Tópico dos aviões

O protótipo do KC-390 da Embraer. Quando estiver em produção as asas e cauda serão fabricadas na Embraer Évora
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Nops, substituto do UH-60 Black Hawk.

[;)]

No papel sim, mas a curto prazo o que se sabe é que os Blackhawk vão continuar a ser modernizados e os V-22 deixaram de ser comprados pelas forças armadas dos States. Os que estão a ser construídos vão ser para exportação. Seja como for, na próxima década iremos ver novas máquinas com a tecnologia usada no V-280 e S-97 para substituir os Apaches, Blackhawks, Chinooks e Kiowas.

Já tinha colocado 2 páginas atrás mas aqui fica o link do S-97:

The 270 MPH Sikorsky S-97 Raider Is The Batmobile Of The Skies
 
Parece que desta a intenção é para avamçar mais:


[h=1]Governo com “intenção séria” de comprar avião militar da Embraer
[/h] Cátia Simões
00:05 Ministro da Defesa revelou que será preparado um caderno com os requirimentos da Força Aérea Portuguesa para seis aviões mas ainda não há preço.
O Governo português mantém uma "intenção séria" de comprar o cargueiro militar da Embraer, o KC-390, que ontem foi apresentado e que conta com a participação de várias empresas portuguesas na sua fabricação.

"Na carta de intenções temos referidos seis aeronaves. Agora estamos no processo de formação da vontade. Está a ser apresentado um caderno de requerimentos da Força Aérea Portuguesa e essa proposta será analisada por parte da Embraer. Aí poderemos fazer uma avaliação mais definitiva, mas a intenção é séria", disse ao Diário Económico o ministro da Defesa, José Pedro Aguiar-Branco, à margem da cerimónia de ‘roll out' do KC-390. O governante reafirmou que o objectivo é tomar uma decisão até ao final do ano, altura em que a nova lei de programação militar será apresentada.

"Portugal participa neste projecto de forma séria e honesta. A sua participação na área industrial está ser cumprida da forma como estava programado e a intenção de compra também dentro do que foi programado", frisando que todas as empresas portuguesas cumpriram os calendários de entrega.

Questionado sobre se já há algum preço de tabela para o aparelho, que fará os primeiros voos de teste no final do ano e começará a ser comercializado no final de 2016, o ministro afirmou apenas que "na definição dos requisitos e na oferta tem de ser fixado um preço. Depois de termos a proposta e o preço estaremos em condições de decidir". Também Jackson Schneider, presidente da Embraer e Defesa, escusou-se a falar de preço, referindo apenas que o avião será "muito competitivo". "O preço dependerá do que cada cliente quiser que o avião inclua." Ogestor precisou ainda que "este é um projecto conjunto com as indústrias de Defesa da Argentina, Portugal e República Checa", destacando ainda as cartas de intenções destes três países para a compra do avião.




Governo com ?intenção séria? de comprar avião militar da Embraer | Económico
 
Em quê?

Este ao contrário dos outros 2 em que "ajudamos" a Airbus e as suas subsidiárias sem receber nada em troca (e ainda vamos ter que pagar uns "trocos" de indemenizações), fabricamos peças e temos parte activa na sua produção.

Queres explicar essa história? :) (para quem não está a par)
 
O facto de ter turbinas em vez de hélices não gera problemas se tiver de aterrar 'no meio da selva' como os C130 fazem ?

Os C-17 também têm turbinas e fazem missões no meio da selva, além de outros aviões do género (por exemplo os russos AN-72 e II-76).

No fundo é tudo uma questão de custo/benefício.
 
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