O meu medo não é de morrer, ou que os outros sintam saudades de mim, o meu medo é mesmo a saudade que eu já tenho de todos os meus familiares e amigos, quando penso que isso me possa acontecer, pois vejo a minha vida como 1 de muitos no meu convivio, e a cada vez que um desaparece no convivio diário, e passa para o convivio a nível de saudades assusta-me.. não por me fazer falta, mas, por cada vez mais, serem os outros a me fazerem falta para além da saudade, pois essa fica sempre cá, mas não um novo contacto, um novo sorriso, uma nova gargalhada, uma nova história, com os que já não podem fazer parte dela numa nova situação, em que quiséssemos estar com eles, simplesmente não será possivel.
E isso com muitas pessoas que já se foram, criaram-me já um enorme fosso, perante a saudade e o desejo de estarem somente comigo uma vez, para as ver pessoalmente, sobretudo em relação a recordação que tenho em relação a sua última morada, pois da última vez que já vi vários amigos e amigas , na situação em que os vi, perante a sua última viagem, nenhuma delas fez justiça, ao que foram para mim, quando vivas.
A saudade é ingrata, pois lembra-nos algo que queremos viver outra vez, mas não poderemos, sobretudo nestes casos, e isso é triste, sobretudo..quando nos traz..saudades...e o vivemos a chorar novamente a pensar no passado.
SImple.
E isso com muitas pessoas que já se foram, criaram-me já um enorme fosso, perante a saudade e o desejo de estarem somente comigo uma vez, para as ver pessoalmente, sobretudo em relação a recordação que tenho em relação a sua última morada, pois da última vez que já vi vários amigos e amigas , na situação em que os vi, perante a sua última viagem, nenhuma delas fez justiça, ao que foram para mim, quando vivas.
A saudade é ingrata, pois lembra-nos algo que queremos viver outra vez, mas não poderemos, sobretudo nestes casos, e isso é triste, sobretudo..quando nos traz..saudades...e o vivemos a chorar novamente a pensar no passado.
SImple.