Tópico dos aviões

stratoliner_03.jpg

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Faz sentido a aerodinâmica dos aviões apromixar-se das aves, afinal essas são naturalmente eficazes em termos de vôo, mas neste caso,e apesar de ser um protótipo, penso ser totalmente irrealista. Como é se aterra com aquelas asas quase a tocar o solo, em condições de crosswind, por exemplo?
 
Bem, isto são apenas uns bonecos.
Estou tão curioso como tu para ver algo semelhante ao vivo e a cores.
Esperemos que saia pelo menos um protótipo de testes deste projecto.
 
Já agora, no domingo pareceu-me ver um KLM com pintura retro a partir da Portela. Infelizmente não tinha máquina à mão [s)]

Pareceu-me igual a este:

klm3.jpg
 
Hoje às 13h00 descolou da Portela um turbo-hélice que me pareceu ser da PGA.

O que me leva a relatar isto é que nunca tinha visto um avião a fazer uma curva tão apertada e num ângulo daqueles, quase de certeza que ia vazio ou então se ia alguém sem cinto ficou colado às janelas.

Levantou no sentido Sul-Norte e depois voltou para trás no sentido do Colombo.
 
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Hoje às 13h00 descolou da Portela um turbo-hélice que me pareceu ser da PGA.

O que me leva a relatar isto é que nunca tinha visto um avião a fazer uma curva tão apertada e num ângulo daqueles, quase de certeza que ia vazio ou então se ia alguém sem cinto ficou colado às janelas.

Levantou no sentido Sul-Norte e depois voltou para trás no sentido do Colombo.

Seria um Beechcraft Raytheon 1900D, um dos dois que operam pela PGA Express, pela Omni.
Registos CS-TMV e CS-TMU
Já os consegui apanhar, em line up, na mesma fotografia :

CS-TMV + CS-TMU by Pedro Ochôa, on Flickr

Vazios também já os vi descrevem curvas bem apertadas apr:)
 
Três anos depois da data inicialmente prevista, a Boeing entregou o primeiro B787 Dreamliner à transportadora japonesa All Nippon Airlines (ANA). O avião, mais leve e económico que o normal, segundo a Boeing, deverá voar para Tóquio já amanhã de manhã.
Com metade da estrutura feita à base de fibra de carbono e outros materiais leves e com uma redução no consumo de combustível em 20%, o B787 Dreamliner tem capacidade para transportar entre 210 e 250 passageiros e uma autonomia até 15.200 quilómetros, que permite realizar uma ligação entre Tóquio e Nova Iorque sem necessidade de escalas.

Depois de vários atrasos na entrega do B787 Dreamliner, a ANA e a Boeing formalizaram ontem o contrato de entrega do primeiro exemplar para voos de longo curso. Devido a problemas de construção do avião, este acabou por não ser entregue à companhia aérea japonesa em 2008, como previsto, e novamente em duas datas posteriormente agendadas. Estes atrasos custaram à norte-americana Boeing vários milhares de milhões de dólares. Em Agosto deste ano, o B787 recebeu finalmente o certificado das autoridades europeias e norte-americanas para voar comercialmente.

O B787 Dreamliner será utilizado pela ANA para ligações domésticas e internacionais, estando previsto que a primeira ligação comercial de longo curso seja entre Tóquio a Frankfurt, já a partir de Janeiro de 2012. Um mês antes, o aparelho deverá começar a voar entre Tóquio e Pequim.

Scott Fancher, vice-presidente da Boeing e responsável pelo projecto do B787, garante que o Dreamliner vai alterar a aviação comercial pela sua tecnologia avançada e “design”. Fancher compara mesmo o aparelho ao Jumbo, um dos aviões mais conhecidos da história da aviação pela sua capacidade de transporte e velocidade.

Fonte:B787 Dreamliner entregue à japonesa ANA após três anos de atraso - Economia - PUBLICO.PT
Porra só ao fim de 3 anos após a data prevista é que se lembraram de entregar o avião.
 
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Acho que ele está a querer dizer que tem pena de um avião como o A350 ir parar a uma companhia rasca como a AirFrance [;)]

E se for esse o caso, eu concordo plenamente.

Até 2018 muita coisa muda. Por acaso estou curioso com esta nova geração de aviões, pois não concordando com o que se fez, pois acho que a utilização de compósitos na aviação exigia uma mudança de paradigma, e uma evolução a nível da aerodinâmica, através da aplicação de tecnologia que já existe. Acho que estes aviões serão uma boa test bench de materiais compósitos, no entanto, teria sido mais barato e talvez com melhor custo/benefício fazer um re-engine do A330, 777, 767, A-380, juntamente com algumas melhorias aerodinâmicas. Bons exemplos disso são o 747-800, os novos A320 neo e 737-max.
 
Até 2018 muita coisa muda. Por acaso estou curioso com esta nova geração de aviões, pois não concordando com o que se fez, pois acho que a utilização de compósitos na aviação exigia uma mudança de paradigma, e uma evolução a nível da aerodinâmica, através da aplicação de tecnologia que já existe. Acho que estes aviões serão uma boa test bench de materiais compósitos


Só espero que não haja nenhum acidente "inexplicável" nos primeiros tempos de utilização destes novos aparelhos, pois isso poderia colocar todo o processo em causa.
 
????????????????????????????????????

faz tipo parte do processo de certificação
se aguentar na air france, vai aguentar em qualquer companhia :sh)

Caso o calendário do A350 não se atrase, o 787 acabou por perder boa parte do avanço que trazia com tanto atraso.

ja vai com 2 anos de atraso para a versão 800 e para a 1000

confere! vi-o a aterrar! impressionante também a distancia em que ele aterra :)

pouco peso, e ainda reverse
 
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