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Ando com um dilema importante. E já tive inúmeras opiniões de técnicos, conhecidos e amigos por isso acho q as vossas, mais distantes, mal não farão.
Um dos meus filhos anda no infantario e sempre se revelou mt precoce, com uma habilidade manual, rapidez de raciocínio e discurso q faz pasmar a família e amigos.
"Sobredotado" dizem uns, "fora do normal" dizem outros, nomes q sempre me opus e recuso pq não acho q seja nada disso. Apenas um miúdo c uma inteligência ou desenvoltura maior para a idade, fruto de ter sido sempre mt estimulado pelos pais. Como os irmãos, aliás.
E a última coisa q preciso é de uma criança catalogada pelos adultos, tipo atração de feira, à espera do q vai dizer a seguir...ou olhada c desconfiança pelos irmãos e amigos, como "diferente".
Mas como sou leigo, e depois de mta insistência da minha mulher, optamos por ir a uma pedopsicóloga q lhe fez uma série de testes (nada de fios na cabeça, tenham calma!), apenas conversa, desenhos, jogos...testes mt divertidos e extremamente interessantes, q ele adorou. Alguns na presença dos pais, outros sozinho.
No final da "consulta" a psicóloga foi de opinião q a criança tinha um desenvolvimento cognitivo e pessoal (capacidade de estar concentrado e atento X tempo, capacidade de fazer um desenho em q lhe era pedido para desenhar 4 coisas consecutivas, etc) mt acima da sua idade física. Atenção q nunca referiu ser sobredotado. Mas sugeriu q devia entrar na escola mais cedo, ir p uma escola específica e não escola pública...enfim. O q pretendia ser esclarecedor para mim, suscitou-me ainda mais dúvidas.
Agora não sei se devo colocar a criança mais cedo na escola, se o vou fazer perder os melhores anos da sua infância e ingenuidade, sobrecarregando-o c as responsabilidades inerentes ao ensino básico qd devia estar a gozar as brincadeiras da sua idade... Por outro lado, posso estar a refrear a vontade de aprender, a capacidade de desenvolvimento dele, tentando q seja igual aos outros.
Muitas dúvidas... E poucas certezas
Eu gostaria de conhecer a tua amiga doutoranda que proferiu tal afirmação, pois tal frase revela desconhecimento sobre a temática em questão.
Aconselho uma revisão simples do estudo de Terman que, apesar de ser algo redutor, poderá dar algumas indicações sobre a evolução de um indivíduo sobredotado ao longo da sua vida. Isto para uma elucidação simples, pois para quem está mais interessado na problemática sugiro que procurem os trabalhos de Renzulli, Gagné, Sternberg ou Mönks.
Se tiverem dificuldade em encontrar os trabalhos destes autores, sugiro que leiam a tese de doutoramento de Oliveira, que está online.
Relativamente às características observáveis das crianças sobredotadas (pois existem muitas conceptualizações diferentes que não irei referir senão amanhã ainda estaria aqui), estas apresentam, frequentemente, um desenvolvimento precoce da linguagem, da leitura e da locomoção; são muito observadoras, extremamente curiosas e possuem uma excelente memória. O seu pensamento é fluente e flexível, manifestam competências de argumentação desenvolvidas e capacidades de abstracção, conceptualização e síntese elevadas, com facilidade na compreensão e estabelecimento de relações e proposições entre ideias; revelam ser cépticos, críticos e avaliativos, e demonstram possuír uma imaginação invulgar e elevada originalidade na resolução de problemas. Estas crianças revelam gosto por novas aprendizagens, que são realizadas mais rapidamente do que os alunos regulares e com menor recurso à prática e à repetição; estes alunos apresentam, normalmente, um vocabulário extenso e uma capacidade de concentração elevada. Ao nível sócio-emocional, os alunos sobredotados apresentam níveis de sensibilidade elevados e possuem uma consciência moral desenvolvida; revelam, frequentemente, um bom sentido de humor e são perfeccionistas nas actividades que realizam, para as quais possuem uma motivação intrínseca.
No entanto, os alunos sobredotados apresentam, frequentemente, um desenvolvimento assíncrono: enquanto que o desenvolvimento cognitivo é significativamente superior à média para a sua idade, o desenvolvimento físico e emocional encontra-se nos níveis normais. Os alunos sobredotados conseguem compreender, intelectualmente, concepções abstractas, mas não possuem capacidades para lidar emocionalmente com algumas concepções, o que pode provocar preocupações sobre determinados conceitos como a morte, o futuro e a sexualidade. O desfasamento entre os níveis de desenvolvimento intelectual e físico pode despoletar sentimentos de frustração quando um aluno consegue delinear todos procedimentos envolvidos na realização de uma tarefa, mas a sua capacidade física não permite efectivar aquilo que ele tinha concebido. As elevadas capacidades de argumentação e de linguagem podem também provocar alguns problemas devido à incompreensão, pelos seus pares, da mensagem que tentam expressar; em contexto de sala de aula, as intervenções mais rebuscadas podem ser interpretadas pelos professores como atitudes desafiantes, o que resulta frequentemente em repreensões; se associarmos a estas situações a elevada sensibilidade relativamente a críticas recebidas, estes alunos podem desenvolver sentimentos de rejeição, inferioridade e frustração, tornando-se tímidos. A timidez e a retracção em relação a certas situações podem resultar, também, das elevadas capacidades de observação e compreensão de situações, pois estes alunos preferem emitir juízos e considerações só depois de possuírem todos os dados passíveis de serem recolhidos. Noutras situações, o perfeccionismo intrínseco destes alunos pode provocar o medo de falhar, o que pode fazer com que simplesmente deixem de tentar realizar actividades para as quais não sintam confiança nas suas capacidades; as elevadas expectativas frequentemente criadas pelos pais e professores em torno dos alunos sobredotados também podem provocar a falta de confiança. Em contexto escolar, os alunos sobredotados ficam frequentemente aborrecidos, o que se reflecte nas suas aprendizagens; esta situação deve-se ao facto destes alunos aprenderem muito mais rapidamente do que os seus colegas não sobredotados: enquanto que um aluno regular necessita de exposição repetida das mesmas informações e realização consecutiva de vários exercícios do mesmo género para assimilar adequadamente os conhecimentos, os alunos sobredotados não necessitam de tal redundância; esta redundância aborrece-os e provoca, frequentemente, desmotivação, o que pode provocar consequências negativas na sua aprendizagem. Outra situação problemática passível de acontecer em contexto escolar é o isolamento, como resultado da rejeição pelos pares que desenvolvem uma imagem negativa destes alunos; em casos mais extremos podem acontecer situações de bullying. Estas situações podem desencadear uma aversão à escola.
Infelizmente, a ideia de que os alunos sobredotados terão sucesso educativo sem receberem nenhum apoio específico encontra-se ainda enraizado nos pensamentos menos esclarecidos que dominam a sociedade.
Numa perspectiva inclusiva, se é incorrecto tratar de forma diferente aqueles que são iguais, também é incorrecto tratar aqueles que são diferentes de forma igual.
Manucas eu acho que devia ler este tópico e enviar uma pm ao user silversurf, que me parece um expertise na área. []
http://forum.autohoje.com/off-topic/30326-caracteristicas-basicas-de-um-sobredotado.html
Com tanta mania dos pais, quando acontece, temos medo que pensem que são coisas menos correctas, mas devemos encarar as coisas de forma a ajudar a criança a desenvolver as suas potencialidades e,...devemos fazê-lo o melhor que soubermos para felicidade deles. []
para abrir o apetite,...
Olá a todos,
Só agora descobri este tópico.
Sou pai de um menino, quase a fazer 15 meses, e para já tem sido um descanso. Bem, descanço talvez não.
Desde que nasceu que foi um menino calmo, não deu nenhuma preocupação, não esteve doente, não sentimos que alguma vez tivesse cólicas, dormiu sempre muito bem, enfim......um santinho.
Aos 11 meses começou a andar, mesmo sem antes gatinhar, e agora ninguém o pára.
É muito activo e divertido. É a luz dos meus olhos.
O único erro que cometemos foi ele começar a dormir na nossa cama. Não por comodidade, só que no Inverno achámos que ele estaria mais aconchegado no nosso meio.
Agora é dificil tirá-lo...................... não por ele mas por nós.
Sei que é um erro mas recuso-me a dormir sem o meu menino ao meu lado.
Já não passo sem a face dele deitada na travesseira a olhar para mim, sem as brincadeiras com a travesseira, sem os beijinhos que lhe dou quando ele adormece. Acordar com ele ao meu lado é o melhor do dia, desculpem o lamechismo mas eu AMO-O TANTO.
Já agora deixo um conselho aos futuros papás, se puderem e quiserem não deixem de assistir ao parto.
O meu filho foi de cesariana(ou será ceseriana) e foi um dos momentos mais felizes da minha vida. E filmei tudo.
Não é facil, não é bonito, mas é recompensador.
Um abraço a todos e se precisarem de mim, estou á disposição.
Equipamento do meu menino:
Carrinho Quinny Buz (quatro rodas / Preto)
Alcofa Quinny (Preta) - muito pouco uso
Babycoq - MaxiCosi com chassis isofix
Agora no carro - Maxicosi Priorifix (Preta e cinza)
Maxi-Cosi products - pt-pt
Esta cadeira prende com sistema isofix que aconselho a todos pela facilidade com que se tira e põe e principalmente pela segurança.
São mais caras mas valem bem a pena.
Um abraço.
Então e quando queres ter mais intimidade com a tua mulher?...
Deve ser estranho ter a criança ali ao lado [] [
]
- Para isso é que existe o quarto de hóspedes. Felizmente temos poucas visitas.[]
Na minha opinião, acho que é um grande erro levar as crianças para a cama dos pais, depois quando os querem tirar de lá não conseguem.
Mas cada um sabe de si! []
Então e quando queres ter mais intimidade com a tua mulher?...
Deve ser estranho ter a criança ali ao lado [] [
]
Na minha opinião, acho que é um grande erro levar as crianças para a cama dos pais, depois quando os querem tirar de lá não conseguem.
Mas cada um sabe de si! []
Olá a todos,
Só agora descobri este tópico.
Sou pai de um menino, quase a fazer 15 meses, e para já tem sido um descanso. Bem, descanço talvez não.
Desde que nasceu que foi um menino calmo, não deu nenhuma preocupação, não esteve doente, não sentimos que alguma vez tivesse cólicas, dormiu sempre muito bem, enfim......um santinho.
Aos 11 meses começou a andar, mesmo sem antes gatinhar, e agora ninguém o pára.
É muito activo e divertido. É a luz dos meus olhos.
O único erro que cometemos foi ele começar a dormir na nossa cama. Não por comodidade, só que no Inverno achámos que ele estaria mais aconchegado no nosso meio.
Agora é dificil tirá-lo...................... não por ele mas por nós.
Sei que é um erro mas recuso-me a dormir sem o meu menino ao meu lado.
Já não passo sem a face dele deitada na travesseira a olhar para mim, sem as brincadeiras com a travesseira, sem os beijinhos que lhe dou quando ele adormece. Acordar com ele ao meu lado é o melhor do dia, desculpem o lamechismo mas eu AMO-O TANTO.
Já agora deixo um conselho aos futuros papás, se puderem e quiserem não deixem de assistir ao parto.
O meu filho foi de cesariana(ou será ceseriana) e foi um dos momentos mais felizes da minha vida. E filmei tudo.
Não é facil, não é bonito, mas é recompensador.
Um abraço a todos e se precisarem de mim, estou á disposição.
Equipamento do meu menino:
Carrinho Quinny Buz (quatro rodas / Preto)
Alcofa Quinny (Preta) - muito pouco uso
Babycoq - MaxiCosi com chassis isofix
Agora no carro - Maxicosi Priorifix (Preta e cinza)
Maxi-Cosi products - pt-pt
Esta cadeira prende com sistema isofix que aconselho a todos pela facilidade com que se tira e põe e principalmente pela segurança.
São mais caras mas valem bem a pena.
Um abraço.
Então e quando queres ter mais intimidade com a tua mulher?...
Deve ser estranho ter a criança ali ao lado [] [
]
Na minha opinião, acho que é um grande erro levar as crianças para a cama dos pais, depois quando os querem tirar de lá não conseguem.
Mas cada um sabe de si! []
O nosso dormiu sempre sozinho na cama dele. Nos primeiros meses no nosso quarto, a partir de determinada altura, passou para o quarto dele.
Está a uma semana de fazer 20 meses. []
Pois, sobre este assunto também me falaram muito quando estive grávida...
Aconselharam-me a tentar po-la a dormir no quarto dela logo que possível... e a verdade é que, até posso ser radical de mais, ela passou a dormir as noites no quarto dela com cerca de 15 dias... é verdade... Ao inicio custou bastante porque fartava-me de me levantar durante a noite para ir ao quarto dela acalmá-la, alimentá-la, mudar-lhe a fralda, etc... mas depois também facilitou porque nunca estranhou o espaço e começou a dormir cada vez melhor...
Não me arrependo nada, mas sei que é difícil e que quanto mais tempo os tivermos ao nosso lado mais deve custar.
Cada um segue o seu instinto e faz aquilo que acha melhor...[]