Tópico das Casas

Tens 12Km até passar a ponte e outros 33Km entre a saída da AE até á Comporta. Sao 45Km onde a média vai ser sempre inferior a esses 128Km/h. Restam 83Km para fazer subir a média. Ora se a média naqueles 45Km for de 100Km/h (e já estou a atirar muito por cima), nesses 83Km será nessário circular a 150Km/h para fazer os 128Km/h de média final.

Fiz isto para 1 hora, para 55 minutos, a velocidade em AE teria de ser de 177Km/h. Lá está, as coisas até se podem fazer rápido, mas correm-se demasiados riscos desnecessários para se ganharem 10 ou 15 minutos.

Com velocidades médias dessas, comeco a perceber o ódio do Rasec pela N253.

A N253 é uma estrada como as outras, com a particularidade de ter algumas zonas "cegas" devido ao relevo, onde se fazem ultrapassagens de bradar aos céus.

De noite, devido à marcação medíocre e algumas curvas, convém ser percorrida com algum cuidado.
 
Sim, quase que aposto que devem ser batidos records de preços neste prédio.
No outro predio desses tipos na Castilho venderam 1 apartamento a 22k/m2, obvio que só venderam 1. E estão sempre a comprar artigos no expresso a dizer que venderam o tal apartamento (na penthouse) mas os restantes continuam por vender há bem mais de um ano quando primeiro apareceu no expresso. Palpita-me que foi o bilionário francês que está por detrás do grupo que o comprou como forma de publicidade.
E comparar a Castilho com a conselheiro Fernando de Sousa com o cheiro a frango assado da valenciana.
 
Pessoal Preciso de Voces ! O Meu Pai decedeu à anos , a minha Mae decedeu à 2 anos ,acontece que sou o cabeça de Casal ,ora o Meu irmao ia ficar na Rua e Aluguei a casa (Somos 3 Herdeiros) a minha Irma nao esta de acordo ,mas ao mesmo tempo fiz--le uma oferta de compra da parte dela ,pode Ela refusar??Cumps!
 
Construção nova que esteja ao alcance do bolso da classe média neste momento creio que não existe nem sequer na Amadora/Odivelas/Loures, quanto mais em Lisboa. Confesso que me faz espécie que o salário mediano em Lisboa seja inferior a 1400 euros brutos (dados oficiais) e que os preços das habitações só estejam ao alcance de quem aufira pelo menos o triplo desse valor.

Não creio que o alojamento local seja grande responsável, pois afinal de contas os alojamentos locais em Lisboa estão fortemente concentrados em 3 freguesias apenas. Para resolver o problema seria necessário duas coisas:

1) inundar o mercado com apartamentos, detidos pela câmara municipal e/ou pelo Estado com rendas muito baixas (tipo 400 euros mensais por um T3 novo bem localizado). Quando digo 'inundar o mercado' digo que teriam de entrar de rompante uns 30 mil apartamentos no mercado a preços controlados de um dia para o outro;

2) construir imensas residencias universitárias novas (para cobrir pelo menos 80% dos alunos deslocados - hoje a cobertura é de 10%)

Qualquer destas duas soluções demoram pelo menos uma década até estarem implementadas (pelo menos metade deste tempo é perdido em burocracias estatais).
 
Construção nova que esteja ao alcance do bolso da classe média neste momento creio que não existe nem sequer na Amadora/Odivelas/Loures, quanto mais em Lisboa. Confesso que me faz espécie que o salário mediano em Lisboa seja inferior a 1400 euros brutos (dados oficiais) e que os preços das habitações só estejam ao alcance de quem aufira pelo menos o triplo desse valor.

Não creio que o alojamento local seja grande responsável, pois afinal de contas os alojamentos locais em Lisboa estão fortemente concentrados em 3 freguesias apenas. Para resolver o problema seria necessário duas coisas:

1) inundar o mercado com apartamentos, detidos pela câmara municipal e/ou pelo Estado com rendas muito baixas (tipo 400 euros mensais por um T3 novo bem localizado). Quando digo 'inundar o mercado' digo que teriam de entrar de rompante uns 30 mil apartamentos no mercado a preços controlados de um dia para o outro;

2) construir imensas residencias universitárias novas (para cobrir pelo menos 80% dos alunos deslocados - hoje a cobertura é de 10%)

Qualquer destas duas soluções demoram pelo menos uma década até estarem implementadas (pelo menos metade deste tempo é perdido em burocracias estatais).

Este tipo de construção apenas visa duas coisas.
Vistos Gold e Residentes não Permanentes.
Por isso mesmo que haja oferta para aluguer e afins, estes empreendimentos de milhões vão continuar.
 
Isto começa a estar algo "perigoso", pelo menos para os nacionais nas áreas de lx!

Ontem à tarde fui com um amigo ver uma moradia ali para as bandas do Beato (madredeus, acho que é esse o nome). Ele anda à procura de uma coisa do género para um familiar que está emigrado do outro lado do Atlântico e pondera regressar com a família (4 pessoas)...

O que fomos ver era uma moradia dessas geminadas com garagem e um pequeno logradouro. Precisa de obras (pelo menos ver telhado, trocar todas as canalizações, parte elétrica, renovar cozinhas e wc, pintura, isolamento...). O comercial da agência imobiliária diz que não vem muito abaixo dos 400.000 euros e que já teve mais visitas! Estamos a falar de menos de 150 metros de área útil! Imaginando que para a casa ficar "chave na mão" seja necessário, pelo menos, mais uns 100.000...

A coisa vai facilmente para lá do meio milhão! Mesmo sendo uma vivenda em plena lisboa (com vista para o Tejo, zona de moradias, vizinhança duvidosa, longe do metro)) achei, simplesmente, um roubo!!!
 
Como a ganância de alguns levou a uma década perdida em grande parte do globo e tudo com a aprovação e consentimento dos reguladores....

Qualquer semelhança com a realidade atual na europa é pura ficção.........



At the end of the day, it`s all about money....
 
A coisa vai facilmente para lá do meio milhão! Mesmo sendo uma vivenda em plena lisboa (com vista para o Tejo, zona de moradias, vizinhança duvidosa, longe do metro)) achei, simplesmente, um roubo!!!

Quando comprei a minha casa em 2000 também achei cara, agora vejo que foi uma pechincha... só daqui a 20 anos poderemos saber se foi um bom ou mau negócio [;)]
 
Não é previsão....tem de acontecer.

Um dos bairros mais pacatos e antigos aqui na metrópole foi um vê se te avias de malta a saltar fora para coisas novas com créditos até às pontas dos cabelos.....depois a culpa é dos mauzões que vieram atrás, compraram sem créditos e reabilitaram, para arrendar.

Cá os esperamos daqui a 2/3 anos[:D]:sh)
 
Compra de casa. Desde 2010 que não eram concedidos tantos empréstimos


https://www.dn.pt/edicao-do-dia/12-...am-concedidos-tantos-emprestimos-9832611.html

2010 - Esse ano de grande pujança económica.:sh)

Esse artigo fala tb da irrelevância das medidas desse portento de sabedoria que dá pelo nome de Banco de Portugal, embora nada que não se tivesse visto logo, mesmo antes da entrada em vigor das supostas medidas restritivas de concessão de crédito e que para alguns ia fazer mudar o paradigma.
 
Última edição:
Não é previsão....tem de acontecer.

Um dos bairros mais pacatos e antigos aqui na metrópole foi um vê se te avias de malta a saltar fora para coisas novas com créditos até às pontas dos cabelos.....depois a culpa é dos mauzões que vieram atrás, compraram sem créditos e reabilitaram, para arrendar.

Cá os esperamos daqui a 2/3 anos[:D]:sh)

Crises são cíclicas e acontecerão mais tarde ou mais cedo, a questão é saber se a próxima crise vai afetar fortemente o mercado imobiliário em Lisboa e Porto/Braga… Eu diria que não tendo em conta o turismo a quantidade de brasileiros que estão a vir para Portugal, e não é uma crise que os fazer mudar de ideias vai penso eu.​
 
Crises são cíclicas e acontecerão mais tarde ou mais cedo, a questão é saber se a próxima crise vai afetar fortemente o mercado imobiliário em Lisboa e Porto/Braga… Eu diria que não tendo em conta o turismo a quantidade de brasileiros que estão a vir para Portugal, e não é uma crise que os fazer mudar de ideias vai penso eu.​

O turismo em PT é um turismo de classe baixa/media e continuamos a concorrer com destinos low-cost (Tunisia, Egipto, Malta, etc). Ganha-se dinheiro com este turismo pela quantidade, o que não é eterno...quanto a brasileiros, cada vez é mais caro para os brasileiros a mudança para PT, atenta a continua desvalorização do real. Mesmo que transfiram as poupanças ou as pensões de aposentadoria para cá, começa a ser complicado para eles.
 
Voltar
Superior