Tópico das Casas

Nisto das casas e alternativas, outra possível na mesma localização é:

- Um apartamento mais pequeno e apertado, mas mais folga de orçamento para viajar todos os anos, alguns fds fora, sair, jantar fora, concertos, espetáculos, etc.
- Um apartamento maior e com mais comodidades e um estilo de vida mais recolhido, férias mais modestas, mais contenção
 
o que me faz impressão é a facilidade/ banalidade que se fala de 400k/500k ou mesmo 600k, não é crítica a ninguém, apenas uma constatação

há 15 anos falava-se de 250/300k como sendo muito dinheiro, hoje são os novos 400/500, mas não vejo ordenados para pagar isto... :sh)

E se pensarmos que os prazos/maturidades já andam nos 40 anos desde essa altura bem como os juros baixos não serem novidade...a taxa de esforço só pode ter aumentado muito.
 
o que me faz impressão é a facilidade/ banalidade que se fala de 400k/500k ou mesmo 600k, não é crítica a ninguém, apenas uma constatação

há 15 anos falava-se de 250/300k como sendo muito dinheiro, hoje são os novos 400/500, mas não vejo ordenados para pagar isto... :sh)

É mesmo.. Para mim é impensável gastar 300k quanto mais 400/500k num imóvel ... :( Comprei faz agora 1 ano um apartamento por 140k € e mesmo assim tive de pensar bastante, e são 2 ordenados acima da média no orçamento familiar..
 
Nisto das casas e alternativas, outra possível na mesma localização é:

- Um apartamento mais pequeno e apertado, mas mais folga de orçamento para viajar todos os anos, alguns fds fora, sair, jantar fora, concertos, espetáculos, etc.
- Um apartamento maior e com mais comodidades e um estilo de vida mais recolhido, férias mais modestas, mais contenção

Esse exercício é algo teórico pois as despesas fixas têm um peso diferente na forma como se gere um orçamento.

Há assim tanta gente a viver em cubículos para depois gastar muito em saídas e férias espetaculares?

No longo prazo não optar/avançar para uma 2ª habitação para conseguir tal life-style, sim. Mesmo assim não são assim tantos, o imobiliário é sempre um investimento e até os mais remediados acabam a renovar as habitações da província ou mesmo fazer novas nas suas raízes em detrimento de pegarem no aumento do rendimento disponível depois de terminado os custos do financiamento da 1ª habitação para o irem gastar num estilo de vida com mais saídas, jantares e grandes férias...

...que não fizeram no devido tempo (novos, sem obrigações familiares, etc.).
 
É mesmo.. Para mim é impensável gastar 300k quanto mais 400/500k num imóvel ... :( Comprei faz agora 1 ano um apartamento por 140k € e mesmo assim tive de pensar bastante, e são 2 ordenados acima da média no orçamento familiar..
Ah mas sem dúvida.
E tenho falado com alguns consultores imobiliários, e a verdade é que há muita gente que não tem os 10% de entrada, e só conseguem obter esses 10% se a taxa de esforços no final ficar abaixo do que é suposto.
Caso contrário nada feito.
 
É mesmo.. Para mim é impensável gastar 300k quanto mais 400/500k num imóvel ... :( Comprei faz agora 1 ano um apartamento por 140k € e mesmo assim tive de pensar bastante, e são 2 ordenados acima da média no orçamento familiar..
Nem sei como é que o pessoal consegue...
Só mesmo herdando, ou vendendo o anterior com brutas mais valias
 
Esse exercício é algo teórico pois as despesas fixas têm um peso diferente na forma como se gere um orçamento.

Há assim tanta gente a viver em cubículos para depois gastar muito em saídas e férias espetaculares?

No longo prazo não optar/avançar para uma 2ª habitação para conseguir tal life-style, sim. Mesmo assim não são assim tantos, o imobiliário é sempre um investimento e até os mais remediados acabam a renovar as habitações da província ou mesmo fazer novas nas suas raízes em detrimento de pegarem no aumento do rendimento disponível depois de terminado os custos do financiamento da 1ª habitação para o irem gastar num estilo de vida com mais saídas, jantares e grandes férias...

...que não fizeram no devido tempo (novos, sem obrigações familiares, etc.).
Diria que deves ter razão.
Até porque, seja desde a pessoa que ganha o SMN até à pessoa que ganha 5 K por mês, o discurso na compra de casa é sempre o mesmo : espaço e localização ( e claro preço, adequado à carteira de cada um ).

No meu caso o mais importante é estar em bom estado por dentro e por fora.
É bom é para quem sabe fazer obras por conta própria.
Assim, não paga demasiado, e consegue arranjar um apartamento e fazê-lo valorizar bueeee.

Eu se soubesse meter mãos à obra, comprava algo a 70 mil paus e depois arranjava.
( digo eu....é facil falar né, hehe ).
 
É mesmo.. Para mim é impensável gastar 300k quanto mais 400/500k num imóvel ... :( Comprei faz agora 1 ano um apartamento por 140k € e mesmo assim tive de pensar bastante, e são 2 ordenados acima da média no orçamento familiar..
Eu acho que tem tudo para correr bem.
E não me parece nada normal casas a dobrarem o preço em menos de 3 anos...
 
A dicotomia apartamento pequeno no centro da cidade vs moradia ampla no campo raramente se coloca de forma assim tão linear. Há muitas condicionantes de vida, hábitos, etc, que justificam plenamente qualquer uma das decisões. E os preços de mercado comprovam-no. Se o preço de um T2 no centro de Lisboa equivale ao preço de uma moradia em S. João da Talha ou coisa parecida é porque a procura para ambos os locais é similar, se considerarmos que há oferta.

E depois viver no centro da cidade pode significar muitas coisas diferentes, tal como viver no campo alias. Viver na Lapa é diferente de viver no Intendente. Viver uma moradia inserida numa vila é diferente de viver numa moradia no meio do campo onde a escola mais próxima fica a 10km.
 
Os exercícios que se estão a fazer aqui não têm realidade.

Sobretudo pelo simplismo de comparar T2 apertado em Lisboa vs moradia "espetacular" na murrunhanha de cima e não perceber como há loucos que preferem viver em Lisboa. E, não, não é para se dizer que se vive em Lisboa ou porque snobismo.

Adicionalmente a esse simplismo, vejo constantemente fora das comparações aqui feitas o potencial comercial das localizações e dos Imóveis vs valor pago pelo mesmo.

O T2 apertado em Lisboa tem muito mais potencial comercial, e isso está obviamente refletido no preço.

Tenho um amigo que comprou um T2 em 2015 na Estefânia, minusculo.
Serviu o seu propósito e está a viver agora numa " boa casa " segundo algumas definições que vejo por aqui perto de Vila Franca sendo que o aluguer do T2 minúsculo paga ambas as prestações.

Dificilmente ele conseguiria fazer o inverso se quisesse e, por isso mesmo, o T2 apertadinha em Lisboa é tão caro como uma moradia na murrunhanha.
 
Esse exercício é algo teórico pois as despesas fixas têm um peso diferente na forma como se gere um orçamento.

Há assim tanta gente a viver em cubículos para depois gastar muito em saídas e férias espetaculares?

No longo prazo não optar/avançar para uma 2ª habitação para conseguir tal life-style, sim. Mesmo assim não são assim tantos, o imobiliário é sempre um investimento e até os mais remediados acabam a renovar as habitações da província ou mesmo fazer novas nas suas raízes em detrimento de pegarem no aumento do rendimento disponível depois de terminado os custos do financiamento da 1ª habitação para o irem gastar num estilo de vida com mais saídas, jantares e grandes férias...

...que não fizeram no devido tempo (novos, sem obrigações familiares, etc.).

Não temos que ir para casos extremos, não têm que ser cubiculos.

Um caso na família que conheço bem, dois irmãos, ambos com 3 filhos cada, ambos vivem em T3 de boa dimensão na mesma zona, próxima de Lisboa e simpática, ambos com rendimentos médios/altos.

Um optou por comprar uma 2ª casa de férias, cá em Portugal numa zona gira de Praia, o outro viaja mais, sai mais, etc.

Um dia um deixará 2 casas aos filhos, o outro apenas 1 casa mas muitas recordações e histórias para contar.
 
Adicionalmente a esse simplismo, vejo constantemente fora das comparações aqui feitas o potencial comercial das localizações e dos Imóveis vs valor pago pelo mesmo.

O T2 apertado em Lisboa tem muito mais potencial comercial, e isso está obviamente refletido no preço.

Tenho um amigo que comprou um T2 em 2015 na Estefânia, minusculo.
Serviu o seu propósito e está a viver agora numa " boa casa " segundo algumas definições que vejo por aqui perto de Vila Franca sendo que o aluguer do T2 minúsculo paga ambas as prestações.

Dificilmente ele conseguiria fazer o inverso se quisesse e, por isso mesmo, o T2 apertadinha em Lisboa é tão caro como uma moradia na murrunhanha.

Isso dá para fazer em qualquer lado

Investes mais, recebes mais, investes menos, recebes menos. Mas na murrunhanha também consegues viver "à borla", investindo apenas na murrunhanha
 
Pessoal.

Há algum dado ou site que me confirme que o preço por m2 de um T2 é > ao preço por m2 do T3?

Já agora, em que proporção?

Um T3 no centro de uma cidade do Minho pedem 177k (tem 20 anos) e 130m2.

Um T2 nesse mesmo prédio e com 100m2, que valor deverá valer?
 
Não sendo a regra, é até bastante comum. E a zona não teve qualquer mudança de relevo.
É claro que é mais usual ver casas que aumentaram 100k de um ano para o outro...[8b]
Eu fico muito apreensivo com o que aí vem.

Isso não é de facto normal e não costuma acontecer.

Só se a zona sofrer profundas transformações, isto pensando em valores normais de mercado.
 
Eu não tenho qlq créditos, tenho casa e carros pagos e, mesmo ganhando bem enquanto casal (e poupando bastante) , nunca me metia numa açorda dessas.

400k ou meio milhão... deus me livre.

Prefiro viver, por enquanto, no meu modesto t2.
Fala-se de 400K em determinados extratos..

Por ex, quem é que consegue comprar 1 imóvel desses?
Se for um casal, tem que ganhar quanto por mês liquido? 4K ? 5 K ?
 
Isso não é de facto normal e não costuma acontecer.

Só se a zona sofrer profundas transformações, isto pensando em valores normais de mercado.


Muitos imóveis comprados no pico da crise, ali entre 2014/2015, duplicaram o valor no espaço de três anos.
Agora só havendo uma profunda crise no sector é que voltarão a criar este tipo de oportunidades, porque em tempos normais é praticamente impossível de acontecer.
 
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