Tópico dos aviões

Isso não é assim tão linear. Há companhias de charter melhores (falaram-me muito bem da air europa), mesmo no segmento de "enfiar o maior número de pessoas possível no charuto de alumínio", tal como há companhias de bandeira com um serviço pobre (Iberia por exemplo, pelo menos na europa).

Sim, eu sei que podem haver imprevistos, mas também não é uma situação tão normal como descreves, até porque normalmente coloca-se uma margem de segurança para precaver essas situações ou possíveis zonas de espera na aproximação. Eu pelo menos já cruzei várias vezes o atlântico e já fiz várias viagens de longo curso e nunca me aconteceu.

a air europa ja funciona mais como uma regular que charter

o combustivel é a volta de 45 minutos para esperas, mas depende dos aeroportos
 
o tristar era difícil pq fiz a primeira voo em 2005... :P

fiz o meu 1º e único voo de tristar lx-rio em 90 :) o voo saiu à 00 e saiu com atraso e tivemos de trocar de avião... (o cota era tma na tap e acabou por saber na altura o que era... e n era nada de especial)
 
Para mim foi das piorzinhas em que voei até hoje, não pelo avião, que não tendo nada a ver com os novos A330 da TAP continua a ter boas condições, mas sim pelo pessoal de cabine.

Para além de claramente maçaricos são irresponsáveis. Fui para Cancun com eles em Julho e ia ao meu lado uma criança (leia-se puto de 20 anos a viajar com os "tios") a quem venderam 1 garrafa de vinho, 2 garrafas pequenas de wisky e mais uma grande do serviço de vendas a bordo (paga pelo "tio"). Permitiram ainda que o puto abrisse a garrafa grande e deitasse abaixo pelo menos metade. Isto quando numa viagem da TAP por exemplo o limite são 2 garrafas pequenas de wisky (o álcool tem muito mais efeito sob ambientes pressurizados em altitude).

O resultado foi mais do que óbvio, as últimas 3 horas de voo foram passadas com o puto a carregar no botão para chamar a hospedeira de minuto a minuto (e quando lá iam ele desligava o botão e dizia que não tinha feito nada, como fazem os putos de 4 anos), com os "tios" a rirem-se muitos das piadas do "sobrinho tãaaao gírú", e uma aproximação à pista e aterragem feita com a criança aos berros "vamos cair" e "vamos todos morrer". Claro que mal o avião tocou na pista a criança desatou a aplaudir e aos berros, porque todo aquele filme e o consumo de álcool praticamente desde lisboa serviu para esconder uma única coisa - ele tinha pânico de voar.

Quanto à companhia em si, é quase tipo ryanair. Numa viagem com mais de 9 horas levas com 1 refeição inicial e com uma sandes à chegada, tudo o resto é pago à parte. Na TAP em voos de 6/7horas tens 1 refeição quente e 2 snacks, isto já para não falar que tens que pagar os phones e que os filmes são repassados e sem escolha individual (monitor partilhado para vários passageiros).

Ah, com um casal amigo aqui há uns tempos, e também para Cancun, aconteceu-lhes terem que parar 2 horas nos Açores para reabastecer, isto porque saíram de Lisboa sem combustível suficiente para chegar a Cancun...

Infelizmente para alguns destinos (principalmente zona do Caribe) ou é isso, ou é o pré-histórico A310 da White... Da próxima vez que tiver que voar para essa zona vou equacionar seriamente uma escala em Madrid.

Quando fui a Cancun, em Junho, na ida tivemos direito a almofada e cobertor, na vinda já não houve nada disso, mas tivemos jornais portugueses, coisa que não tivemos na ida.
Em relação a tripulação nada a apontar.
 
Em fui em Agosto pela Orbest (A330-300?)e partilho a opinião do pacxito. Das piores charters que já andei.

Para cúmulo o ar condicionado avariou e tivemos que passar 8 horas com o calor de PUJ até LIS. E para piorar, destaco a atitude do comandante que nunca se dirigiu aos passageiros e não foi recebido qualquer justificação por parte da tripulação. Acresce ainda à má criação de alguns passageiros e foi a pior viagem que já fiz.

Se voltar para aqueles lados tb vou ponderar a opção Madrid...
 
o que aconteceu não foi o avião sair de ca com combustivel a menos para a viagem, o que aconteceu é que pode ter havido ventos fortes contrarios ou então uma mudança de rota para evitar certas zonas, e se isso não estava planeado é normal parar e reabastecer, e acontece em varias companhias

ainda ai ha 2 semanas um 340 600 da lufhtansa fez isso em lisboa, vindo de bogota

Por acaso é uma situação bastante normal quando o range do avião em questão está perto do limite da distância da viagem e/ou as condições atmosféricas (head winds) são de tal forma adversas que a autonomia diminui drasticamente.

A nova rota da Qantas é o exemplo disso. De Dallas para Sydney não conseguem fazer voo directo devido aos ventos do Pacifico, tendo então uma escala programada em Brisbane. Contudo, é frequente o 747 ser obrigado a parar numa ilha no meio do Pacifico para reabastecer, e não é pela falta de combustivel a sair de Dallas, é mesmo pelas condições atmosféricas que encontram pelo caminho.

Nenhum piloto planeia o combustível necessário por baixo, disso pode ter a certeza, sendo Low Cost ou a SQ.

São poucos os aviões que fazem escalas não programadas (em voo) devido aos ventos, uma vez que as cartas metereológicas hoje em dia são bastante precisas(altitude/ventos). Aponto como razão principal para uma escala não pogramada(em voo), um baixo nivel de voo atribuido ao avião, sem possibilidade de subir, tendo este queimado demasiado combustivel que não estava contabilizado.
Volto a frizar que estou a falar de uma divergência do avião.
Agora se falarmos de um voo que devia ser directo, mas vai ter de fazer uma escala para reabastecer antes do destino (escal programada), ai sim, os grandes responsáveis por essas escalas são os ventos.
 
Em fui em Agosto pela Orbest (A330-300?)e partilho a opinião do pacxito. Das piores charters que já andei.

Para cúmulo o ar condicionado avariou e tivemos que passar 8 horas com o calor de PUJ até LIS. E para piorar, destaco a atitude do comandante que nunca se dirigiu aos passageiros e não foi recebido qualquer justificação por parte da tripulação. Acresce ainda à má criação de alguns passageiros e foi a pior viagem que já fiz.

Se voltar para aqueles lados tb vou ponderar a opção Madrid...

Isso não acontece só nas chaters. Na TAP já estive uma hora dentro do avião sem a/c, parado na placa no verão. Explicações do comandante foram zero e nem um pedido de desculpas pelo atraso à chegada. Pena minha ter pessoas a bordo, em serviço, que conheço.
 
São poucos os aviões que fazem escalas não programadas (em voo) devido aos ventos, uma vez que as cartas metereológicas hoje em dia são bastante precisas(altitude/ventos). Aponto como razão principal para uma escala não pogramada(em voo), um baixo nivel de voo atribuido ao avião, sem possibilidade de subir, tendo este queimado demasiado combustivel que não estava contabilizado.
Volto a frizar que estou a falar de uma divergência do avião.
Agora se falarmos de um voo que devia ser directo, mas vai ter de fazer uma escala para reabastecer antes do destino (escal programada), ai sim, os grandes responsáveis por essas escalas são os ventos.

a jetblue custuma fazer escalas não programadas nas rotas de leste para oeste nos estados unidos, porque os airbus 320 e 321 chegam la mesmo a conta, e as vezes o vento não ajuda e la param pelo caminho
 
Nestas férias fiz a estreia em dois modelos que não tinha andado antes.

Primeiro num A319 da Easyjet (estreia no modelo e na companhia). Viagem igual a todas as outras em A320. Nada a declarar portanto.

Já o regresso foi diferente pois a agência de viagens "esqueceu-se" de marcar as passagens de regresso. De maneira que tiveram que o fazer num vôo da TAP.

Acabei por vir num vôo da Portugália e num avião Fokker 100. Nunca tinha andado e sempre que os via tinha alguma aversão!

No entanto, a viagem acabou por ser bem agradável, tanto pelo avião em si, como pelo serviço prestado pela Portugália, muito bom! apr:)

O que há a falar sobre os Fokker? Pareceu-me um avião interessante...
 
Nestas férias fiz a estreia em dois modelos que não tinha andado antes.

Primeiro num A319 da Easyjet (estreia no modelo e na companhia). Viagem igual a todas as outras em A320. Nada a declarar portanto.

Já o regresso foi diferente pois a agência de viagens "esqueceu-se" de marcar as passagens de regresso. De maneira que tiveram que o fazer num vôo da TAP.

Acabei por vir num vôo da Portugália e num avião Fokker 100. Nunca tinha andado e sempre que os via tinha alguma aversão!

No entanto, a viagem acabou por ser bem agradável, tanto pelo avião em si, como pelo serviço prestado pela Portugália, muito bom! apr:)

O que há a falar sobre os Fokker? Pareceu-me um avião interessante...

Há uns bons anos atrás viajei na Portugália fazendo Lisboa-Manchester-Lisboa.
Para lá fui no Fokker e para cá no Embraer. Foram ambas viagens agradáveis mas gostei mais do Embraer, que por ser mais pequeno, dar um ar de jacto particular, e talvez também porque no Embraer vim em executiva.[;)]
 
Como já tinha referido a Orbest foi a pior companhia em que voei até hoje, não pelas aeronaves mas pelo serviço.[:vm)]

Volta Yes, que dava 15 a zero em termos de serviço, e mesmo voando no Tristar, foi bem melhor que esta.
 
nao esta defunda...muito pelo contrário...
anda a voar bastante
tem:
2 A310-300 ex TAP
2 A330 (1 v.200 e 1 v.300)
2 A340 (1 v.300 da foto e 1 v.500!!!)

esse da foto anda a fazer voos EUROPA » Japão.
 
Porque é que não existem low cost transcontinentais? Por uma questão de autonomia não é porque o avião poderia fazer escala. Será que é porque se isso fosse realidade as companhias de bandeira deixariam de existir? Como já acontece nos voos domésticos
 
Porque é que não existem low cost transcontinentais? Por uma questão de autonomia não é porque o avião poderia fazer escala. Será que é porque se isso fosse realidade as companhias de bandeira deixariam de existir? Como já acontece nos voos domésticos

Não existem porque não é rentável.

O modelo de negócio das low cost é colocar a mesma tripulação a fazer o maior número de vôos possível, com o menor tempo em terra possível - retirando os lugares marcados, colocando restrições nas bagagens de mão e porão, gerindo os reabastecimentos e não tendo serviços gratuitos a bordo (reduzindo tempo de carregamento de catering) - e voltando ao fim do dia à base para não pagar alojamento ás tripulações.

Em vôos intercontinentais a tripulação não pode fazer mais do que uma única viagem, não pode regressar à base no mesmo dia (têm que pagar alojamento) e duvido que a maioria dos passageiros suportasse 7, 8, 10, ...15 horas de voo sem o mínimo de serviços e conforto a bordo, para além de que dificilmente viajariam para destinos longínquos com uma mala de cabine com um máximo de 10kg...

E as companhias de bandeira estão longe de acabar, continuam aliás a ser quem tem a maior fatia do mercado das viagens "domésticas/europeias".
 
Não existem porque não é rentável.

O modelo de negócio das low cost é colocar a mesma tripulação a fazer o maior número de vôos possível, com o menor tempo em terra possível - retirando os lugares marcados, colocando restrições nas bagagens de mão e porão, gerindo os reabastecimentos e não tendo serviços gratuitos a bordo (reduzindo tempo de carregamento de catering) - e voltando ao fim do dia à base para não pagar alojamento ás tripulações.

Em vôos intercontinentais a tripulação não pode fazer mais do que uma única viagem, não pode regressar à base no mesmo dia (têm que pagar alojamento) e duvido que a maioria dos passageiros suportasse 7, 8, 10, ...15 horas de voo sem o mínimo de serviços e conforto a bordo, para além de que dificilmente viajariam para destinos longínquos com uma mala de cabine com um máximo de 10kg...

E as companhias de bandeira estão longe de acabar, continuam aliás a ser quem tem a maior fatia do mercado das viagens "domésticas/europeias".

Depende dos voos. Um voo cuja ida demora menos de 8 horas dá perfeitamente para voltar no mesmo dia. Mesmo no caso de ter que alojar a tripulação, eu penso que isso não iria encarecer muito a viagem dividindo esse valor pela totalidade dos passageiros. Se um voo na Europa custa em média uns 20€, tenho a certeza absoluta que seria possível haver low cost intercontinentais com viagens a menos de 100€, quando o preço normal numa companhia de bandeira é 5x mais.
 
Depende dos voos. Um voo cuja ida demora menos de 8 horas dá perfeitamente para voltar no mesmo dia. Mesmo no caso de ter que alojar a tripulação, eu penso que isso não iria encarecer muito a viagem dividindo esse valor pela totalidade dos passageiros. Se um voo na Europa custa em média uns 20€, tenho a certeza absoluta que seria possível haver low cost intercontinentais com viagens a menos de 100€, quando o preço normal numa companhia de bandeira é 5x mais.

8 horas por viagem iriam colocar as tripulações "fora de horas" tendo que pagar acomodação no local.

Um voo na Europa custa 20 €? Anda com os factos um pouco trocados.

A tarifa média na Ryanair , que é quem pratica das tarifas mais baixas, é de 41€. A da easyjet de 62€. Não são os bilhetes a 9.99 que pagam as viagens...
 
Voltar
Superior