TommyPT
Membro participativo
Não tenho experiência directa na empresa com Surface mas pelo que me tenho apercebido dos Surface que foram comprados deve ser raro o que não avariou.
Alguns com esse tema do restart infinito ou morrer e é um filme para recuperar os dados. Tanto que se deixou de confiar. Mas não trabalho no It pelo que não tenho números
Uma coisa sei, é que mesmo com um hardware sem problemas, a minha máquina com Windows 10 no trabalho da sempre chatices de software e updates.
Adorei há um tempo numa formação com pessoas a assistir de outras geografias e só porque se puxou mais do equipamento (instalação local com bd’s locais) lá tive o belo bsode um intervalo forçado até trazer tudo acima.
Porquê? Não se sabe é não voltou a fazer lol
Windows Events ajuda a fazer troubleshooting a muita coisa [
Do ponto de vista profissional trabalho com Windows e Windows Servers há muitos anos. É notória a melhoria da estabilidade e dos updates, normalmente um BSOD foi algum driver marado que o fabricante do PC lançou e raramente é provocado pelo OS. Eu até sou dos gajos que anda sempre atrás dos drivers mais recente e se dá ao trabalho de ler as release notes. A nível de marcas já tive um pouco de tudo mas sem dúvida que Dell e IBM são as cenas mais rock solid que me passaram pelas mãos. Actualmente tenho um HP e embora não seja mau noto aqui falhas na construção do ponto de vista da resistência e bending do chassi. Os drivers lançados pelo fabricante também não são grande coisa. De longe a Dell na gama Latitude era quem se safava melhor, quase todos os drivers eram assinados pelo Windows e o mítico E6410 que veio com o vista corre o 10 sem qualquer stress e com tudo a funcionar com aceleração por HW out of the box, o mesmo para as hotkeys. Ao nível de servidores uso HP e Dell. A principal diferença ao nível dos servidores é no preço, por cada HP compro dois Dell.
A nível pessoal tenho um Lenovo Thinkpad 13 2nd Gen (do ano passado) e um desktop montado por mim em 2011 com um core i5 2nd gen que continua rock solid. São todos estáveis e nenhum me dá stresses, impressionante é o desktop que apesar da idade, e desde que levou um SSD em 2014 só tem levado dirty updates (7 para 8, depois para 8.1, 10 e consequentes updates) e continua rapidissimo e estável sem quaisquer BSODs. O meu lab caseiro é composto por um HP Microserver gen10, actualizado em memória, discos e CPU por mim (user serviceable) e funciona muito bem para tudo o que retiro dele com multiplas VMs Windows e Linux em cima de ESXI.
Antes de comprar o Lenovo comprei um Surface Pro (5) com um M3 e SSD 128GB. Gostei do conceito e do formato, mas foi só isso. Tudo o resto era asqueroso. A primeira unidade mal saiu da caixa já vinha com riscos no ecrã, apesar de ser novo e selado. Foi um pincel para que me aceitassem a devolução. A segunda unidade que me deram era muito mais rápida, sendo isso explicado pelo facto de terem 2 fornecedores de SSDs para aquele modelo sendo o SSD da Toshiba mais rápido. No entanto esta segunda unidade tinha light bleeding (problema crónico nos Surface desde a sua existência). Adicionalmente não foram poucas as vezes em que fechava a tampa (teclado) e o Surface acordava sozinho como se estivesse ligado normalmente, ainda apanhei uns sustos pois de repente o spotify começava a tocar sozinho de um pc que estava supostamente "suspenso" [
Mas como não queria morrer estúpido decidi dar uma hipótese à Apple e adquiri um Macbook Pro 13 2016 (4TB ports) e touchbar para experimentar MacOS. Deu-me alguns problemas de habituação ao conceito mas há ali atalhos e selecções que não me fazem sentido que tornam a experiência bastante frustrante. Há outros detalhes que me deixaram um sabor amargo na boca, nomeadamente o throttling provocado por um aquecimento excessivo (minhas ricas joias da coroa a trabalhar com aquilo no colo [
Contrariamente à burrice do Nuno, eu sou igualmente burro por continuar a preferir o outro lado da barricada (Android + Windows).
Uso 2 telemóveis no dia a dia, um iPhone SE (herdado da mulher que fez upgrade para um 8) e um Xiaomi Redmi 4 Pro. O Xiaomi dá na pá ao iPhone em quase tudo: ecrã, estabilidade, autonomia, velocidade, wifi stack e liberdade (discutível este último ponto). Os únicos pontos em que o iPhone leva vantagem são: Qualidade das chamadas e estabilidade do rádio Bluetooth. Mas estes dois pontos de vantagem podem ser facilmente explicados pela contenção de custos de produção dos dois dispositivos e respectivo PVP onde o Xiaomi custa 1/3 do SE. Para juntar à festa o iPhone já foi para a garantia porque o brilho morreu e o ecrã estava a descolar do chassi, inédito para um telemóvel que na altura tinha 1 ano [