Tópico da Apple

atenção que o apple card é digital first, o cartão físico é só para mercados onde não haja Apple Pay.

além disso, o cartão é o primeiro sem número, validade e código, o que é bastante inovador.

e embora para transações contactless utilize o mesmo sistema do Apple Pay (tokens únicos por device), a verdade é que para compras online, gera tokens por transação, o que, embora não seja a descoberta da roda, é algo que mais ninguém fez em cartões virtuais/digitais.

Posso estar enganado, mas creio que os cartões de crédito já são digitais há vários anos, sendo o cartão de plástico a expressão física daquilo que é, em primeira análise, digital. E quando ao número, para operar em cima da rede de pagamentos MasterCard, tenho quase a certeza que tem que ter um número, ainda que não o imprimam na face do cartão.
Pode estar a escapar-me alguma coisa, mas eu não vejo aqui inovação. Vejo uma empresa a utilizar a força da sua marca para expandir o negócio para o crédito ao consumo, e assim meter a mão em mais algum dinheiro. O que em si mesmo não tem nada de mal. Só não acho que seja uma inovação. Será sobretudo mais uma forma de capitalizar sobre o status da marca.
 
continuo a não entender o fascínio do N26 face ao Revolut. É pior em tudo.

qual fascínio? não sou cliente nem tencionava ser.
mas se forem os únicos com apple pay em portugal, vou abrir uma conta lá.
estamos no tópico da apple e o N26 foi o único banco a anúnciar o apple pay em portugal. o fascínio é este!
 
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Olha, um cartão de crédito! Que grande inovação que estes dois protagonizaram!

não entendeste.
o apple card foca-se na simplificação, assim como o N26.
o UI e UX da apple é muito similar ao do N26. isto, para além do cartão em metal de design similar.
o apple card não é mais um cartão de crédito como dizes. parece-me que vai ser o produto, daquela keynote, com maior sucesso.
 
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Posso estar enganado, mas creio que os cartões de crédito já são digitais há vários anos, sendo o cartão de plástico a expressão física daquilo que é, em primeira análise, digital. E quando ao número, para operar em cima da rede de pagamentos MasterCard, tenho quase a certeza que tem que ter um número, ainda que não o imprimam na face do cartão.

Bingo. Os números estão na 'Wallet' [;)]

But occasionally I still buy things that require me to read my card number over the phone. How will that work with Apple Card? [UPDATE: I was a bit dim on this question. The Apple Card in your Wallet app will have a number, expiration date, and CVV — unique per device. It’s best to think of the card in Wallet as the “real” or canonical card, and the physical card as an alternative representation of the card.]

https://daringfireball.net/linked/2019/03/26/mastercard-card-numbers
 
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estás correcto. mas eu quando mencionei a cópia, referia-me ao produto apple card como um todo e não apenas ao metal do cartão.

Então são todos cópias do Charga-Plate...

Um cartão de crédito (ou um telemóvel com ApplePay) é nada mais que um suporte físico para um meio de identificação de uma conta. Desde o Charga-Plate até ao Apple Card que nada mudou. A única diferença é o mecanismo de leitura, que passou de mecanográfico, a magnético, a eléctrico, e a rádio-frequência. E também o meio de autenticação, desde assinatura, a código, a biometria.
 
Posso estar enganado, mas creio que os cartões de crédito já são digitais há vários anos, sendo o cartão de plástico a expressão física daquilo que é, em primeira análise, digital. E quando ao número, para operar em cima da rede de pagamentos MasterCard, tenho quase a certeza que tem que ter um número, ainda que não o imprimam na face do cartão.
Pode estar a escapar-me alguma coisa, mas eu não vejo aqui inovação. Vejo uma empresa a utilizar a força da sua marca para expandir o negócio para o crédito ao consumo, e assim meter a mão em mais algum dinheiro. O que em si mesmo não tem nada de mal. Só não acho que seja uma inovação. Será sobretudo mais uma forma de capitalizar sobre o status da marca.




não é bem assim.

na apple pay (fitbitPay, garminPay, etc), quando inseres um novo cartão colocas o (verdadeiro) número que está na face do cartão, mandas para a rede de pagamentos, e é gerado um alias (novo número), por device, que é guardado no secure element do telemóvel e é depois usado nas transações. Isto significa que os devices não guardam o verdadeiro número do cartão, mas um alias por device, ou seja, em termos de segurança esses alias só podem ser usados no device aonde foram gerados (se alguém tiver acesso ao alias de um device não pode usá-lo online, por exemplo).

o que acontece depois numa transação é que o device manda o alias para a rede de pagamentos, lá há uma lookup table com alias e números verdadeiros, extrai-se o número verdadeiro e só aí se faz a autorização da transacção para o issuer.


no caso do apple card, vai um bocadinho mais à frente. Pagar com o telemóvel usa o mesmo sistema que referi acima, mas para compras online, como o cartão físico não tem número embossado, a wallet vai permitir gerar um alias on-the-fly que podes usar em transacções online (uma espécie de MB net mas não é um novo cartão, apenas um alias do cartão existente). Deste modo, se esse número for comprometido num site, não pode ser usado noutro.
 
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O SEPA já permite isso há alguns anos. Qualquer banco que participe no SEPA (são cerca de 1600) tem a funcionalidade de transferências imediatas. E antes disso também já era possível, mas tinha que se usar um sistema chamado Target.
Claro que os banco se cobram desta funcionalidade.

Para transferências entre contas o ideal é MBWay, imediato e sem custos

Quanto ao Apple Pay...finalmente!
Espero/acredito que o N26 seja apenas o primeiro e que isso acabe por forçar outros bancos a aderirem.
 
Não há respostas certas, depende de caso para caso.

De facto o Xr também tem algumas vantagens e a autonomia é claramente uma delas, e é uma diferença notória.

Vindo do 6S, presumo que não utilizes o 3D Touch.

Eu valorizo muito o 3D Touch, um form factor mais compacto e valorizo também um upgrade notório a nível de ecrã.

Por essas razões não iria para o Xr.

No 6s era muito raro usar o 3D Touch, daí não sentir falta no Xr.
Outra coisa que me deu muito jeito agora nos EUA foi adicionar um e-SIM da AT&T no Xr para ter dados móveis.
É incrível o quão simples foi configurar aquilo numa loja deles.
 
Para transferências entre contas o ideal é MBWay, imediato e sem custos

Quanto ao Apple Pay...finalmente!
Espero/acredito que o N26 seja apenas o primeiro e que isso acabe por forçar outros bancos a aderirem.


MBway tem custos!!
há é bancos que ainda não cobram essas taxas ou o tipo de conta e respectiva comissão mensal ja contempla esse custo

não sei se será a mais actualizada, mas aqui fica:
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