Tópico Fiat

Hoje a marca tem motores mais fiáveis e pode fazer carros bem construídos, isso é importante nesses segmentos diferentes, mas apostar que as pessoas percebam isso e abandonar os modelos generalistas, que foram sua salvação nos últimos 30 anos não me parece boa ideia. São alturas diferentes, mas seus últimos investimentos em modelos mais caros não resultaram no velho continente (Barchetta, Coupé, Stilo, Croma) e a marca se livrou da crise graças ao Punto mk2 e G.Punto, que apesar de bonitos, são banais segmentos B generalistas.

É isto, sem tirar nem por...
 
A impressão é a de que ao abandonar deliberadamente os segmentos generalistas C e D na Europa, incluindo variações como Crossovers e MPVs, a FCA está a deixar em aberto de propósito uma lacuna entre a FIAT e ao projeto premium para a Alfa Romeo. Esta lacuna originada pelo recuo da marca FIAT poderia ser preenchida pela agonizante Lancia ou pela Chrysler, mas que parece está reservada para integrar uma nova aquisição ou parceria com outro construtor. A Mazda é um exemplo de marca que poderia ocupar esta lacuna, outra seria a Honda.
Edit: Lembrando que a incorporação de uma marca asiática é um passo importante para que a FCA se consolide em uma base de três apoios (Europa, América e Ásia) para sacar ganhos com a escala de produção e de distribuição de seus produtos.
 
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Eles não abandonaram o segmento C porque o sucessor do Bravo vai ser comercializado mas de facto faz sentido uma aliança com a Mazda ou Honda. A Mazda tem óptimos modelos no segmento C e D e a Fiat tem motorizações mais interessantes.
 
O sucessor do Bravo, aparentemente, repetirá a estrategia do antigo Nissan Tiida e do actual C4 Cactus: estará nomeadamente no segmento C, mas será um produto que tanto no preço quanto dimensões e em cotas ficará a meio termo entre os segmentos B e C. Assim, é provável que este novo modelo substituirá também ao Punto. Ou em outros termos não será um rival direto do VW Golf, mas buscará ser uma alternativa com bom custo x benefício. Podemos dizer, portanto, que se que abandonará segmento C a marca FIAT também não estará presente com "os dois pés firmes" por assim dizer. Então no futuro teríamos no segmento este sucessor do Bravo comum um "C-" e um pouco acima deste um Mazda 3 (ou Honda Civic) com um "C" e acima de ambos o sucessor do Alfa Romeo Giiulieta como um "C+" ou "C Premium".
 
FIAT é produto compacto A e B na Europa, a actual FCA gere capital que é literalmente estoirado em larga escala na ex-Chrysler Group a par da FIAT/Alfa Romeo e Maserati.

Continuo a escrever que em certa medida foi e é a Chrysler a beneficiar no presente e médio prazo com a entrada de Know-How e capital da FIAT e do tesouro norte-americano (penso que já amortizado).
 
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2007? Em 2007 vendeu tanto como em 2003

Eu so vejo a partir de 2008 que foi quando começou a crise!
Qq marca que se foque no mercado americano tem um gráfico parecido!

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Continuam as notícias de que a marca Fiat da FCA irá centrar-se nas famílias Panda-500 e muitos derivados:


Menos volume mas mais margem; diferenciação em relação à (muita) concorrência; 500 "cinque porte" (em detrimento de novo Punto) vindo de Kragujevac e novo motor de 3 cilindros para juntar ao twinair!


Automotive News reported yesterday that Fiat will no longer attempt to offer something for everyone in Europe. Instead, the brand will rely on a smaller number of basic models with a wide variety of derivative models, to play to Fiat’s strengths.

This move comes after Fiat was supplemented in Fiat Chrysler Automobiles by Alfa Romeo (upscale/sporty compact and midsize) and Maserati (large upscale/sporty).

Fiat Freemont

The Fiat Panda and its derivatives will replace both the Bravo and Freemont — the latter being a rebadged Dodge Journey which has been successful in sales in Australia, though possibly not selling well enough in Europe, at least, to make carrying it profitable. The 500 will continue to be expanded, and will carry its brand to the successor of the Punto as well as the 500L and 500X.

Freemont may continue in other continents, and even rebadged, may be based on the Chrysler CUV — which in turn is expected, in its next generation (if it has one), to be based on a modified Fiat/Alfa Romeo platform.

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La Fiat si allarga e non solo con le carrozzerie. La strategia di Marchionne è chiara e nei prossimi anni il posizionamento del marchio torinese si alzerà più del solito, e già lo si evince da prodotti come la 500X o da questa futura 500 a cinque porte.

Per questo motivo, se parliamo di propulsori, il TwinAir potrebbe non bastare più. Ed è infatti al vaglio l’ipotesi di impiegare, entro un paio d’anni, un nuovo propulsore tre cilindri a benzina, risposta ai vari motori di pari frazionamento di Ford, Renault, Peugeot e Opel. Si tratterebbe di un’unità da 1 litro di cilindrata, a iniezione diretta, declinata in variante aspirata e turbo.

E da questo propulsore potrebbe anche nascere, sfruttando la modularità del progetto, un quattro cilindri, sempre aspirato e sovralimentato, che rappresenterebbe il degno erede del classico Fire 1.2 attualmente impiegato su molti modelli.

Il tre cilindri, frazionamento che peraltro moltissimi costruttori stanno adottando, marchi Premium come Audi e BMW compresi, si presterebbe dunque ad equipaggiare vetture di dimensioni e pesi di media classe garantendo al contempo emissioni notevolmente ridotte. Il bicilindrico rimarrebbe in produzione, ma destinato unicamente alle Fiat di fascia bassa, quali Panda o 500 a tre porte.


La 500 a cinque porte verrà costruita nello stabilimento serbo che la Fiat ha a Kragujevac (foto sotto) sulla piattaforma denominata B Wide, la stessa della 500L e 500 Trekking (a lato). Sopra, la plancia della 500X stilisticamente mutuata da quella dell’Alfa Romeo Giulietta: quella della 500 a cinque porte sarà molto simile.
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Anúncio publicado pela União de concessionários Fiat na última página dos principais jornais diários transalpinos:


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Abbastanza sorprendente il messaggio pubblicitario a firma dell’Unione concessionari Fiat apparso sull’ultima pagina dei principali quotidiani di oggi. Che mette in guardia il pubblico dal rivolgersi a rivenditori non autorizzati, che propongono vetture nuove “a prezzi stracciati”. Niente di strano, in fondo, se non fosse che nel messaggio si fa apertamente riferimento alla 500X e alla Renegade, modelli appena lanciati e forti di una domanda spontanea sostenuta, tanto che, come noto, la Fiat ha deciso di incrementare la produzione della fabbrica di Melfi, passando a 20 turni settimanali. Nel caso della 500X, oltretutto, parliamo di un prodotto che sin qui è stato commercializzato soltanto in Italia: impossibile dunque immaginarlo vittima di reimportazione dai mercati esteri tramite le cosiddette reti parallele.

Domanda effervescente. In realtà, a quel che ci risulta è impensabile al momento trovare le nuove Suv del Gruppo FCA "a prezzi stracciati”, come sembrerebbe suggerire il comunicato dei concessionari Fiat. I quali, per parte loro al momento dispongono di uno stock sufficiente a sostenere una domanda piuttosto effervescente. E dunque viene a cadere anche l’ipotesi della carenza di prodotto da parte della rete ufficiale.

Da Torino il chiarimento. Gianluca Italia, responsabile vendite del nostro Paese per tutti i brand del Gruppo FCA, ha spiegato che il messaggio rientra nella nuova strategia commerciale premium: "Vogliamo tutelare la nostra rete di vendita e vogliamo tutelare il consumatore dalle vetture di origine non chiara", ha detto il manager, confermando i vantaggi in termini di opportunità e servizi garantiti dalla rete ufficiale. Il riferimento è evidentemente al cosiddetto mercato parallelo, "un fenomeno prevalentemente italiano, ma non solo, che è sempre esistito, che è in crescita, soprattutto in un momento in cui il mercato comincia a dare segni di risveglio: con il messaggio di oggi abbiamo preferito intervenire preventivamente".

Avvertimento preventivo. Insomma, quella pagina pubblicitaria sembra quasi una sorta di avvertimento preventivo per quel che potrebbe accadere nei mesi a venire, oltre che un tentativo della rete ufficiale di ridarsi un po’ di smalto, rimasto un po’ appannato dai lunghi anni di vacche magre. E indispensabile per farsi preferire dai clienti, rispetto ai commercianti “generici”, adesso che, finalmente, i prodotti ci sono.


Trata-se de uma campanha contra os revendedores "não oficiais" aproveitando para apresentar as vantagens dos oficiais.
 
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Gostei de saber que haverá um próximo Freemont, também baseado no próximo Journey.

Quando à mais variações do 500, ainda não gosto.
 
Apesar da Fiat não ter lançado nenhum produto que me interesse nos últimos (muitos!) anos é com tristeza que vejo uma marca com a importância da Fiat a perder importância desta forma.
Quando a onda do 500 passar o que é que acontece? A Fiat acaba?
 
Apesar da Fiat não ter lançado nenhum produto que me interesse nos últimos (muitos!) anos é com tristeza que vejo uma marca com a importância da Fiat a perder importância desta forma.
Quando a onda do 500 passar o que é que acontece? A Fiat acaba?


Suponho que estejas a falar da Marca Fiat e não do Grupo FCA, a marca Fiat aparece com mais modelos quando o CEO quiser, os Alfa atuais são Fiat em traje de gala, projetados e construído na Fiat, compensa mais vender o produto com o nome Alfa mais caro, que vender o mesmo produto com logo Fiat.
Para além disso na Europa, com o nível de vendas em baixa, não rentabiliza novos modelos.

Apareceu um estudo interessante acerca do custo do dinheiro para pagar projetos automóveis em França e na Alemanha, e os Alemães quase não pagavam juros enquanto os franceses pagavam e não era pouco.
 
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