tens amigos verdadeiros?

tens amigos verdadeiros?

  • Sim

    Votos: 43 71,7%
  • Não

    Votos: 17 28,3%

  • Total de eleitores
    60
Quero acreditar que tenho. Mas já me desiludi tanto nesta vida, que já não meto a mão no fogo por ninguém. As pessoas cada vez mais olham para o seu umbigo, para os momentos bons aparecem todos, quando as coisas apertam, é triste olhar a volta e ver tão poucos ou até mesmo nenhuns.

Mas não deixo de fazer tudo o que estiver ao meu alcance por alguém que considere meu amigo.
 
Eu só vou saber se tenho amigos verdadeiros se um dia ficar sem emprego, sem mulher, sem casa e for morar para debaixo da ponte, ficar sem tomar banho por 15 dias e ainda assim aparecer lá alguém para fazer uma visita [:D]
 
Tirando a Maria, que para além de companheira é uma amiga sempre presente, tenho um com certeza (99.9%), dois ou três possíveis (ainda não passou tempo suficiente para dizer com segurança).

Colegas tenho muitos.

Infelizmente muita gente não faz a distinção, até precisar deles...
 
Tenho muito poucos, mas tenho. Já sofri muitas decepções, mas há algumas pessoas, talvez 3, que acredito que são verdadeiros, e que posso contar com eles. No entanto, nunca estamos a salvo de fazer um mau julgamento.
 
Tenho dois que metia as mãos no fogo sem me queimar, três que metia a mão mesmo queimando, depois tenho os outros amigos e conhecidos.

Algumas destas pessoas falo por vezes uma ou duas vezes por ano e mais não é preciso. Quando uma pessoa tem um carácter sólido e consolidado (requisito para um grande amigo/a), uma pessoa pode até estar anos sem se falar, que sabe se precisar ou for preciso a amizade está presente.
 
Este é um daqueles tópicos A bem dizer, somos todos muito boas pessoas e os outros é q são quase todos aqueles gajos que à primeira oportunidade nos mandam ir levar lá no sítio escuro. Equem diz q n andará por aqui algum desses energúmenos a dizer preecisamente o mesmo?
disse q n sei se tenho amigos desses full time e sem "acordo pré-nupcial", mas n me queixo. Os nossos amigos (ou a sua inexistênia) são o nosso espelho.
 
Tenho dezenas de "amigos" que são uns porreiraços para as saídas à noite, as jantaradas, as futeboladas, as férias, os casamentos e festas de aniversários uns dos outros, etc. Mas amigos, amigos, daqueles que até são mais que família, esses contam-se pelos dedos de uma mão, e ainda me sobra o polegar!

Penso que a linha de fronteira entre o amigo e o verdadeiro amigo encontra-se na minha linha que divide a felicidade do sofrimento. É nas ocasiões tristes, onde impera a dificuldade e a dor (seja física, moral ou mesmo financeira), que se conhecem os verdadeiros amigos.
 
Este é um daqueles tópicos A bem dizer, somos todos muito boas pessoas e os outros é q são quase todos aqueles gajos que à primeira oportunidade nos mandam ir levar lá no sítio escuro. Equem diz q n andará por aqui algum desses energúmenos a dizer preecisamente o mesmo?
disse q n sei se tenho amigos desses full time e sem "acordo pré-nupcial", mas n me queixo. Os nossos amigos (ou a sua inexistênia) são o nosso espelho.

Não vejo as coisas assim, porque acho que pode coexistir na mesma pessoa a qualidade de amigo casual e de verdadeiro amigo ao mesmo tempo, dependendo do interlocutor. Dito de outro modo, cada um de nós é amigo casual de muita gente, e amigo verdadeiro de muito poucos. É uma questão de historial de relacionamento, empatia natural, intimidade, etc. Eu dou-me bem com muita gente dos quais me considero amigo na acepção lata do termo, mas não tenho intimidade suficiente para sentir os problemas deles como se fossem os meus. Sinto isso por um grupo mais restrito de pessoas, porque a natureza humana é mesmo assim.
 
Tenho 1 amigo que já vem dos tempos de infância e 1a amiga que é a minha namorada.

Colegas tenho uns 100

Conhecidos tenho uns 1000.

Nota: Claro que o meu conceito de amigo é extremamente apertado.
 
Não vou contar colegas porque colegas é um conceito instantâneo que se desfaz com a mesma facilidade.

Amigos felizmente tenho vários.

Amigos a sério a quem confiava sem problema a minha vida, tenho 2.
 
Não vejo as coisas assim, porque acho que pode coexistir na mesma pessoa a qualidade de amigo casual e de verdadeiro amigo ao mesmo tempo, dependendo do interlocutor. Dito de outro modo, cada um de nós é amigo casual de muita gente, e amigo verdadeiro de muito poucos. É uma questão de historial de relacionamento, empatia natural, intimidade, etc. Eu dou-me bem com muita gente dos quais me considero amigo na acepção lata do termo, mas não tenho intimidade suficiente para sentir os problemas deles como se fossem os meus. Sinto isso por um grupo mais restrito de pessoas, porque a natureza humana é mesmo assim.

Certo, mas n vejo aqui qq contraditório. Aliás, vejo aquela coisa do "espelho" de forma mais lata.
 
Tenho dezenas de "amigos" que são uns porreiraços para as saídas à noite, as jantaradas, as futeboladas, as férias, os casamentos e festas de aniversários uns dos outros, etc. Mas amigos, amigos, daqueles que até são mais que família, esses contam-se pelos dedos de uma mão, e ainda me sobra o polegar!

Penso que a linha de fronteira entre o amigo e o verdadeiro amigo encontra-se na minha linha que divide a felicidade do sofrimento. É nas ocasiões tristes, onde impera a dificuldade e a dor (seja física, moral ou mesmo financeira), que se conhecem os verdadeiros amigos.

Infelizmente o meu irmão é um caso paradigmático do teu segundo paragrafo. Para além de já me ter desiludo bastante, em tempos morreu o pai de um amigo dele que se tinha casado há pouco tempo. Para o casamento, não houve problemas em ir. Trocou o turno com um colega, fez o diabo a sete, mas ele e a esposa estiveram lá presentes, comeram bem e divertiram-se. Quando o pai do rapaz faleceu, perguntei-lhe se ia ao funeral ao que me respondeu que não, porque a esposa trabalhava e ela não gosta de funerais. Perguntei-lhe então e ele, porque não ia? Disse-me que apesar de estar de folga, também não gosta de funerais. Respondi-lhe que ninguém gosta de funerais e que achava muito mau ter estado há pouco tempo no casamento, e agora que o amigo precisava mais de apoio, ele não estar lá presente. [8b]
 
Amigo verdadeiro é um pleonasmo. Se é amigo é verdadeiro.
Sempre tive poucos amigos. Se calhar é assim que deve ser, face à raridade da espécie.
 
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