Suícidio. Porquê?

Eu já disse isto num outro topico a falar salvo o erro da eutanásia.

Todos devemos ter o direito de escolher como e quando nos desligamos deste mundo.
Suicidio, já passei por isso com uma pessoa do mais proximo que pode haver, mãe.

E até que compreendo, acho mesmo que compreendo, qualquer pessoa numa ou outra altura na vida já teve um ou outro pensamento nesse sentido, não quer dizer que o concretize, acho até como que natural pensarmos no fim.

Todos deviamos ter um interruptor para desligar-mos, sem perguntas, sem dôr, como um novo adormecer sem acordar.

Acredito que no futuro será comum existirem locais que permitam fechar o interruptor de forma rápida, segura e pacífica.
 
Eu já disse isto num outro topico a falar salvo o erro da eutanásia.

Todos devemos ter o direito de escolher como e quando nos desligamos deste mundo.
Suicidio, já passei por isso com uma pessoa do mais proximo que pode haver, mãe.

E até que compreendo, acho mesmo que compreendo, qualquer pessoa numa ou outra altura na vida já teve um ou outro pensamento nesse sentido, não quer dizer que o concretize, acho até como que natural pensarmos no fim.

Todos deviamos ter um interruptor para desligar-mos, sem perguntas, sem dôr, como um novo adormecer sem acordar.

O «outro» deve ter o direito a escolher o seu Destino.
A nós, compete-nos ajudá-lo a «vê-lo» melhor....para «melhor» poder decidir.

Um abraço solidário para ti.[;)]
 
O «outro» deve ter o direito a escolher o seu Destino.
A nós, compete-nos ajudá-lo a «vê-lo» melhor....para «melhor» poder decidir.

Um abraço solidário para ti.[;)]


Sim, mas até que ponto o (nós) tem direito de interferir nos destinos de quem fôr?
Essa é a unica questão que ponho a todos os que por aqui estão.

Para sermos realmente livres temos de tomar o nosso destino nas nossas proprias mãos seja para o bem ou para o mal, senão nada mais passamos do que meros bonecos.
Viver anestesiados para que o sofrimento não se revele prejudicial, viver em alegria induzida, isso é lá vida para alguem.

Fingir que os problemas vão embora, alguns por aqui devem viver num mundo da fantasia, os problemas existem sempre, depende é do grau de cada um está disposto a enfrentá-los, da propria coragem...
E se realmente para essas pessoas valerá a pena continuar ou não, pois normalmente superam um ou outro mas têm logo uma carrada deles que não superam, nem com ajuda, acaba por viver como um zombie, a empurrar a bola de neve crescente...


Será que alguem entende mesmo estas mentes...
 
Viver anestesiados para que o sofrimento não se revele prejudicial, viver em alegria induzida, isso é lá vida para alguem.

Tocaste no ponto crítico. Nenhum de nós tem a opção de querer nascer ou não. Por isso não compreendo o espanto de muitas pessoas simplesmente não gostarem de viver. Ninguém veio ao mundo por escolha própria.
 
Sim, mas até que ponto o (nós) tem direito de interferir nos destinos de quem fôr?
Essa é a unica questão que ponho a todos os que por aqui estão.

...

A Vida não é uma recta mas uma estrada com subidas e descidas. Dizer presente e disponibilizar-se a ajudar a subir, é «obrigação» de um amigo.....aceitar a ajuda é um direito de cada um.
 
Costuma-se dizer que "enquanto há vida, há esperança" tal como "a esperança é a última a morrer".

Todos têm dificuldades na vida, uns mais do que outros, e ninguém vive sem problemas. Todos têm o dever de procurar ultrapassar as dificuldades que lhes vão surgindo. Isso faz parte da vida. Nunca ouvi ninguém dizer que a vida é um mar de rosas.

Que seria do bom sem o mau, ou do quente sem o frio? Só conhecendo o outra lado da realidade se pode estabelecer uma comparação. Só se pode dizer "isto é bom" caso se tenha conhecido algo mau.

Recusar fazer frente à vida é, para mim, um acto cobarde. Para além do mais, faz-se sofrer quem nada tem a ver com a paranóia...
 
Não é paranóia, é a realidade diária para muita gente.

Não é por ser realidade para muitos que deixa de ser um estado paranóico, isto sem qualquer ofensa, note-se bem!

Sou de opinião que, nesta situação, se deve recorrer a ajuda. Já disseram, e eu concordo, que muitas vezes é mais fácil recorrer e até ouvir ajudas de quem não conhecemos do que daqueles que nos estão próximos.

Acredito que ninguém, ainda que não te conheça, se deixará de fora quando confrontado com alguém nessas circunstâncias. Pessoalmente tentaria ajudar quem quer que fosse a ultrapassar essa situação, e estou naturalmente disponível para contribuir no que me for possível. Tens as mensagens privadas disponíveis para algo que não pretendas divulgar publicamente. Sei que nem sempre se pode confiar nas pessoas atrás de teclados, mas essa questão deixo-a ao teu cuidado.

Mas sugiro fortemente uma consulta de um especialista, que melhor do que eu poderá dar uma boa ajuda.
 
Obrigado pela sugestão mas dispenso esses "especialistas". Verdadeiras histórias de terror que se ouvem. Para bem do negócio não estão interessados em ajudar ninguém a resolver o problema em definitivo.
 
Obrigado pela sugestão mas dispenso esses "especialistas". Verdadeiras histórias de terror que se ouvem. Para bem do negócio não estão interessados em ajudar ninguém a resolver o problema em definitivo.

Já agora, poderá dar exemplos dessas "histórias de terror" (texto teu) e desses especialistas que "não estão interessados em ajudar ninguém" (novamente texto teu)?

Sinceramente, pense duas vezes antes de assustar outras pessoas, em relação ao trabalho e idoneidade de psiquiatras e psicólogos e outros especialistas de doenças do foro psicológico que podem muito bem salvar a vida de algumas pessoas, evitando a destruição e infelicidade de famílias.
 
Já agora, poderá dar exemplos dessas "histórias de terror" (texto teu) e desses especialistas que "não estão interessados em ajudar ninguém" (novamente texto teu)?

Sinceramente, pense duas vezes antes de assustar outras pessoas, em relação ao trabalho e idoneidade de psiquiatras e psicólogos e outros especialistas de doenças do foro psicológico que podem muito bem salvar a vida de algumas pessoas, evitando a destruição e infelicidade de famílias.

Falei em meu nome, cada um é livre de procurar a ajuda que entender como é óbvio.
 
Obrigado pela sugestão mas dispenso esses "especialistas". Verdadeiras histórias de terror que se ouvem. Para bem do negócio não estão interessados em ajudar ninguém a resolver o problema em definitivo.

Muitas vezes as pessoas procuram uma ajuda imediata, e duvido que algum problema se resolva num dia, mas isto é a minha opinião.
Já agora, já pensaste que a tua eventual morte pode trazer dor a outras pessoas? Imaginas o que a tua mãe sentiria?

Não venho criticar-te, mas pensa por um instante...há tanta gente mal no mundo, gente com tão pouco. Gente que nunca soube o que é andar, nunca beberam água duma torneira, nunca tiveram brinquedos e passaram a infância com guerras e doenças...
Não menosprezo os teus problemas, mas tenta ver algo de positivo na tua vida, há-de existir algo de bom
 
Já agora, já pensaste que a tua eventual morte pode trazer dor a outras pessoas? Imaginas o que a tua mãe sentiria?

É por isso que cá vou ter de me aguentar. Mas no dia a seguir à partida dela, sei bem o que tenho de fazer.

Não venho criticar-te, mas pensa por um instante...há tanta gente mal no mundo, gente com tão pouco. Gente que nunca soube o que é andar, nunca beberam água duma torneira, nunca tiveram brinquedos e passaram a infância com guerras e doenças...
Não menosprezo os teus problemas, mas tenta ver algo de positivo na tua vida, há-de existir algo de bom

É claro que há gente em muito piores condições. Mas por essa ordem de ideias ninguém tinha problemas, há sempre alguém pior.
 
Já agora, poderá dar exemplos dessas "histórias de terror" (texto teu) e desses especialistas que "não estão interessados em ajudar ninguém" (novamente texto teu)?

Sinceramente, pense duas vezes antes de assustar outras pessoas, em relação ao trabalho e idoneidade de psiquiatras e psicólogos e outros especialistas de doenças do foro psicológico que podem muito bem salvar a vida de algumas pessoas, evitando a destruição e infelicidade de famílias.

No passado ainda podia doer a mão de escrever tantas receitas, agora será a ponta dos dedos?
 
Não digas disparates, ninguém faz isto por moda. Quem quer fazer por moda só faz qualquer coisa para pregar um susto, não leva o assunto até ao fim.

Estatisticamente, volto afirmar. O Suicidio é a primeira causa de mortes não naturais, ultrapassando os acidentes rodoviários como segunda causa. Agora analise-se a prevenção aplicada entre ambos.
 
O profissional de saúde mental não tem uma varinha de condão que resolve os problemas do doente. O profissional apoia o doente na caminhada, sustenta-o nas quedas, motiva-o à luta. Mas no final, o próprio doente é que terá de percorrer o caminho.

No passado ainda podia doer a mão de escrever tantas receitas, agora será a ponta dos dedos?

Mas já agora, há doenças mentais como a depressão que estão associadas a alterações dos neurotransmissores. Obviamente, que o uso de fármacos é fundamental.
 
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