Tópico da Apple

Um 6210 ( escolhi até um business phone ), com talk time de 5 horas e qualquer coisa declarados, só durava uma semana com muito pouco uso. Em que a unica coisa que tinha que fazer era, estar com rede.
Bastava passares o dia ao telefone e a mandar SMS que a bateria num dia esgotava.

Há quem goste de voltar a esses tempos.
Nessa altura a bateria media-se em "tracinhos".

Depois de os iPhones mostrarem a percentagem durante anos, eis que a Apple regressa aos tempos da Nokia e volta a medir a bateria em "tracinhos".

É isso e trocar um TouchID por um FaceID.
Ou acabar com o MagSafe que funcionava nos Macs, e meter nos iPhones um MagSafe que não funciona para usar uma forma de carregamento que ninguém usa.

Teclados manhosos.
Conectividade manhosa.
Barras cocó.
Browsers com UX de caca.

Retrocesso civilizacional.

Não se espera que tudo evolua... mas espera-se que pelo menos não existam retrocessos (mudanças para pior).
Que ideias parvas. No tempo do Jobs não passariam.
 
Bastava dar a opção. Ans aqui preferem ver se a saúde da bateria desceu 1% ou 3% em 6 meses. A Apple bem que deveria adorar retirar informação da saúde.
Para os que aqui defendem o não uso das percentagens de carga, imaginemos que estão emc asa e têm 21%(a Apple tem a fama de aldrabar o consumo em standby) e como o smartphone não avisa, não carregam. A barra está verde logo tenho carga. Saem de cada, chamada ou redes sociais e pumba, alerta. Não seria melhor colocar a percentagem e já se ficava a saber a carga "real"?
 
Nos meus carros também não existe percentagem da gasolina...no iPhone quando está verde ou amarelo não me preocupo, quando está vermelho ponho a carregar. [:cool:]

Pela tua lógica , não entendo por que motivo as marcas recorrem a indicação digital da velocidade instantânea no painel de instrumentos , se o belo do ponteiro também serve.

Isso é um não argumento. Se não gostas , desactivas.

Não é fundamento para simplesmente não se incluir.
 
Basta deslizar o ecrã para baixo ou cima, central de controlo acho eu que a % aparece. A mim dá me muito jeito, pois saber a quantas ando, evita que vá para um local sem carregador e fiquei sem bateria.

Agora se realmente removeram essa opção, não sei.

How-to-check-battery-percentage-on-the-Apple-iPhone-X.jpg
 
Com o iOS 15 e suposta melhoria no Apple Maps, resolvi testar no CarPlay…. Naaaa o Google Maps e em particular o Waze dão 15-0

De resto o telemóvel (11) está fluido e rápido como sempre
 
Por acaso era uma esperança que tinha. Quais as limitações?

Acho o interface do Waze mais simples e intuitivo, mede velocidade do carro, tem radares, a indicação de trânsito convence mais no Waze/ Google

No final não senti diferenças nenhumas no Apple Maps vou continuar a não usar
 
Basta deslizar o ecrã para baixo ou cima, central de controlo acho eu que a % aparece. (…)

A ideia é sem ser necessário fazer isso.
Estar a usar e olhar para a % sem ser necessário parar o que se está a fazer.
Para perceber se o consumo está a ser elevado e baixar a iluminação do ecrã, por exemplo.
A ideia não é perceber quando é necessário carregar, mas estar a acompanhar o ritmo de descarga para aumentar a autonomia e evitar surpresas.
 
Por aqui mais um que prefere o Apple Maps.
Não consigo gostar das indicações do google maps, talvez tenha sido hábito.

Ainda para mais o Apple Maps agora com stops, semáforos, radares fixos e em alguns locais com limites de velocidade, acho que melhorou bastante.
 
Por aqui mais um que prefere o Apple Maps.
Não consigo gostar das indicações do google maps, talvez tenha sido hábito.

Ainda para mais o Apple Maps agora com stops, semáforos, radares fixos e em alguns locais com limites de velocidade, acho que melhorou bastante.

Para mim o pior deles todos é o Waze.
Consome recursos como se não houvesse amanhã.
E fica ligado a correr mesmo sem um percurso definido. É necessário ir ao “botão” de desligar para deixar de correr.

O Google Maps até funciona razoavelmente bem, mas está pejado de porcarias com publicidade (recomendações).

O Apple Maps tem a vantagem de estar integrado no ecossistema, e ter acesso às moradas das várias coisas que temos nas outras aplicações, como as localizações nos eventos de calendário (que por acaso estão num calendário Google da mesma conta usada no Google Maps, mas a Google não vai lá buscar as moradas para sugerir).
 
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