Tópico dos telemóveis

A Europa afinal defende-nos bem em algumas coisas

carregadores, agora baterias.....

https://pplware.sapo.pt/smartphones...e-tem-de-ter-baterias-substituiveis-ate-2027/

Não tenho a certeza dessa medida, durante anos existiram as duas opções e as pessoas quando escolhiam com a carteira foram preferindo as vantagens de uma bateria interna.

Vamos deixar de ter telefones à prova de água e tão finos como são atualmente.

Seria mais útil obrigar a que fosse durante X anos garantida a venda e troca das baterias. Por vezes para telefones com 3 ou 4 anos, de gamas intermédias já nem uma bateria original se arranja.
 
Sempre houve telemóveis à prova de água e sem parecerem calhaus como os da CAT e os da Ulefone. E com bateria removível.

Além disso já andam a ficar maiores de ano para ano. Não percebo o problema, é só porem o pessoal a trabalhar nesse sentido em vez de ecras gigantes e camaras enormes
 
Não tenho a certeza dessa medida, durante anos existiram as duas opções e as pessoas quando escolhiam com a carteira foram preferindo as vantagens de uma bateria interna.

Vamos deixar de ter telefones à prova de água e tão finos como são atualmente.

Seria mais útil obrigar a que fosse durante X anos garantida a venda e troca das baterias. Por vezes para telefones com 3 ou 4 anos, de gamas intermédias já nem uma bateria original se arranja.

à medida é boa, a questão é que dá a ideia que as baterias podem ser substituídas em 30 segundos como antigamente.

mas não, não é isso. O processo pode continuar a ser demorado, apenas não pode ter é por exemplo a bateria colada, sensores que não podem ser reajustado s etc.

quando isto entrar em vigor as novas baterias de estado sólido (3x mais autonomia e mais ciclos antes de perder capacidade ) já estaram disponíveis pelo menos nos topos de gama, esta medida acaba por chegar tarde.
 
à medida é boa, a questão é que dá a ideia que as baterias podem ser substituídas em 30 segundos como antigamente.

mas não, não é isso. O processo pode continuar a ser demorado, apenas não pode ter é por exemplo a bateria colada, sensores que não podem ser reajustado s etc.

quando isto entrar em vigor as novas baterias de estado sólido (3x mais autonomia e mais ciclos antes de perder capacidade ) já estaram disponíveis pelo menos nos topos de gama, esta medida acaba por chegar tarde.
A questão é: essa medida vai resultar em terminais que as pessoas preferem em relação aos que existem hoje?

Não me parece.

Se assim fosse bastava a qualquer uma das big brands começar a vender os seus telefones com baterias removíveis e iriam dominar o mercado imediatamente. E todas elas gastam milhões em departamentos de marketing que estudam todas as formas possíveis de terem uma vantagem sobre a concorrência e nenhuma faz isso.


A obrigatoriedade de um determinado período de reparabilidade, ou a obrigatoriedade de disponibilizar peças originais e manuais de reparação seria uma medida extremamente boa, querer regular como é que um telefone é construído ou deixa de ser construído entra num campo que acho que só vai servir para que a Europa a prazo se torne numa ilha isolada do resto do mundo onde a inovação não pode acontecer, porque rapidamente chegamos a 2030 com uma lei imaginada em 2023 que estipula que os telefones têm que ser construídos como acontecia em 2013. E nós ainda nem sequer fazemos ideia da tecnologia que vai existir em 2030.

Já se começa a ver isso com a forma como a UE pretende super regular os serviços digitais com a UE a ser uma ilha em alguns serviços (p.ex. Bard que durante meses esteve ausente, Threads da Meta, ausente, etc.. etc...)
 
A questão é: essa medida vai resultar em terminais que as pessoas preferem em relação aos que existem hoje?

Não me parece.

Se assim fosse bastava a qualquer uma das big brands começar a vender os seus telefones com baterias removíveis e iriam dominar o mercado imediatamente. E todas elas gastam milhões em departamentos de marketing que estudam todas as formas possíveis de terem uma vantagem sobre a concorrência e nenhuma faz isso.


A obrigatoriedade de um determinado período de reparabilidade, ou a obrigatoriedade de disponibilizar peças originais e manuais de reparação seria uma medida extremamente boa, querer regular como é que um telefone é construído ou deixa de ser construído entra num campo que acho que só vai servir para que a Europa a prazo se torne numa ilha isolada do resto do mundo onde a inovação não pode acontecer, porque rapidamente chegamos a 2030 com uma lei imaginada em 2023 que estipula que os telefones têm que ser construídos como acontecia em 2013. E nós ainda nem sequer fazemos ideia da tecnologia que vai existir em 2030.

Já se começa a ver isso com a forma como a UE pretende super regular os serviços digitais com a UE a ser uma ilha em alguns serviços (p.ex. Bard que durante meses esteve ausente, Threads da Meta, ausente, etc.. etc...)


não discordo, até concordo com a maioria dos pontos, a regulação nestas áreas quando restritiva acaba por ter efeitos contrários, por não conseguir acompanhar a tecnologia.

mas baterias coladas e outras técnicas com o puro propósito de forçar as pessoas a usar apenas assistência certificada não é certamente algo que todos queriam.
 
não discordo, até concordo com a maioria dos pontos, a regulação nestas áreas quando restritiva acaba por ter efeitos contrários, por não conseguir acompanhar a tecnologia.

mas baterias coladas e outras técnicas com o puro propósito de forçar as pessoas a usar apenas assistência certificada não é certamente algo que todos queriam.



Eu não sou especialista no assunto, mas acho que só há duas formas de fazer as coisas:

- Ou as baterias são contidas pelo espaço disponível no chassis\tampa e aí não precisam de qualquer cola, mas o lado negativo é que vais ter telefones a explodir e a pegar fogo como aconteceu com os Galaxy Note 7.

- Ou existe folga para as baterias poderem expandir e contrair com as diferenças térmicas e ai, para não teres barulho de peças soltas dentro do telefone, a bateria tem que ser colada. Embora ainda haja quem usa cola difícil de tirar e que requer aquecimento prévio, atualmente a maioria dos fabricantes deixou-se disso e passou a usar bandas de cola ao estilo das "Tesa powerstrips" que basta puxar e soltam-se, até porque eles próprios depois têm que lidar com as reparações nos centros de reparação deles..

Se proibirmos a cola, vamos fazer como? Optamos pelos telefones explosivos e proibidos nos aviões, ou nos telefones que podes chocalhar para fazer música?
 
Eu não sou especialista no assunto, mas acho que só há duas formas de fazer as coisas:

- Ou as baterias são contidas pelo espaço disponível no chassis\tampa e aí não precisam de qualquer cola, mas o lado negativo é que vais ter telefones a explodir e a pegar fogo como aconteceu com os Galaxy Note 7.

- Ou existe folga para as baterias poderem expandir e contrair com as diferenças térmicas e ai, para não teres barulho de peças soltas dentro do telefone, a bateria tem que ser colada. Embora ainda haja quem usa cola difícil de tirar e que requer aquecimento prévio, atualmente a maioria dos fabricantes deixou-se disso e passou a usar bandas de cola ao estilo das "Tesa powerstrips" que basta puxar e soltam-se, até porque eles próprios depois têm que lidar com as reparações nos centros de reparação deles..

Se proibirmos a cola, vamos fazer como? Optamos pelos telefones explosivos e proibidos nos aviões, ou nos telefones que podes chocalhar para fazer música?

Dantes a maioria dos telemoveis tinham baterias amoviveis sem qq cola apenas a tampa traseira e não explodiam ou chocalhavam.
Acho que há uma grande confusão aqui, as baterias para expandirem é porque já têm algum problema, no caso samsung foi mau fabrico defeito o que lhe queiram chamar.
Uma bateria de litio nunca deve expandir no seu uso normal.
Quanto a aquecer baterias essa é uma das piores soluções que se podem praticar, pois as baterias degradam-se com temperaturas altas é precisamente uma das principais razões para a perda consistente de capacidade e até outros fenómenos mais extremos.
Os reparadores ou marcas podem fazê-lo pois estão-se a burrifar para o cliente, se a bateria sobreviver, tudo bem, se não, que se lixe o cliente volta lá de novo e paga uma bateria nova inflacionada, como na maioria dos casos.

Nada impede que se tenham telemoveis ou smartphones tecnologicamente evoluidos e com baterias amoviveis.
O contrario as baterias seladas/coladas e ou tampas traseiras coladas é uma restrição ao consumidor e grande vantagem para a marca que em muitos casos consegue gerir o produto em base da duração da bateria.
Muitos consumidores a bateria perder qualidades é sinónimo de troca de telemovel em vez de substituição apenas da bateria.
Isto porque á partida uma das soluções mais simples do passado foram retiradas ao consumidor, ele mesmo poder retirar a tampa e substituir ele mesmo a bateria.
 
Última edição:
Dantes a maioria dos telemoveis tinham baterias amoviveis sem qq cola apenas a tampa traseira e não explodiam ou chocalhavam.

Eu sou do tempo em que fazia parte do equipamento standard de um telefone um bocado de papel dobrado a entalar a bateria para não andar a dançar e fazer mau contacto.

Mas o defeito deve ser meu, que estou a ficar velho e ainda me lembro de como era essa "maravilha" que a legislação europeia vai trazer de volta e já não consigo entrar no entusiasmo lírico de achar que este tipo de restrições à inovação vão resultar em melhores produtos.


Volto a dizer. Que seja obrigatório garantir a reparabilidade, ou que seja obrigatório prestar serviços de troca de bateria durante X anos, da minha parte tem total apoio. Estar a decidir como é que um telefone pode ou não ser construído é estúpido e só vai contribuir para um isolamento tecnológico ainda maior da Europa. A Europa outrora uma potência tecnológica mundial, neste momento amarrada em tantos regulamentos, onde ninguém pode fazer nada que não esteja já regulamentado, aos poucos vai deixando de ser relevante em praticamente tudo: eletrónica, fabrico de chips, inteligência artificial, exploração espacial, carros elétricos.. etc.. etc.. E com os telefones vai acontecer a mesma coisa, qualquer dia só temos telefones como o Nokia C com uma tampa que desencaixa, uma bateria amovível e as restantes specs ao nível de 2013, tal como foi imaginado pelo legislador que sabe tudo sobre os consumidores.
 
Pessoal, trata-se do seguinte: Tenho um familiar adulto com um ligeiro atraso cognitivo que vivendo num local rural precisa de um telemóvel. Vive com os pais e todos trabalham o campo. O problema é que cada vez que tem um telemóvel novo faz despesas enormes (números de valor acrescentado, chamados para os estrangeiro, subscrição de serviços..).

Há algum aparelho, ou forma de limitar as possibilidades de uso do telemóvel? Tipo 5 números para os quais possa ligar e receber chamadas apenas?
 
Na Vodafone (pelo menos até há algum tempo atrás) era possível barrar chamadas de valor acrescentado, chamadas internacionais, dados móveis, etc, etc...
 
Pessoal, trata-se do seguinte: Tenho um familiar adulto com um ligeiro atraso cognitivo que vivendo num local rural precisa de um telemóvel. Vive com os pais e todos trabalham o campo. O problema é que cada vez que tem um telemóvel novo faz despesas enormes (números de valor acrescentado, chamados para os estrangeiro, subscrição de serviços..).

Há algum aparelho, ou forma de limitar as possibilidades de uso do telemóvel? Tipo 5 números para os quais possa ligar e receber chamadas apenas?

Cartão pré pago.
 
Pessoal, trata-se do seguinte: Tenho um familiar adulto com um ligeiro atraso cognitivo que vivendo num local rural precisa de um telemóvel. Vive com os pais e todos trabalham o campo. O problema é que cada vez que tem um telemóvel novo faz despesas enormes (números de valor acrescentado, chamados para os estrangeiro, subscrição de serviços..).

Há algum aparelho, ou forma de limitar as possibilidades de uso do telemóvel? Tipo 5 números para os quais possa ligar e receber chamadas apenas?
Algo deste gênero, digo eu...

https://www.nos.pt/movel/tarifarios...5LyjsYRvTk97wa3cpmkaAoYtEALw_wcB&gclsrc=aw.ds
 
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