TAP Portugal

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https://eco.sapo.pt/2024/05/24/pilotos-da-tap-vao-receber-seis-salarios-extra-este-ano/

"A TAP irá pagar, este mês e no próximo, seis salários-base extraordinários aos pilotos a título de compensação indemnizatória por ter ultrapassado o limite de contratação externa de voos. A medida que engloba 1.200 pilotos vai ter um peso de 60 milhões de euros nas contas da companhia área, avança o Expresso (acesso pago).

A informação sobre o pagamento dos salários extra vem no “Boletim do Trabalho e Emprego” de 29 de abril onde menciona que a Portugália, ainda inserida na TAP SGPS, é a que mais pesa no recurso a voos externos."
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Do que percebo, a TAP não dá vazão aos voos/clientes que tem, sub contrata e por isso tem que pagar 6 meses de salários aos pilotos? E gasta 60 milhões nisto?
Será que com esses voos contratados externamente ganhou sequer 10% do valor que agora vai pagar?
Isto é apenas surreal.
 
https://eco.sapo.pt/2024/06/18/costa...ta-telefonica/


Costa pediu demissão de CEO da TAP por motivos políticos, indica escuta telefónica

Num telefonema com João Galamba, o antigo primeiro-ministro é ouvido a assumir a necessidade de demitir Christine Ourmières-Widener. "Se isto se torna num inferno é ela ou nós”, disse Costa.


Numa escuta telefónica no âmbito da “Operação Influencer”, António Costa foi escutado a assumir a necessidade de despedir Christine Ourmières-Widener por motivos políticos e a avançar, depois, com o nome de Luís Rodrigues, então na SATA, para substituir a gestora francesa na liderança da TAP, revela a CNN Portugal e o Correio da Manhã (acesso pago).

O telefonema em causa, entre o então primeiro-ministro e João Galamba, que tutelava a pasta das Infraestruturas, aconteceu em 5 de março do ano passado, às 18h12, numa altura em que o executivo socialista se via confrontado com a polémica indemnização de 500 mil euros paga a Alexandra Reis, ex-administradora executiva da companhia aérea portuguesa. “Os 500 mil já nos custaram muito“, desabafou Costa, dizendo a Galamba que “as pessoas precisam de sentir que o Governo não consente com merdas destas“.

Foi então que, para estancar a indignação junto da opinião pública, o ex-chefe de Governo informou o seu ministro das Infraestruturas de que estava na altura de despedir Christine Ourmières-Widener. “Se isto se torna num inferno é ela ou nós. Já falei com o Fernando [Medina, então ministro das Finanças] e politicamente nós não nos safamos mantendo a senhora, nem a senhora se safa politicamente“, assumiu António Costa na chamada telefónica. Governo demite chairman e CEO da TAP

Um dia depois, Fernando Medina e João Galamba anunciavam a demissão da CEO e do chairman da TAP, Manuel Beja, apontando que, no momento, se impunha “um virar de página na gestão da empresa”, tendo por isso decidido a “exoneração, com justa causa, do Presidente do Conselho de Administração e da Presidente da Comissão Executiva da TAP”.

Na ocasião, o então ministro das Finanças reconheceu que o processo de saída de Alexandra Reis “levantou uma legítima indignação no país”, quando a transportadora está sujeita a um plano de reestruturação que “impõe sacrifícios diários aos trabalhadores da empresa e que requereu um esforço muito significativo dos portugueses”. Gerou, além disso, “justificada incompreensão quanto a falhas evidentes nas práticas de gestão e de governo societário”.

Meses mais tarde, em setembro, a ex-CEO da TAP deu entrada na Justiça com o prometido processo contra a TAP, contestando a sua demissão pelo Governo e pedindo uma indemnização de 5,9 milhões de euros. Christine Ourmières-Widener pôs no banco dos réus as duas empresas do universo da transportadora, a TAP S.A., dona da companhia aérea, e a holding TAP SGPS. Uma das alegações da defesa da gestora francesa é de que o seu despedimento teve apenas motivações políticas.

Voltando ao telefonema entre Costa e Galamba, é possível ainda ouvir o ex-primeiro-ministro a avançar o nome de “um gajo muito bom”, o então presidente executivo da SATA, Luís Rodrigues, como o substituto de Christine Ourmières-Widener na liderança da TAP. “É um fator de tranquilidade e descompressão”, elogiava o chefe do governo socialista. “E ele aceita?”, questionou depois Galamba, ao que António Costa respondeu que sim, acrescentando que já tinha falado “com o Fernando [Medina]”.
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https://eco.sapo.pt/2024/06/18/defes...aign=destaques


Defesa da ex-CEO avalia utilização das escutas a Costa no processo contra a TAP

A defesa da Christine Ourmières-Widener vai avaliar a utilização das escutas ao ex-primeiro-ministro, em que António Costa assume que a demissão da ex-CEO da TAP teve motivações políticas.


Adefesa de Christine Ourmiére-Widener vai avaliar a pertinência da utilização das escutas a António Costa na “Operação Influencer” na ação judicial em que contesta o despedimento da ex-CEO da TAP e pede uma indemnização de 4,9 milhões de euros, apurou o ECO.

Numa escuta telefónica realizada no âmbito desse processo, o ex-primeiro-ministro assume a necessidade de despedir Christine Ourmières-Widener por motivos políticos e substituí-la pelo atual CEO, Luís Rodrigues, então na SATA, revelam a CNN Portugal e o Correio da Manhã. Costa pediu demissão de CEO da TAP por motivos políticos

O telefonema em causa, entre o então primeiro-ministro e João Galamba, que tutelava a pasta das Infraestruturas, aconteceu em 5 de março do ano passado, às 18h12, numa altura em que o executivo socialista se via confrontado com a polémica indemnização de 500 mil euros paga a Alexandra Reis, ex-administradora executiva da companhia aérea portuguesa. “Os 500 mil já nos custaram muito“, desabafou Costa, dizendo a Galamba que “as pessoas precisam de sentir que o Governo não consente com merdas destas“.

Foi então que, para estancar a indignação junto da opinião pública, o ex-chefe de Governo informou o seu ministro das Infraestruturas de que estava na altura de despedir Christine Ourmières-Widener. “Se isto se torna num inferno é ela ou nós. Já falei com o Fernando [Medina, então ministro das Finanças] e politicamente nós não nos safamos mantendo a senhora, nem a senhora se safa politicamente”, assumiu António Costa nessa chamada telefónica.

A ex-CEO da TAP deu entrada na Justiça com o prometido processo contra a TAP, contestando a sua demissão pelo Governo e pedindo uma indemnização de 5,9 milhões de euros. Christine Ourmières-Widener pôs no banco dos réus as duas empresas do universo da transportadora, a TAP S.A., dona da companhia aérea, e a holding TAP SGPS.

Uma das alegações da defesa da gestora francesa é de que o seu despedimento teve apenas motivações políticas. “A Autora [Christine Ourmières-Widener] foi demitida por motivos meramente políticos, numa tentativa – aliás conseguida – de abafar a total falta de coordenação entre tutelas, a responsabilidade pela nomeação da Eng.ª Alexandra Reis para Secretária de Estado do Tesouro, com responsabilidade pelo acompanhamento da execução do Plano de Reestruturação”, lê-se no processo, que o ECO noticiou em primeira mão.

A defesa de Christine Ourmières-Widener vai agora avaliar a pertinência da utilização das escutas, nomeadamente se elas têm ou não cabimento legal.
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Se a defesa da ex-CEO consegue colocar as escutas no processo e for aceite como prova, mais vale pagar já a indemnização pedida.
Vai ganhar isto limpinho...
:sh)
 
Se a defesa da ex-CEO consegue colocar as escutas no processo e for aceite como prova, mais vale pagar já a indemnização pedida.
Vai ganhar isto limpinho...

E eis como um problema de 500 mil euros se transforma num problema de 6 milhões.

PS sempre a lixar o contribuinte.
 
https://www.sapo.pt/opiniao/artigos/costa-medina-e-galamba-devem-6-milhoes-a-ex-ceo-da-tap


Costa, Medina e Galamba devem 6 milhões à ex-CEO da TAP


A opinião de

Joana Petiz
Joana Petiz

Podiam fazer uma vaquinha, dois milhões a cada. Mas como sempre, a fatura da indemnização que obviamente terá de ser paga a Christine pelo seu muito público despedimento político, cuja única razão, como se vê, foi salvar a pele ao governo, vai sobrar para nós. O socialismo continua a sair-nos caro.

Não é que seja espantoso, depois de todo o circo a que assistimos quando o mesmo governo que anunciou com pompa e circunstância a contratação de Christine Ourmières-Widener para liderar a TAP, em junho de 2021, a despachava dois anos depois, com guia de marcha e sem carta de recomendação, apesar de a gestora ter conseguido resultados dois anos antes do prazo. Não é que deva surpreender-nos, depois de a responsável pelo "trabalho fenomenal" de reestruturação da TAP, publicamente elogiado pelo governo socialista, que lhe prometera mais de meio milhão de euros por ano, mais bónus (a fatura paga por nós, contribuintes), ter sido chamada ao gabinete do então ministro das Finança, Fernando Medina, para que deixasse a transportadora, e já agora o país, e sem fazer ondas porque era preciso "sacrificar alguém". Não é que fosse inesperado, depois de a bestial gestora ser publicamente tratada como uma besta, despedida em direto pela televisão quando recusou sair sozinha e vendo até os termos do contrato que o Estado lhe pôs à frente postos em causa para construir a narrativa colada a cuspo que dava argumentos à "justa causa" invocada por António Costa no despedimento da ex-CEO.

Nove anos de governação socialista habituaram-nos a trapalhadas bem piores, sempre com custos para o povo, utilizador ou não dos serviços. Lembra-se quando o supercompetente SEF foi desmantelado para salvar a face a Eduardo Cabrita, deixando-nos com uma insustentável confusão nas fronteiras? Recorda-se de andar a pagar salários de ministro a amigos em quem Costa confiava a representação de assuntos de Estado, como Lacerda Machado na TAP ou Costa Silva no desenho do PRR? Tem memória de quando havia famílias inteiras a trabalhar no governo e dos tempos em que havia baixas semanais no Executivo porque mais de uma dúzia de governantes se viram a braços com casos de justiça, que aliás chegaram ao primeiro-ministro, culminando com a queda de um governo de maioria absoluta?

O desgoverno socialista foi verdadeiramente pródigo em ações que, em paragens mais civilizadas, não terminariam sem responsabilização pública, política e efetiva. E os seus membros tornaram-se profissionais das artes circenses, fosse a fazer piruetas para distrair o povo do caos que iam deixando naquilo em que mexiam fosse em atos de contorcionismo para escapar às consequências de sucessivos erros e incompetências.

Ainda assim, é notável a indiferença com que um homem que toda a vida teve cargos de representação política — como ministro, deputado, autarca e quase uma década primeiro-ministro de Portugal —, e que neste momento aposta tudo na liderança do Conselho Europeu, sacrifica a competência ao serviço do país para manter o poder na mão.

Já o fizera antes, claro. Por exemplo, quando deixou cair Pedro Nuno ou João Galamba, quando declarou que nem era grande amigo do seu padrinho de casamento, Lacerda Machado, ou quando se afastou de Vítor Escária, ao descobrir-se que o seu próprio chefe de gabinete ali tinha escondidas dezenas de milhar de euros em nota. Porque havia de ter problemas em descartar alguém que nem sequer faz parte da sua lista de amigos e que, apesar das competências de gestão, melhor lhe servia como bode expiatório?

"Se isto se torna num inferno, é ela ou nós. Nós não nos safamos mantendo a senhora", explicou o ex-primeiro-ministro a Galamba e a Medina, fazendo tábua rasa do trabalho que Christine fizera na TAP; à custa de despedimentos e cortes de rotas, frequências e salários, é certo, mas obtendo resultados e chegando aos lucros de que Pedro Nuno ainda se gaba — "era uma empresa que estava parada, que quando assumi funções enquanto ministro dava prejuízos de 100 milhões e que deixámos saudável e a dar lucro", sublinhava o agora líder socialista ainda em janeiro, pouco antes de a transportadora voltar ao buraco, que já excede 70 milhões.

Provado que está, para quem dúvidas tivesse, que não houve sombra de "justa causa" mas apenas motivações políticas e defesa dos interesses individuais de Costa, Medina e Galamba para empurrar Christine Ourmières-Widener da cadeira, é certo que teremos de compensar a gestora pelos danos e pelo trauma de ter tido que lidar com um governo socialista. Os quase seis milhões que pede até são pouco... Justo seria, para variar, enviar a fatura a quem é responsável pelos estragos.
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Parei de ler aqui:



"O socialismo continua a sair-nos caro."



Baaahhhhh.... para dizer aquilo que todos sabermos, nem preciso ler o resto ....

Enquanto esta gente não acabar na prisão por crimes de lesa pátria, sempre sempre a piorar! Agora até querem meter o PNSantini a 1º ministro, e o Costini na Europa... ambos deviam era estar na prisão, com o Galambini e o Merdini e tantos outros da camorra do Rato!
 
Se tivesse que escrever sobre a TAP, escreveria no essencial isto.

"A TAP é o maior equivoco da terrinha.
Deslumbrados pelas Caravelas uns tolinhos acham que comprar Airbus e colocá-los a voar é “estratégico” para o Turismo, os italianos durante decadas acreditaram nesta tonteria, até forçados pela UE, acabaram com a Alitalia e fundaram a ITA, que hoje pertence à Lufthansa, para alivio do estado italiano,

As tragicomedias da companhia Italiana são muito parecidas , prejuizos, vendas, administrações politicas, e perder dinheiro muito dinheiro,

A ITA tem actualmente tantos aviões como a TAP, o turismo italiano, continua a ser o 4⁰ destino mais lucrativo do planeta, Portugal não surge nos 20 primeiros, obvio Italia é a terceira economia da Europa e tem a 3ª maior população,

O Dr Pinto Luz fez muito bem em privatizar a TAP, em 2015, o seu objectivo, acabar com o sorvedouro, e ainda recebeu 10 mmilhõe.O Dr Costa ao “nacionalizar“ pagou 55 milhoes a quem tinha pago 10, brilhante, meses depois colocou naquele sorvedouro 3.200 milhões, brilhante, extraordinário!

Agora a TAP vale 1.000 milhões, em três anos voaram 2.000 milhões, o equivalente a 4 hospitais de 1ª linha ou 20.000 habitações,

O Dr Montenegro deve seguir o exemplo Italiano, vender, e rapido, o Turismo Italiano não sofreu, cresceu, a diáspora italiana, não deixou de visitar Italia, a Italia continua a ter Roma, Veneza, Milão ou Florenca, como nós não deixaremos de ter Lisboa Porto, a Madeira, os Açores ou o Algarve,

Venda a TAP e esta crescerá com gente competente, os seus trabalhadores, receberão mais, e todos deixaremos de ter sonhos de terceiro mundo “ Companhias de Bandeira”

Privatizem e rápido a TAP, será um feito notável do Dr Montenegro e do Dr Pinto Luz rapido, amanhã já é tarde! "

Luis Nobre.
04Set2024

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Numa altura em que o turismo americano está a ganhar terreno em Portugal, a estratégia de David Neeleman, de usar Portugal como porta de entrada para os USA, Brasil, cada vez fazia mais sentido.

Uma pena ter sido tudo revertido, custou um balúrdio, e vamos acabar nas mãos de outro gigante europeu, que tem outras prioridades como devia trafego para os seus hubs.

Por mim venha a Iberia e 4x voo diários Madrid-Faro e deixo Lisboa de bom grado.
 
O equívoco é esse; "privatizar".

A TAP vale muito pouco e está cheia de vícios. Quando se vende a TAP com limitações vai dar sempre asneira.

Surgem "interessados" como o neeleman que só querem sacar uns cobres á custa do contribuinte.

Isto só se resolve com a falência. Ou melhor, quando deixarem-na falir.
 
Portanto, deixá-la falir, colocar 9000 pessoas directas e indirectas no fundo de desemprego, indemnizá-las e ficarmos todos com este custo em cima de nós todos, é a solução que propões porque no teu entender é melhor que vender e privatizar, amortizar uma parte dos 3.2 mil milhões que se injectaram lá, e passar esse onus para o comprador (!)...

Uma nova escola de gestão nasceu em Agosto de 2024 no FMG [:)][:D] [:p]
 
Já devia ter falido nos anos 90. Basta fazer as contas aos prejuízos acumulados. Quantas vezes os contribuintes foram chamados a salvar a TAP?

Muitos também diziam que a Alitalia não podia falir, coitadinhos dos funcionários, etc, etc,....

Quando uma empresa falida vai ao charco, os empregos directos e indirectos são absorvidos pelas empresas saudáveis que irão preencher as necessidades do mercado - a lei da oferta e da procura. Isto é básico. O facto de uma empresa falir não é necessariamente mau, pode até aumentar a oferta a médio curto-médio prazo.


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Última edição:
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No dia de Portugal os portugueses tiveram a notícia de que o Estado vai mesmo meter na TAP pelo menos mil milhões de euros dos contribuintes.

Montenegro reitera que privatização da TAP não avança sem garantir hub de Lisboa e rotas estratégicas

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Já devia ter falido nos anos 90. Basta fazer as contas aos prejuízos acumulados. Quantas vezes os contribuintes foram chamados a salvar a TAP?

Não vejo "grande problema nessa tabela"
até que as contas lá vão estando equilibradas
obvio que nos anos do covid, não houve companhia que ficasse feliz com o sucedido,
pos covid, está em recuperação e recomenda-se
 
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