Tópico do crime

O PC dele parece ter sido herdado do pai. Anos 90...
Deve ter sido o que apareceu na pesquisa do google:sh)

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nada disso é desculpa !!! nada !!!!

existem pessoas que passaram infâncias terríveis, a minha foi algo assim, terrível !!!!

não tive uma infância feliz, nem sei o que isso é

rejeitado por um pai que não me julgava seu filho, mal tratado, espancado, sempre de um lado para o outro entre a Alemanha e Portugal, de colégio em colégio, de casa em casa

o único problema que tenho é ansiedade, ataques de pânico, insegurança, medos

tenho lidado com isso ao longo dos anos, houve alturas que tomei medicação, agora com 52 anos já não tomo, tentei lidar com esses problemas

não me tornei nenhum assassino, psicopata, ou merd*as afins

inclusive a relação com o meu pai foi melhorando ao longo dos anos, senti que ele arrependeu-se, eu perdoei-o, e tenho saudades dele porque já morreu

é da pessoa em si, ser mau e ruim por natureza


Caro @altar, no teu próprio post acabas por me dar razão - vamos por pontos:


1. Muito sinceramente, lamento que a tua infância tenha sido como descreves e obviamente não deveria ter sido assim.

2. Insistes no "não é desculpa"... novamente, eu não digo que é "desculpa"; digo sim que é sem duvida uma causa (ou parte dela) para um determinado efeito.

E sabes porque é que tenho tanta certeza neste ponto 2 ?
Porque tu próprio referes as causas na primeira frase a bold, e depois também tu próprio referes os efeitos na segunda frase a bold.


3. Se reparares bem, a mensagem que estás a tentar passar no teu post é um género de desabafo utópico:

"Se na infância eu fui mal tratado / espancado e depois não fiz mal a ninguém e aguentei, todos os outros que quando mal tratados façam mal a terceiros, são obrigatoriamente más pessoas e o problema é só da cabeça deles."

Se tu próprio admites que isso te deixou sequelas (como seria de esperar) e saíste efectivamente prejudicado - percebes agora porque é que não faz qualquer sentido tentares minimizar as causas ?
 
Não obstante todas as, legítimas, correntes de opinião, eis que...:

O jovem suspeito de planear o ataque terrorista na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) vai ficar em prisão preventiva, avança a CNN. A juíza validou a indicação de terrorismo.

O rapaz de 18 anos foi detido na quinta-feira pela Polícia Judiciária (PJ), que diz ter impedido assim uma "ação terrorista" e ter apreendido várias armas proibidas.
Fonte.

Advogado de jovem que planeou ataque diz que prisão preventiva é "ajustada", mas recorre

Por vezes é necessária alguma serenidade, deixando funcionar o que tem que funcionar, não obstante as dificuldades que todos sabemos e / ou supomos...
 
Tou a imaginar o puto com aquele arcaboiço de Stalone a chegar à universidade com uma bilha de gás debaixo de cada braço, uma besta e um facalhão nas mãos![:D]
 
"Olha, segura-me aí na bilha enquanto carrego a besta sff!"

É in termos um terrorista. Ainda não tinha aparecido nenhum. Os tugas gostam de acompanhar as modas internacionais.
 
Eu vejo isto em duas vertentes distintas:

- A participação numa comunidade online em q pela gravidade/ofensa do ato planeado, fazia com q tivesse eventualmente atenção do grupo da dark web q frequentava e assim se sentisse integrado em vez de diferente.

- O ter planeado tudo de forma tão detalhada com aparentes falhas na manutenção do anonimato, q é só condição essencial para q se leve a cabo umv ataque como planeado.


Ora isto parece-me uma clara chamada de atenção, tipo aquelas pessoas q ameaçam amiúde q se vão matar e nunca o fazem.

Se eu estiver certo parece-me um pedido de ajuda... Pena q feito de uma maneira q o vai marcar negativamente para sempre e provavelmente dar-lhe-a cabo da vida.


Não estou certo certo de q eventual atentado seria concretizado, parece-me q o atentado seria o meio para o fim pretendido, q era o de passar pelo processo de planeamento e divulgação do mesmo para se sentir integrado.


Este é o meu bitaite nada especializado, mas quem quer faz, e faz de forma muito mais inusitada oculta e inesperada.
 
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