo menos em exposição :/
é pena. O Y não gosto, mas o delta é um carro lindo. Aposto que se tivesse o símbolo da VW ou da Renault vendia milhões. Assim não passa de um carro raro...
 
Delta Hard Black @ Mondial Auto 2010

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Opinião: Afinal é possível regressar ao passado
22/10/2014 11:46

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"“...e quando nos aproxima-mos das 11:00 da noite, o Campeão do Mundo Juha Kankkunen prepara-se para arrancar para o último troço desta primeira etapa, com o Lancia Delta HF Integrale Evoluzione. Um dia em que que temos vivido troço após troço muitas emoções, com Didier Auriol, Armin Schwarz, Markku Alen também a serem protagonistas, o que tem levado ao rubro os milhares de espectadores espalhados ao longos destes desafiantes troços de asfalto da região...”, este podia muito bem ser o relato de um jornalista de rádio no dia 4 de Março de 1992, na entrada para a 14ª PEC do Rallye de Portugal/Vinho do Porto desse ano, Arouca com os seus mais de 22 kms de extensão. Mas também é um relato totalmente válido para o que esteve a presenciar um grupo de felizardos amigos, onde me incluo, na noite de sexta-feira passada em San Marino, 22 anos depois daquele inesquecível Rallye de Portugal que teria Kankkunen como vencedor final.

O desporto automóvel actual vive nas suas mais variadas formas, existe a F1 dos monolugares, o WRC dos pilotos, a Fórmula E dos eléctricos, o WRX (não poderia faltar) do espectáculo e depois temos o RallyLegend, apresentando-se sobre a figura de um autêntico DeLorean DMC-12, que nos permite viajar ao passado dos últimos 40 anos da história dos ralis. Voltar a ver um Markku Alen (63 anos) a conduzir o 037 de olhos fechados (certamente mais rápido do que se estivesse ao volante de um WRC...), o Kankkunen (55) a andar no grupo dos mais rápidos à geral com o Delta de grupo A, grupo esse que incluia Dider Auriol, Armin Schwarz ou Harri Rovanpera ao volante de dois dos WRCs com maior Curriculum, o Xsara e o 206, era impensável quando entrámos no avião rumo a Bolonha.

Não se trata de uma prova de clássicos, é antes como o próprio nome indica um rali de lendas, pois em primeiro lugar não se anda devagar, bem pelo contrário, e depois além de um conjunto de convidados de luxo (onde também se incluiam o Campeão do Mundo de 1984 Stig Blomqvist, o irmão de Henri Toivonen, Harri, o herói local Gigi Galli ou o ex-piloto de F1 Erik Comas), todos os carros presentes já escreveram um (ou vários capítulos) da história do Mundial de Ralis. O arrepio que causava um Delta S4 em brutal aceleração à saída de uma esquerda 2, era o mesmo que se sentia ao deslumbrar no percurso de ligação um imaculado Subaru Impreza WRC ´97 com os nomes na janela daquela dupla que nos continua a entrar na memória sempre que se fala de ralis, McRae/Grist, e volta a repetir-se a sensação com a alegria de rever a Renault 4L mais famosa do mundo a saudar os portugueses, que tanto orgulho têm no seu país e no seu rali.

Eram 170 carros inscritos, ordenados de uma forma inexplicável (não por rapidez, nem por épocas), mas que funciona pois numa série de cinco por exemplo pode-se comparar os cheiros, os sons, a envergadura e a desenvoltura de máquinas tão distintas como um Subaru Impreza WRC S8, um Toyota Celica GT-Four ST165, um Ford RS200, um Lancia Stratos HF e...depois aparece um incomparável Jaguar Type-E! Assim não cansa! E depois a magia das assistências, montadas onde há espaço na estrada, como antigamente, a permitir o desejo de boa-sorte ao piloto, a pergunta ao navegador, a dúvida ao mecânico e poder tirar uma foto, quase dentro do carro. Era tal a sensação de felicidade, que na sexta-feira demos por nós a ver as assistências dos últimos eram umas 3 e meia da madrugada, tal como antigamente...

E é neste reviver do ralis que o RallyLegend tem o seu máximo atractivo, com a boa localização de San Marino a garantir a afluência de pilotos, máquinas e público da Europa Central e de Leste. Pode não ter os troços de Sanremo ou do Mille Miglia, mas ali são o que menos importa, ainda que a Super-Especial não fica com nota positiva.

Ah, é verdade! Parece que andava lá um tal de Jari-Matti Latvala com um VW Polo.... Escrevendo agora a sério, se num qualquer rali do Mundial os Polos são indiscutivelmente os carros que todos querem ver, no RallyLegends sai ofuscado pelos “velhinhos”, até porque Latvala entendeu alinhar neste evento como uma autêntica sessão de treinos para a Catalunha e esqueceu-se de brindar o público como era o seu apanágio. Ordens de Jost Capito seguramente..."Em SPORTMOTORES 2014
 
Belo artigo, TURBO!
Interessante o que se passou à entrada para esse mesmo troço das 23:00. O Polo do Latvala decidiu não colaborar, levando a uma interrupção da PEC que nos permitiu, vindos a correr do aeroporto, ainda chegar a tempo de ver passar a maioria das máquinas. Ao passar pelo início da classificativa, uma pornográfica parada de máquinas: 037s, Integrales, WRCs, sei lá o que mais... com Alen, Kankkunen, Auriol, Rovanpera e outros ilustres em amena cavaqueira, à espera da ordem de saída.

E para se ter noção da dedicação ao espectáculo... Gigi Galli a fazer troços de asfalto com pneus de pregos! apr:)
 
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"L’inconfondibile sagoma di una Stratos nascosta sotto un telo giallo, un’infilata di Fiat e Lancia che raccontano vent’anni di successi nei rally sotto il segno dell’Abarth, eleganti “signore” che rispondono al nome di Aurelia, Flavia, Fulvia e sfoggiano l’abito – classico, elegante, sensuale – cucito dagli stilisti Pinifarina e Zagato. Sono immagini che narrano pezzi di storia italiana a quattro ruote quelle che sabato 18 ottobre si sono materializzate sul Proving Ground di Balocco (VC) per la ventesima edizione della Club Italia Cup. Immagini capaci di mandare fuori di testa l’appassionato di motori, soprattutto quando quei motori sono stati accesi per la sfida che ha visto protagonisti i gentleman driver del Club Italia sul Misto Alfa, il tracciato dove un tempo venivano testate le vetture del Biscione e dell’Autodelta.

Prima di scendere in pista per le prove di regolarità e slalom, in una giornata all’insegna dello Scorpione, il Gruppo FCA ha fatto gli onori di casa mettendo a disposizione degli equipaggi alcune vetture dell’attuale gamma. Particolare attenzione ha destato l’esemplare “N.1” dell’Abarth 695 Biposto che ha partecipato alla Gumball 3000 di quest’anno.

Difficile dire invece quale tra le storiche abbia attratto più sguardi. Citiamo la Lancia Fulvia F&M Special, l’Abarth SE037 n.001 (ossia il prototipo della Lancia 037), la Fiat 8V Coupé Vignale del 1954, le Alfa Romeo GTA ma anche la Ferrari 512BB e la Testarossa insieme con le Lancia Delta Integrale. E proprio un’Integrale, ex Mauro Forghieri, portata in gara da Carlo Pozzi, si è aggiudicata il primo posto Regolarità; alla Giulietta SZ di Carlo Incerti, invece, è andato il trofeo Slalom.

Il Club Italia ha infine ricordato la figura di Giorgio Pianta, pilota e storico collaudatore dello Scorpione scomparso lo scorso aprile, che ha voluto e sostenuto la “Cup” sin dall’inizio. È stato l’ingegner Sergio Limone, il padre della 037, a raccontare l’uomo attraverso gli aneddoti di 24 anni di vita vissuta insieme in Abarth. “Io facevo, lui provava. Scherzando dicevamo: il Limone per crescere ha bisogno della Pianta”."Em Club Italia Cup 2014 | Ruoteclassiche
Testo e foto di Alessandro Barteletti
 
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