No imediato a tecnologia do Touch ID é mais robusta, mais madura, e até eventualmente mais prática de usar. Contudo, pensando a médio prazo, penso que tecnologias de reconhecimento como o reconhecimento facial abrem mais possibilidades e mais funcionalidades. Julho que ninguém imagina um futuro em que seja obrigado a dar toques em superfícies para se autenticar ou para fazer outro tipo de coisas. Quando imaginamos o futuro imaginamos sempre um cenário em que simplesmente falamos com as coisas, com os objetos, com a nossa casa em abstrato, e esta nos reconhece e cumpre aquilo que pedimos. Claro que o estado da arte do reconhecimento facial é, neste momento, ainda pouco maduro, mas enquanto tecnologia, parece-me mais seguro apostar nisto com perspetiva de médio e longo prazo, do que continuar a postar no reconhecimento de impressões digitais.