TAP Portugal

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Comparar a TAP com a Ryanair é como comparar um hostel barato com um hotel de, pelo menos, 3 estrelas.
Para mim 99% das vezes a escolha da companhia tem um único factor, o preço. Se estão na mesma rota estão a competir.
Se a TAp pensar como tu, o destino é o do passado, é não ter futuro.

Voei na TAp Porto Lisboa e voei na Ryanair Porto Lisboa no ano passado, a diferença foi igual a zero! É igual para mim como será igual para 90 e tal % das pessoas que fazem essa rota geralmente.
 
Sinceramente, tendo cerca de 20 viagens em ambas, e a mesma coisa para mim.

O conforto a bordo, que é o que me interessa, é a mesma coisa.

Tendo em conta que a ryanair até se atrasa menos ( em geral ) até a tenho em melhor conta. E não faz greves, o que na TAP nunca se sabe.

Já por exemplo a Air berlin que por vezes em médio curso tem aviões com ecras individuais é completamente outra história, isto sim seria comparar um hotel a hostel.

Agora TAP para mim não acrescenta nenhum valor, tirando o poder ir à janela sem pagar mais.

Curiosamente o conforto a mim é o que menos me importa, preocupa-me mais as políticas de contratação do pessoal as políticas de manutenção dos aparelhos etc..

São pontos de vista.
 
Voei na TAp Porto Lisboa e voei na Ryanair Porto Lisboa no ano passado, a diferença foi igual a zero! É igual para mim como será igual para 90 e tal % das pessoas que fazem essa rota geralmente.

Numa rota tão curta, só se voasses de pé na Ryanair (o seu CEO já pensou nisso) é que faria uma grande diferença. [:D]
 
Curiosamente o conforto a mim é o que menos me importa, preocupa-me mais as políticas de contratação do pessoal as políticas de manutenção dos aparelhos etc..

São pontos de vista.

serás mesmo uma pessoa melhor que a maioria de nós. Ainda mais se tiveres essa mesma preocupação com outros produtos e serviços que vais comprando no dia a dia.
 
Numa rota tão curta, só se voasses de pé na Ryanair (o seu CEO já pensou nisso) é que faria uma grande diferença. [:D]
Tu é que disseste que comparar a TAp com a Ryanair era um hostel barato e um hotel 3 estrelas, eu demonstrei-te viajando que não.
E o mesmo se aplica a grande parte das rotas que a Ryanair faz que são de curso médio ou mesmo curto, 2h de viagem numa ou noutra tem uma diferença em minha opinião quase irrisória.
Depois a escolha depende como disse atrás do gosto e principalmente da carteira de cada um e pouco mais que isso, isto na generalidade, que há sempre excepções.
 
Última edição:
serás mesmo uma pessoa melhor que a maioria de nós. Ainda mais se tiveres essa mesma preocupação com outros produtos e serviços que vais comprando no dia a dia.

Acho que não transmiti bem o que queria dizer.

As políticas de manutenção são diferentes por exemplo enquanto que nalgumas companhias as peças são substituídas no limite do recomendado pelos fabricantes, ou para além porque as companhias sabem que os fabricantes colocam margens de segurança, noutras companhias as peças são substituídas antes do limite recomendado pelo fabricante.
A mesma coisa se passa com o pessoal, quer para os pilotos quer para o pessoal de cabine, os períodos de formação são diferentes, as exigências de formação na contratação são diferentes, os períodos de descanso na operação são diferentes, etc..

Espero ter sido mais explícito.
 
Acho que não transmiti bem o que queria dizer.

As políticas de manutenção são diferentes por exemplo enquanto que nalgumas companhias as peças são substituídas no limite do recomendado pelos fabricantes, ou para além porque as companhias sabem que os fabricantes colocam margens de segurança, noutras companhias as peças são substituídas antes do limite recomendado pelo fabricante.
A mesma coisa se passa com o pessoal, quer para os pilotos quer para o pessoal de cabine, os períodos de formação são diferentes, as exigências de formação na contratação são diferentes, os períodos de descanso na operação são diferentes, etc..

Espero ter sido mais explícito.

Nos aviões existem cadernos de encargos a nível de manutenção que têm de ser cumpridos para poderem voar.

Na Europa custa-me a crer que hajam companhias que estendam os prazos requeridos de substituição, voando assim em desrespeito com as normas.

Tens provas disso?

Cumprimentos.
 
Acho que não transmiti bem o que queria dizer.

As políticas de manutenção são diferentes por exemplo enquanto que nalgumas companhias as peças são substituídas no limite do recomendado pelos fabricantes, ou para além porque as companhias sabem que os fabricantes colocam margens de segurança, noutras companhias as peças são substituídas antes do limite recomendado pelo fabricante.
A mesma coisa se passa com o pessoal, quer para os pilotos quer para o pessoal de cabine, os períodos de formação são diferentes, as exigências de formação na contratação são diferentes, os períodos de descanso na operação são diferentes, etc..

Espero ter sido mais explícito.

realmente levei o meu carro à revisão lá ao quim manel bouças, e vê-lá tinha lá um Airbus da RyanAir para substituir os calços de travões [:cool:]

se há uma coisa com que as companhias não brincam é com isso a segurança e a manutenção, quer seja para grandes companhias como pequenas.
 
Nos aviões existem cadernos de encargos a nível de manutenção que têm de ser cumpridos para poderem voar.

Na Europa custa-me a crer que hajam companhias que estendam os prazos requeridos de substituição, voando assim em desrespeito com as normas.

Tens provas disso?

Cumprimentos.

Estender prazos sem justificação e autorização está totalmente fora de questão.
 
TAP Portugal

realmente levei o meu carro à revisão lá ao quim manel bouças, e vê-lá tinha lá um Airbus da RyanAir para substituir os calços de travões [:cool:]

se há uma coisa com que as companhias não brincam é com isso a segurança e a manutenção, quer seja para grandes companhias como pequenas.

Acreditava se fosse um boeing!
 
Última edição:
Não é sobre a Tap (existe um tópico da Sata?) ...mas...a Sata vai mudar de nome?

Pergunto pq patrocinava o rali do ERC...e o nome do rali mudou para..Azores Airlines.....
 
realmente levei o meu carro à revisão lá ao quim manel bouças, e vê-lá tinha lá um Airbus da RyanAir para substituir os calços de travões [:cool:]

se há uma coisa com que as companhias não brincam é com isso a segurança e a manutenção, quer seja para grandes companhias como pequenas.

Eu vou dar um exemplo com números para ver se fica mais explícito.
Os equipamentos têm peças com um número máximo de vida útil normalmente em horas. Imagina por exemplo uma peça qualquer que tem um número máximo de 1.000 horas de vida útil. Normalmente o fabricante recomenda a substituição dessa peça ao fim de 800 horas por exemplo, depois algumas companhias substituem ao fim de 800 ou 850 horas, outras, substituem ao fim de 750 horas porque é essa a política. É isto que acontece, não vale a pena ironizar com a questão.
Se queres acreditar ou não isso é contigo.
Se acreditas mas mesmo assim isso não te importa isso é contigo.

Eu digo que me sinto mais confortável a viajar numa companhia com uma política de manutenção mais conservadora, mas isso sou eu. O que não quer dizer que as coisas possam acontecer numa ou noutra.
 
Última edição:
A TAP é sobejamente conhecida no mundo da aviação por ter um PMA dos mais exigentes entre todas as companhias aéreas europeias. Do mesmo modo as low cost têm PMAs menos exigentes (isso é informação obrigatória das companhias e é auditada regularmente e é verdade), mas isso não tem consequências nenhumas na aeronavegabilidade das aeronaves, porque seja lá que companhia for tem que cumprir escrupulosamente as normas da EASA (que em Portugal são impostas pelo INAC), e as normas da EASA são muito exigentes por si próprias.

As companhias aéreas que têm PMAs mais exigentes do que os legalmente estabelecidos servem-se disso sobretudo para dar mais credibilidade e melhor imagem de "marca", mas os ganhos em segurança, a existirem, são marginais.

A forma mais normal que as Low Cost têm para reduzir os custos de manutenção consiste precisamente em alargar os intervalos entre "checks" para o máximo legal possível. Mas isso não significa que sejam menos seguras, porque o intervalo máximo legal é ele próprio extremamente conservador face às indicações dos fabricantes.
 
Mas a Ryanair acho que tem uma politica de só comprar aviões novos e vendê-los passado uns anos.
Acho que a TAP tem aviões com mais idade. Mas de certeza que há aí pessoal que deve saber melhor isto.
 
A TAP é sobejamente conhecida no mundo da aviação por ter um PMA dos mais exigentes entre todas as companhias aéreas europeias. Do mesmo modo as low cost têm PMAs menos exigentes (isso é informação obrigatória das companhias e é auditada regularmente e é verdade), mas isso não tem consequências nenhumas na aeronavegabilidade das aeronaves, porque seja lá que companhia for tem que cumprir escrupulosamente as normas da EASA (que em Portugal são impostas pelo INAC), e as normas da EASA são muito exigentes por si próprias.

As companhias aéreas que têm PMAs mais exigentes do que os legalmente estabelecidos servem-se disso sobretudo para dar mais credibilidade e melhor imagem de "marca", mas os ganhos em segurança, a existirem, são marginais.

A forma mais normal que as Low Cost têm para reduzir os custos de manutenção consiste precisamente em alargar os intervalos entre "checks" para o máximo legal possível. Mas isso não significa que sejam menos seguras, porque o intervalo máximo legal é ele próprio extremamente conservador face às indicações dos fabricantes.

O maior problema não são os PMA. É as tarefas não serem cumpridas como deveriam ser. Vide caso da Aloha, tinham um PMA em condições, faziam inspecções regulares mas nunca encontraram defeitos. Afinal havia 120 defeitos que nunca tinham sido detectados e um deles foi responsável pelo acidente...
 
O maior problema não são os PMA. É as tarefas não serem cumpridas como deveriam ser. Vide caso da Aloha, tinham um PMA em condições, faziam inspecções regulares mas nunca encontraram defeitos. Afinal havia 120 defeitos que nunca tinham sido detectados e um deles foi responsável pelo acidente...

Se tinham 120 defeitos nunca detectados então não podiam ter um PMA em condições. Um PMA não se esgota no desenho do plano propriamente dito. Um PMA inclui o desenho e a implementação do mesmo, que inclui inspecções, redundâncias, decisões colegiais, etc, etc. Para haver tantas falhas é óbvio que havia aí negligência de muita gente, a começar logo pelos responsáveis da manutenção.
 
Um PMA tem as tarefas de manutenção, intervalos, thresholds, zonas, documentos de referência, aplicabilidade, etc. Não te garante que quem vai executar as tarefas as faça com toda a atenção e meticulosidade e/ou tenha as condições para as fazer como deve ser.
 
Eu vou dar um exemplo com números para ver se fica mais explícito.
Os equipamentos têm peças com um número máximo de vida útil normalmente em horas. Imagina por exemplo uma peça qualquer que tem um número máximo de 1.000 horas de vida útil. Normalmente o fabricante recomenda a substituição dessa peça ao fim de 800 horas por exemplo, depois algumas companhias substituem ao fim de 800 ou 850 horas, outras, substituem ao fim de 750 horas porque é essa a política. É isto que acontece, não vale a pena ironizar com a questão.
Se queres acreditar ou não isso é contigo.
Se acreditas mas mesmo assim isso não te importa isso é contigo.

Eu digo que me sinto mais confortável a viajar numa companhia com uma política de manutenção mais conservadora, mas isso sou eu. O que não quer dizer que as coisas possam acontecer numa ou noutra.

na minha opinião, as companhias não o fazem porque não só são sujeitas a imensas auditorias como qualquer incidente devido à essas praticas implicaria custos que poderiam acabar com uma companhia.
 
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