UK, Dinamarca, Suécia, Noruega, Bélgica, Holanda...
Patético?
A discussão monarquia constitucional vs república é que é patética, de ambos os lados.
Como ser-se uma coisa ou ser-se outra, tivesse alguma influência no desenvolvimento de um país como uns querem fazer parecer.
Por muito que custe aos republicanos fervorosos existem países que necessitam -por exclusiva necessidade de coesão- de um sistema monárquico. Exemplos paradigmáticos: UK, Bélgica e Espanha.
Por outro lado, os países do Norte da Europa -como cedo passaram a democracias, como cedo os reis delegaram todo o poder executivo e legislativo, como cedo constituiram parlamentos e governos democraticamente eleitos- não sentiram a necessidade de mudar para a república.
Porque existe este padrão comum para todas as actuais monarquias europeias (à excepção de Espanha): a adaptabilidade e o não-absolutismo.
Todas as monarquias absolutistas socumbiram. França é o caso, por sua vez, paradigmático.
Por outro lado -e digo isto para os monárquicos fervorosos- países com repúblicas dificilmente retornam a monarquias.
Mais, um país como Portugal, não se enquadra na necessidade de agregação dada pela existência de um Rei.
Mais, o Duarte de Trás-os-Montes tem o azar de não ser um homem bem-parecido e o azar de não ter casado com uma mulher lindíssima.
Mais, os filhos têm um ar um pouco pó atrasadito logo não serão o objecto de desejo sexual das multidões de jovens raparigas.
Logo, pouco interesse para as capas das revistas rosa.
Logo, não estão reunidas as condições mínimas para ser sustentável o desejo -por parta da população- de regresso da monarquia.
Por isso, deixem-se dessas conversas dos sexos dos anjos. A discussão então da igualdade de berço é tão patética, tão inocuamente inconsequente, que até faz impressão
Patético?
A discussão monarquia constitucional vs república é que é patética, de ambos os lados.
Como ser-se uma coisa ou ser-se outra, tivesse alguma influência no desenvolvimento de um país como uns querem fazer parecer.
Por muito que custe aos republicanos fervorosos existem países que necessitam -por exclusiva necessidade de coesão- de um sistema monárquico. Exemplos paradigmáticos: UK, Bélgica e Espanha.
Por outro lado, os países do Norte da Europa -como cedo passaram a democracias, como cedo os reis delegaram todo o poder executivo e legislativo, como cedo constituiram parlamentos e governos democraticamente eleitos- não sentiram a necessidade de mudar para a república.
Porque existe este padrão comum para todas as actuais monarquias europeias (à excepção de Espanha): a adaptabilidade e o não-absolutismo.
Todas as monarquias absolutistas socumbiram. França é o caso, por sua vez, paradigmático.
Por outro lado -e digo isto para os monárquicos fervorosos- países com repúblicas dificilmente retornam a monarquias.
Mais, um país como Portugal, não se enquadra na necessidade de agregação dada pela existência de um Rei.
Mais, o Duarte de Trás-os-Montes tem o azar de não ser um homem bem-parecido e o azar de não ter casado com uma mulher lindíssima.
Mais, os filhos têm um ar um pouco pó atrasadito logo não serão o objecto de desejo sexual das multidões de jovens raparigas.
Logo, pouco interesse para as capas das revistas rosa.
Logo, não estão reunidas as condições mínimas para ser sustentável o desejo -por parta da população- de regresso da monarquia.
Por isso, deixem-se dessas conversas dos sexos dos anjos. A discussão então da igualdade de berço é tão patética, tão inocuamente inconsequente, que até faz impressão
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