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"Friends help you move, Real friends help you move bodies"
Felizmente tenho uns qts q até matavam o gajo por mim.
Mas iam lá de borboleta...espero[]
Vou-me benzer...
Este é um daqueles tópicos A bem dizer, somos todos muito boas pessoas e os outros é q são quase todos aqueles gajos que à primeira oportunidade nos mandam ir levar lá no sítio escuro. Equem diz q n andará por aqui algum desses energúmenos a dizer preecisamente o mesmo?
disse q n sei se tenho amigos desses full time e sem "acordo pré-nupcial", mas n me queixo. Os nossos amigos (ou a sua inexistênia) são o nosso espelho.
Não vejo as coisas assim, porque acho que pode coexistir na mesma pessoa a qualidade de amigo casual e de verdadeiro amigo ao mesmo tempo, dependendo do interlocutor. Dito de outro modo, cada um de nós é amigo casual de muita gente, e amigo verdadeiro de muito poucos. É uma questão de historial de relacionamento, empatia natural, intimidade, etc. Eu dou-me bem com muita gente dos quais me considero amigo na acepção lata do termo, mas não tenho intimidade suficiente para sentir os problemas deles como se fossem os meus. Sinto isso por um grupo mais restrito de pessoas, porque a natureza humana é mesmo assim.
Tenho dezenas de "amigos" que são uns porreiraços para as saídas à noite, as jantaradas, as futeboladas, as férias, os casamentos e festas de aniversários uns dos outros, etc. Mas amigos, amigos, daqueles que até são mais que família, esses contam-se pelos dedos de uma mão, e ainda me sobra o polegar!
Penso que a linha de fronteira entre o amigo e o verdadeiro amigo encontra-se na minha linha que divide a felicidade do sofrimento. É nas ocasiões tristes, onde impera a dificuldade e a dor (seja física, moral ou mesmo financeira), que se conhecem os verdadeiros amigos.