Tópico dos Papás!! E Mamãs

Ficar nos avós até "tarde" (3/4 anos). Tem coisas boas e más.

Se por um lado pode até ter um pouco mais de atenção, fica mais protegido de doenças.
Mas por outro lado, irá sempre aprender menos (a menos que os avós sejam muito activos e imaginaticos).
Algumas doenças dão de facto mais imunidade, pelo que se não apanha com 1 ou 2 anos, vai apanhar mais tarde.

A minha na escola tem música, inglês e ginástica. 3 actividades que acaba por ganhar muita destreza e que por vezes em casa do avós não teria.

O que perde um pouco na escola é sair. Com os avós pode ir as compras, ao parque, ver o mar, animais o que na escola é mais limitado.

Uma coisa que noto em muitos míudos é que com os avós, a linguagem demora mais a desenvolver. Os avós acham sempre piada às palavras que as crianças "inventam", e repetem, não os corrigem.

Uma coisa que me "chateava" era quando as pessoas falavam "à bébé" para os meus filhos... eles têm de ouvir as palavras como são (água, carne, sopa, etc) e não uma balbucia qualquer...
 
Uma coisa que noto em muitos míudos é que com os avós, a linguagem demora mais a desenvolver. Os avós acham sempre piada às palavras que as crianças "inventam", e repetem, não os corrigem.

Uma coisa que me "chateava" era quando as pessoas falavam "à bébé" para os meus filhos... eles têm de ouvir as palavras como são (água, carne, sopa, etc) e não uma balbucia qualquer...

Também nunca permiti isso.

Mas os avós é uma raça à parte... Quando eram nossos pais era tudo corrido a pontapé. Com os netos é tudo coitadinhos. [:)]
 
Uma coisa que noto em muitos míudos é que com os avós, a linguagem demora mais a desenvolver. Os avós acham sempre piada às palavras que as crianças "inventam", e repetem, não os corrigem.

Uma coisa que me "chateava" era quando as pessoas falavam "à bébé" para os meus filhos... eles têm de ouvir as palavras como são (água, carne, sopa, etc) e não uma balbucia qualquer...

Relativo. O meu filho corrige quando lhe falam à bebé. Tipo, "não se diz popó, é carro". Hoje estavamos a almoçar e a passar as notícias e ele vai perguntando: "papá, o que quer dizer gnr, o que quer dizer embarcação...etc".

E desde os 2 anos e pouco agradecia era que conseguisse estar calado 5 minutos seguidos. Até a dormir faz diálogos, ri-se. É a loucura. [:D]
 
Uma coisa que noto em muitos míudos é que com os avós, a linguagem demora mais a desenvolver. Os avós acham sempre piada às palavras que as crianças "inventam", e repetem, não os corrigem.

Uma coisa que me "chateava" era quando as pessoas falavam "à bébé" para os meus filhos... eles têm de ouvir as palavras como são (água, carne, sopa, etc) e não uma balbucia qualquer...

E pessoas que se referem a carne como "chicha"?! Até fico com os cabelos em pé!
 
Relativo. O meu filho corrige quando lhe falam à bebé. Tipo, "não se diz popó, é carro". Hoje estavamos a almoçar e a passar as notícias e ele vai perguntando: "papá, o que quer dizer gnr, o que quer dizer embarcação...etc".

E desde os 2 anos e pouco agradecia era que conseguisse estar calado 5 minutos seguidos. Até a dormir faz diálogos, ri-se. É a loucura. [:D]

Sim, é relativo. Mas achas que a maioria é como o teu filho? O meu filho não corrigia (também eu não lhe dava tempo), mas chegou a dizer-me "o Zé tem 5 anos e não sabe dizer água" (o puto dizia buba ou coisa que o valha, e a avó também).


E pessoas que se referem a carne como "chicha"?! Até fico com os cabelos em pé!

"chicha" soa-me sempre a conversa de bar de alterne [:)][:)][:)]
 
Sim, é relativo. Mas achas que a maioria é como o teu filho? O meu filho não corrigia (também eu não lhe dava tempo), mas chegou a dizer-me "o Zé tem 5 anos e não sabe dizer água" (o puto dizia buba ou coisa que o valha, e a avó também).




"chicha" soa-me sempre a conversa de bar de alterne [:)][:)][:)]

Não... claro que não. Não tivesse eu trabalhado com mais de 1000 crianças em 15 anos em que estive ligado ao ensino. Não sei se volto. [:D] Só se a bolha imobiliária rebentar outra vez e o resto também deixar de dar rendimento. E, mesmo assim, não sei se deito fora a licenciatura e penso noutra área qualquer. [:)]:sh)
 
Não... claro que não. Não tivesse eu trabalhado com mais de 1000 crianças em 15 anos em que estive ligado ao ensino. Não sei se volto. [:D] Só se a bolha imobiliária rebentar outra vez e o resto também deixar de dar rendimento. E, mesmo assim, não sei se deito fora a licenciatura e penso noutra área qualquer. [:)]:sh)

Logo tu que tens esse background [;)]

Eu ia ouvindo o que algumas professoras primárias me contavam, e era de bradar aos céus... as primeiras semanas dos primeiros anos eram alguma coisa de emocionante.
 
Ainda a respeito das palavras, a única coisa com que temos tido algum cuidado, não sei se infundado ou não, é com a comida. Por exemplo, quando nos referimos ao alimento, come frango e não galo ou galinha; come carne e não porco, vaca, etc. Isto porque não sei se terá maturidade suficiente para perceber que está a comer o animal que vê vivo.
Se calhar começo a perceber que esta preocupação não faz sentido porque no caso do peixe ela vê-nos a comprar e depois em casa a preparar e nunca fez nenhum comentário que me levasse a crer que isso a incomoda de alguma forma.

Outra situação do género foi quando o nosso gato ficou doente e foi ao veterinário. Tinha ido ao "Sr. Doutor", ficou internado e não voltou porque acabou por morrer. Tentámos encontrar a nossa forma de explicar o sucedido (uma dor de cabeça) e substituímos a referência às nossas idas e às dela pelo "médico" com receio que começasse a recusar ir ou que ficasse com medo, principalmente agora que a mãe está grávida, tem ido a imensas consultas e vai inevitavelmente passar umas noites lá.
 
Sou da opinião que se deve explicar o mundo tal como ele é. O que vai fazer, como vai fazer, etc. Compreendo a limitação e a ideia de não criar determinados "traumas", mas a vida não é cor-de-rosa. O meu pai faleceu em 2019, o meu filho pouco se lembra dele, mas pede sempre para ir ao cemitério visitar o "avô do céu". E pergunta, porque não está cá, o que aconteceu, sabe que esteve doente, por causa de fumar muito e que morreu, mas não deixo sempre de relembrar o quanto ele gostava dele, que ainda conseguiu estar com ele uns dias, que gostava de lhe dar colo, atenção, brincar com ele. Não deixa de ser um tipo de conversa difícil de teres com qualquer criança, quanto mais com o teu filho, mas não pinto o que não é. Aconteceu, sabe que aconteceu, lida disso à sua forma, ou tentamos que lide com isso da melhor forma. Noto-lhe alguma tristeza no olhar, mas ao mesmo tempo alegria e sentido de felicidade quando se fala no avô.

Acho que, obviamente com cuidado e se nos sentirmos inseguros a explicar determinado contexto a uma criança ou não percebamos ainda muito bem como ele vai reagir a determinadas informações e como vai processar as mesmas é preferível não o fazer, devemos enquadrar a realidade dentro do contexto de entendimento deles para crescerem a todos os níveis. Se lhe dermos a "zona de conforto" certa, não me parece descabido.

Mas, como em tudo, das primeiras coisas que já levava da minha formação como professor é que "não há fórmulas". Todos somos diferentes e as crianças não são excepção.
 
Com os meus, o primeiro "impacto" com a morte foi quando perguntaram a mim e à mulher porque não tínhamos avós... lá tivemos de explicar que já tinham morrido, porque eram muito velhinhos. Começaram com as perguntas de "E quando vocês forem velhinhos?" e aí desviamos a conversa...

Depois veio a morte de uma gata, e foi duro, porque adoravam a bicha... mas lá se geriu.

A melhor foi quando respondi à mais velha (ainda era pequena) à pergunta "o que é o cemitério?" com "é para onde as pessoas vão quando morrem" e ela pergunta "se morrem, como é que vão?" [:)][:)][:)]
 
Daqui para frente acho que sim, concordo contigo. Não referi a idade dela, estamos a falar de um acontecimento que ocorreu ainda não tinha 2 anos e meio e está agora a 2 meses de fazer 3 anos. Acho que não tinha e talvez e ainda não tenha capacidade de perceber o que aconteceu, ela lidava com o gato diariamente, brincava com ele, dava-lhe de comer. Não era uma figura que sempre esteve "ausente".

EDIT: Claro que explicámos o sucedido, sem entrar em muitos detalhes, mas o receio de que podia achar que indo ao "Sr. Doutor" se podia ficar lá e não voltar, fez-nos arranjar um nome alternativo para o nosso médico, que acaba por ser o mais correcto: médico [:D]
 
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Entretanto lá chegou o dia em q pago mais de escola (duas crianças) do q prestação da casa. Enfim.


Tb parece q andam por aí viroses agressivas na criançada ao nível de infecções respiratórias.

Já foi a terceira vez q malta da saúde me falou disso em menos de uma semana.

Nada q não se esperasse, verdade.
 
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Entretanto lá chegou o dia em q pago mais de escola (duas crianças) do q prestação da casa. Enfim.


Tb parece q andam por aí viroses agressivas na criançada ao nível de infecções respiratórias.

Já foi a terceira vez q malta da saúde me falou disso em menos de uma semana.

Nada q não se esperasse, verdade.
Opa, por cá já andou a rodar algumas coisas estranhas. Na semana passada, ambos a ficarem com bastante tosse, o mais novo com uma ponta de febre. Muita sonolência, nariz sempre a pingar. Passado 2 dias estavam como se nada fosse. O mais velho, começou a seguir, sem febre, mas também com muita sonolência, nariz muito congestionado. Quinta a noite, por precaução, e apesar de já estar vacinado para o covid, fizemos um teste rápido, que deu negativo. Ontem, ficou em casa, foi ao médico e disse o mesmo que tu. Anda aí muitas viroses. Receitou um anti-histaminico, e Brufen. Hoje de manhã acordou como se não tivesse nada
 
Esses sintomas ainda não apanhei.

Mas na escola dela já me disseram duas vezes que andam ai umas Gastro com diarreias. Mas a minha como é complicado de ir fazer o nº2, nem isso lhe pega. [:D]

Ao fim de 3 dias de escola teve um pouco de febre, mas acho que foi nervosismo da mudança.
 
Já agora pais de miúdos com 3/4 anos.

Os vossos brincam muito sozinhos?
A minha procura sempre muito a companhia minha ou da mãe.
As vezes nem ao Tablet liga... Quer é fazer coisas connosco. E as brincadeiras são quase sempre as mesmas. [s)]
 
A minha de 3 anos está no hospital agora, foi ontem e voltou hoje, provavelmente para ficar hospitalizada, está há 3 dias sem conseguir comer nada, vomita tudo, começou 6a com diarreia intensa e vómitos, diarreia parou porque não tem mais nada mas vomito não pára, foi ao hospital ontem e deram umas cenas mas não aguenta nada, está mesmo fraca e desidratada .

Uma gastroenterite aguda, estou aqui com o coração mas mãos à espera que a mulher diga qq coisa..
 
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@SilverArrow
Por aqui a pequena também quer muita atenção e a maior parte das brincadeiras pede para o fazer com ela, de vez em quando lá brinca um bocado sozinha mas é sol de pouca dura
@Rasec
As melhoras para a tua pequena, vais ver que vai estar de volta a casa em breve
Tudo de bom
 
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