Tópico das Casas

Sim. O que me surpreendeu foi a força do exaustor (é daqueles que saem de dentro da bancada). Aquilo suga tudo com uma força enorme e não é tão barulhento assim.

Ando com ideias de algo assim no meu próximo projecto para habitação, mas essas soluções de exaustão causam-me cepticismo. Ainda bem que realmente resultam bem.
 
Quanto à ofensa "foleira" nem vale a pena comentar. Diria apenas que em psiquiatra se chama de projeção.

Quanto à oportunidade para aprenderes alguma coisa, vou ser bom samaritano e ensinar-te. Há países, vários, que já entenderam faz muito tempo que o ser liberal é antagónico a ser um idiota que encolhe os ombros perante a dificuldade do seu semelhante em nome do mercado. Um dos exemplos mais fortes:

Singapura, vice-campeã de liberdade económica, provavelmente tu como um liberal de "pacotilha" imaginas que tem um mercado imobiliário livre e competitivo, dominado pela iniciativa privada e com pouca interferência estatal, onde os preços são aquilo que o mercado quiser! Se há procura, o preço aumenta! Mas pode-se dizer que é exatamente o contrário. A habitação pública sempre foi uma importante política desde a sua independência na década de 60 quando tinha algumas das mais precárias favelas do mundo. Fundada em 1960, a Housing and Development Board é hoje responsável por mais de 80% das habitações do país.
Inicialmente, a habitação pública foi introduzida para combater a escassez severa de habitação como uma resposta política ao “direito universal à habitação”, e em apoio à industrialização liderada pelas exportações. Tem servido assim como um mecanismo chave de “construção nacional”, e como um atrativo internacional de capital que tem gerado altas taxas de crescimento económico.

Aprender está ao alcance de um clique no google [;)]

Não me ensinaste nada... E começo a achar que dificilmente o farás.

Sou completamente pró habitação pública, o que não sou é a favor da usurpação da privada para a tornar "pública" ao custo dos privados.

Se o governo comprar e desenvolver um plano de habitação pública nos seus milagres de imóveis em carteira, e colocarem no mercado de arrendamento, bato palmas.

Uma coisa é criar concorrência direta ao mercado privado, outra é usurpar propriedade privada para servir clientelas. Entendido nelson?
 
Não, não é! Insistem em fazer generalizações com base em coisas que pelos vistos desconhecem.

Não há nada como ter alguém a cozinhar enquanto se vêem os miudos a brincar na sala e a TV está ligada a fazer companhia. Cheiros?! Amigos, há tecnologia para isso. Barulho?! Idem... Fritos?! Comam comida mais saudável! [:)][:)]


Infelizmente no meu apartamento não consigo fazer um open space, mas não há nada melhor! Ter a mulher fechada na cozinha a fritar os rissóis, os putos fechados nos quartos e o homem sentado no sofá a ver a bola é tão século XX...

O pessoal das Open space em apartamentos pequenos faz massa e bifes de frango ou manda vir sushi, não elaboram lá muito na comida. Estes são os casos que eu conheço. Nenhum familiar meu tem uma cozinha Open space que use como os meus pais usam as deles.

Eu sou adepto do Open space mas reconheço que quem opta por tal, não é o cozinheiro nato.
 
De longe a melhor coisa que eu fiz na minha obra foi abrir a sala para a cozinha em open space:


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O Chao é bonito, mas o resto... Jezz
 
Ficamos a saber que no fórum além do serem todos jovens, ricos e bonitos, ainda têm todos idílicas famílias com a quais partilham continuamente todos os momentos em grandes open spaces onde podem espalhar livremente a felicidade e harmonia familiar. [kiss] Estou comovido.
 
Não sou fundamentalista com cozinha open-space ou não (se a opção for cozinha pequena, prefiro open space), mas fogões/placas na divisória ou ilha é muito bonito nas fotos, mas muito pouco funcional para quem cozinhe a sério.
 
Gosto do conceito do open space, mas acho que teria de viver uns tempos nesse formato para ter a certeza de que é a solução certa para mim.

Acho que para além dos problemas dos cheiros ao cozinhar, também há a questão de ser necessário que a cozinha esteja sempre arrumadíssima para funcionar bem esteticamente.

Nessas fotos está bonito porque a cozinha está essencialmente vazia, mas no dia-a-dia (pelo menos no meu) não é bem assim. Há pratos e copos a escorrer, há pacotes de massa, há sacos do pão, e por aí em diante.
 
Ficamos a saber que no fórum além do serem todos jovens, ricos e bonitos, ainda têm todos idílicas famílias com a quais partilham continuamente todos os momentos em grandes open spaces onde podem espalhar livremente a felicidade e harmonia familiar. [kiss] Estou comovido.


E também ficamos a saber (como se fosse preciso) que há gente que não dá para mais nem sabe ler em condições....
 
Gosto do conceito do open space, mas acho que teria de viver uns tempos nesse formato para ter a certeza de que é a solução certa para mim.

Acho que para além dos problemas dos cheiros ao cozinhar, também há a questão de ser necessário que a cozinha esteja sempre arrumadíssima para funcionar bem esteticamente.

Nessas fotos está bonito porque a cozinha está essencialmente vazia, mas no dia-a-dia (pelo menos no meu) não é bem assim. Há pratos e copos a escorrer, há pacotes de massa, há sacos do pão, e por aí em diante.



Qual é mesmo o problema disso? :confused:

É expectável que uma cozinha tenha essas coisas todas, é expectável que uma casa com crianças tenha brinquedos espalhados por todo o lado, etc. Quanto tenho visitas (amiúde!) ou vou a casas de amigos (idem!) não estou a ver se vivem num museu! Acho que sinceramente são mentalidades muito ultrapassadas. Ambas as minhas avós tinham 2 cozinhas, uma para usar todos os dias, e outra apenas para as visitas... mas amigos, já era! [:D]
 
Não me ensinaste nada... E começo a achar que dificilmente o farás.

Sou completamente pró habitação pública, o que não sou é a favor da usurpação da privada para a tornar "pública" ao custo dos privados.

Se o governo comprar e desenvolver um plano de habitação pública nos seus milagres de imóveis em carteira, e colocarem no mercado de arrendamento, bato palmas.

Uma coisa é criar concorrência direta ao mercado privado, outra é usurpar propriedade privada para servir clientelas. Entendido nelson?

Deves viver juntinho ao obtuso lá no planeta dos unicórnios! Onde o estado usurpa habitações aos privados, é lá nesse planeta? De regular a usurpar vai um mar de unicórnios de diferença.
Percebido TicTac.
 
Última edição:
Não sou fundamentalista com cozinha open-space ou não (se a opção for cozinha pequena, prefiro open space), mas fogões/placas na divisória ou ilha é muito bonito nas fotos, mas muito pouco funcional para quem cozinhe a sério.

Porquê "pouco funcional" ?

Por norma na ilha até tens mais espaço, de cada lado e "à frente" já que uma bancada tem por norma 60cm (e a placa 55) e numa ilha tens 90cm para cima.
 
Porquê "pouco funcional" ?

Por norma na ilha até tens mais espaço, de cada lado e "à frente" já que uma bancada tem por norma 60cm (e a placa 55) e numa ilha tens 90cm para cima.

Ha' muita cozinha de casas de perto de 1 milhao em Lisboa que nao tem ilha, so ocupam uma parede da sala.

Aquilo la' ao fundo e' uma cozinha:

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atrás do forção... Recolhe para baixo.

Eu gosto da cozinha... na casa dos outros. E também partilho a ideia de que essa cozinha não será muito usada, é muito pouco prática

A cozinha e claramente pequena.
Porque a achas pouco prtácia?

Eu confesso que até me parece uma solução bastante prática para o pouco espaço.
 
Ha' muita cozinha de casas de perto de 1 milhao em Lisboa que nao tem ilha, so ocupam uma parede da sala.

Aquilo la' ao fundo e' uma cozinha:

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Sim eu sei.
Até tenho um cliente agora que quer uma cozinha só assim. Mas ele admite que cozinha pouco. E não prrecisa.

Essa tem 180cm de bancada, sendo que 60cm é a placa, e 60cm o lavaloiça, sobram 60cm livres...
 
Gosto do conceito do open space, mas acho que teria de viver uns tempos nesse formato para ter a certeza de que é a solução certa para mim.

Acho que para além dos problemas dos cheiros ao cozinhar, também há a questão de ser necessário que a cozinha esteja sempre arrumadíssima para funcionar bem esteticamente.

Nessas fotos está bonito porque a cozinha está essencialmente vazia, mas no dia-a-dia (pelo menos no meu) não é bem assim. Há pratos e copos a escorrer, há pacotes de massa, há sacos do pão, e por aí em diante.

Também a minha opinião. E não estamos a falar apenas de comidas de tacho. Qualquer coisa no forno/microndas, nem que seja descongelar algo, deixa sempre cheiro intenso.

Na minha remodelação integral de 2017 acabei por ser conservador e isolar a cozinha do resto. O melhor de 2 mundos é mesmo a solução de divisória de correr/rodar, por exemplo, e entre sala e cozinha.

Uma opção que não me arrependo nada até hoje de ter tomado foi a questão da ilha/peninsula que também foi opção do MVA. Para quem gosta de cozinhar e sobretudo em conjunto com familia/amigos, não há layout melhor. Só por questões de espaço, aceito que ainda se cozinhe de frente para uma parede.
 
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