Epah nem tanto ao mar nem tanto à terra.
Creio que há uma forma mais equilibrada de ver as coisas.
Em primeiro lugar nem sempre alocar todos os recursos a diminuir uma divida é a melhor opção. Podes ter uma bomba relógio na garagem que precise de ser substituída [

], proporem-te sociedade e precisares de 50 ou 100k, simplesmente querer ter uma boa almofada etc etc. Há N boas razões para evitar uma descapitalização para valores desconfortáveis.
Bem ou mal ao nivel de crédito, o ch é o que oferece, de longe, melhores taxas. Se ficares sem cash e tiveres necessidade premente, a taxa do crédito automóvel deve ser o dobro ou mais e a do pessoal o triplo ou mais. A do CC tb é para esquecer.
Por outro lado o montante simplesmente poupado já é suscetível de render uma taxa interssante.
Com capital garantido consegue-se facilmente em Fevereiro taxas liquidas de 2,4%. Nesse caso a poupança q se obtem numa amortização já não serão os 3,8 da tan do ch, mas apenas 1,4%.
A métrica da proporção de capital/juros em cada prestação é gira e tal mas pouco conta para a visão global. Essa proporção vai ser igual caso devas 1 milhão ou 100 mil.
Mto mais importante que isso é a taxa de esforço. Se a tua nem sequer piorou e se te permite ires fazendo amortizações razoáveis sem ficar "descalço", não há motivo nenhum para "stresses" quanto a essa matéria.
Não há ng que defenda mais a amortização das dividas pessoais em todas as condições de mercado do que eu, mas deve ser feita de forma prudente e equilibrada, na minha opinião claro.