Tópico dos aviões

Acho as escolhas de Belgrado e Tallinn um pouco estranhas.

Tendo em conta a expansão da TAP na América do Sul e Central estes dois destinos podem ter sido pensados no âmbito de LIS funcionar como um hub para a Estónia e Sérvia. Por exemplo de Tallin para o Rio (só com uma escala) até agora só era possível pela Lufthansa via Frankfurt. De Belgrado só Lufthansa e Air France, via Frankfurt e Paris respectivamente.

Pode ter sido isto ou não, é apenas uma ideia.
 
Tendo em conta a expansão da TAP na América do Sul e Central estes dois destinos podem ter sido pensados no âmbito de LIS funcionar como um hub para a Estónia e Sérvia. Por exemplo de Tallin para o Rio (só com uma escala) até agora só era possível pela Lufthansa via Frankfurt. De Belgrado só Lufthansa e Air France, via Frankfurt e Paris respectivamente.

Pode ter sido isto ou não, é apenas uma ideia.

A política da TAP é mesmo fazer ligações directas com Portugal ou via Portugal, principalmente, para a África e o Brasil. Mas por um lado a Estónia é um país muito pequeno e não imagino haver muita procura para a África ou para a América Latina na Sérvia. Por outro lado, acho que Belgrado não terá grande interesse turístico para os portugueses e não sei até que ponto os sérvios querem ou podem vir a Portugal.
 
A política da TAP é mesmo fazer ligações directas com Portugal ou via Portugal, principalmente, para a África e o Brasil. Mas por um lado a Estónia é um país muito pequeno e não imagino haver muita procura para a África ou para a América Latina na Sérvia. Por outro lado, acho que Belgrado não terá grande interesse turístico para os portugueses e não sei até que ponto os sérvios querem ou podem vir a Portugal.

Atenção que a Estónia é um dos paises da Europa que se está a aguentar melhor, e com muito boas perspectivas de crescimento..

A maioria das rotas que a TAP opera no médio curso, tem em grande parte o objectivo de alimentar os aviões de longo curso que partem para as américas.
 
A política da TAP é mesmo fazer ligações directas com Portugal ou via Portugal, principalmente, para a África e o Brasil. Mas por um lado a Estónia é um país muito pequeno e não imagino haver muita procura para a África ou para a América Latina na Sérvia. Por outro lado, acho que Belgrado não terá grande interesse turístico para os portugueses e não sei até que ponto os sérvios querem ou podem vir a Portugal.

Com o Mundial no Brasil, todas as rotas que a TAP consiga criar são sempre bem vindas (ainda para mais qd se fala em privatização...), mas parece-me que para 2015 são rotas a descartar.
 
Esses são os pequenos pormenores, no que toca aos grandes pormenores temos:

- aviões a descolarem com níveis de combustível que chegam para a viagem e para o alternante mas que em caso de borrego no alternante é insuficiente. Aconteceu recentemente numa diversão de três RYR de Madrid para Valência.
- pessoal de cabine mal treinado nas questões de segurança.
- pessoal contratado sem verificação de folha criminal. Em teoria um terrorista pode ser hospedeiro da RYR.

No Youtube estão duas reportagens muito interessantes a denunciarem estes e outros factos: uma com 4 pilotos de cara tapada (relativamente ao combustivel) e outro com uma repórter inglesa que de forma infiltrada trabalhou como hospedeira na RYR durante 6 meses, e usando uma câmara escondida nalgumas situações, quer durante o treino quer já a bordo.


convem referir que o tempo em madrid só deixou curiosamente aviões da iberia aterrar, e convem referir que um lan fez a diversão, e quando aterrou ja ia com 1 motor off
 
convem referir que o tempo em madrid só deixou curiosamente aviões da iberia aterrar, e convem referir que um lan fez a diversão, e quando aterrou ja ia com 1 motor off

E já agora que se o LAN por qualquer motivo não livrasse a pista os RYR iam para cima dele pois não tinham combustível para um borrego no alternante.
 
Sabem se a ryanair no Porto usa a groundforce ou outra empresa nos serviços de handling?

é que com a greve dia 24 e 31 da groundforce isto vai afectar algumas pessoas que vão ao porto pela ryanair.
 
Tenho algumas questões à malta entendida no assunto sobre a aviação [;)]

Como passageiro frequente e assíduo, sempre me questiono sobre algumas questões, das quais ainda não obtive respostas, mas tenho as minhas teorias... [;)]

Porque é que em horários de voos nocturnos durante o taxing - takeoff - landing - taxing, este é feito com uma diminuíção das luzes na cabine? - safety reasons... bla bla bla... mas porquê? é que se cairmos nestas fazes criticas do vôo depois não vemos nada na escuridão e só temos a iluminação de emergência! [:D]

Estes dias (semanas atrás) tive uma avaria técnica num voo e tivemos no ar mais ou menos o tempo estimado do vôo antes de aterrar outra vez no aeroporto de partida. Imagino eu que fosse para gastar o combustivel e para não fazer o landing com excesso de peso. Porquê? Quais sãos as consequências de aterrar um avião com o depósito cheio, passado uns minutos do takeoff? O B738 não sistema de descarga de combustivel em caso de necessidade? Acho que não se justificava mantermo-nos no ar até o depósito ficar no nivel desejado...
 
Tenho algumas questões à malta entendida no assunto sobre a aviação [;)]

Como passageiro frequente e assíduo, sempre me questiono sobre algumas questões, das quais ainda não obtive respostas, mas tenho as minhas teorias... [;)]

Porque é que em horários de voos nocturnos durante o taxing - takeoff - landing - taxing, este é feito com uma diminuíção das luzes na cabine? - safety reasons... bla bla bla... mas porquê? é que se cairmos nestas fazes criticas do vôo depois não vemos nada na escuridão e só temos a iluminação de emergência! [:D]

Estes dias (semanas atrás) tive uma avaria técnica num voo e tivemos no ar mais ou menos o tempo estimado do vôo antes de aterrar outra vez no aeroporto de partida. Imagino eu que fosse para gastar o combustivel e para não fazer o landing com excesso de peso. Porquê? Quais sãos as consequências de aterrar um avião com o depósito cheio, passado uns minutos do takeoff? O B738 não sistema de descarga de combustivel em caso de necessidade? Acho que não se justificava mantermo-nos no ar até o depósito ficar no nivel desejado...

Olha, não percebo nada de aviões, mas os meus 2¢ em relação às tuas questões:

De noite, "lá fora", está escuro, e se no interior estiver bem iluminado, primeiro que a tua vista se habitue a luz fraca ou a falta dela demora muito mais tempo, do que se a iluminação for reduzida.

Faz um pequeno teste: De noite, entras num quarto/divisão da tua casa e com a luz acesa fechas o estore, mas deixa umas "gretas" o suficiente para entrar luz de fora. Apaga agora a luz, e vê quanto tempo demoras até perceber que passa luz pelo estore. Acende a luz novamente e volta a apagar... e verifica novamente...

Vais verificar que durante uns bons dois minutos estás "cego".... e não vez onde há iluminação... o suficiente entre estares morto e saber para ondes deves sair.... É por isso que as luzes da cabine são fracas em fases críticas do voo.

Em relação ao 738, creio que não tem descarga de combustível, e pelo que se não for 100% de emergência, não arriscam a aterrar com excesso de peso.
 
Só para complementar que o fuel jettison por norma apenas é instalado nos aviões de longo curso e a pedido dos clientes, num avião como o 737 não tem esse sistema devido provavelmente a ter uma diferença minima em relação ao peso máximo para descolagem e o peso máximo numa aterragem!!!


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Olha, não percebo nada de aviões, mas os meus 2¢ em relação às tuas questões:

De noite, "lá fora", está escuro, e se no interior estiver bem iluminado, primeiro que a tua vista se habitue a luz fraca ou a falta dela demora muito mais tempo, do que se a iluminação for reduzida.

Faz um pequeno teste: De noite, entras num quarto/divisão da tua casa e com a luz acesa fechas o estore, mas deixa umas "gretas" o suficiente para entrar luz de fora. Apaga agora a luz, e vê quanto tempo demoras até perceber que passa luz pelo estore. Acende a luz novamente e volta a apagar... e verifica novamente...

Vais verificar que durante uns bons dois minutos estás "cego".... e não vez onde há iluminação... o suficiente entre estares morto e saber para ondes deves sair.... É por isso que as luzes da cabine são fracas em fases críticas do voo.

Em relação ao 738, creio que não tem descarga de combustível, e pelo que se não for 100% de emergência, não arriscam a aterrar com excesso de peso.

Boas, a minha opinião em relação as luzes estou 100% de acordo, o mesmo se passa quando conduzimos de noite... [;)]
Quanto ao fuel jettison, não concordo, porque existem voos de 738 de Lisboa para Istambul, que ainda é um trajecto que demora umas horas 4:30mim, olha o que seria esperar todo este tempo a dar voltas ao aeroporto sem saber qual era a avaria? Mas não foi o caso! [:D]
 
Boas, a minha opinião em relação as luzes estou 100% de acordo, o mesmo se passa quando conduzimos de noite... [;)]
Quanto ao fuel jettison, não concordo, porque existem voos de 738 de Lisboa para Istambul, que ainda é um trajecto que demora umas horas 4:30mim, olha o que seria esperar todo este tempo a dar voltas ao aeroporto sem saber qual era a avaria? Mas não foi o caso! [:D]

Sacado da net sem qualquer verificação de credibilidade:

Maximum Taxi Weight 156,000 / 70,760
Maximum Takeoff Weight 155,500 / 70,533
Maximum Landing Weight 144,000 / 65,317
Maximum Zero Fuel Weight 136,000 / 61,688

Ou seja se o avião arrancou com o máximo de carga de 70.5T, para poder aterrar em segurança dentro dos limites, teria de queimar cerca de 5T de combustível para chegar ao peso máximo admissível de aterragem de 65.3T.

Agora podia não estar cheio e não sei quanto é o consumo de combustível por hora... e pode ter lá ficado em cima por questões de slot, etc...

Eu já fiz um voo Washington -> New York em que perdi mais tempo aos círculos no ar para aterrar do que na viagem propriamente dita...
 
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