StayAway Covid app

Imagino que devas estar a falar em WPA Enterprise em lugar de WPA Personal, com autenticação RADIUS.

Não é necessário ter bloqueio por MAC para ter a segurança que referes.
É preferível usar apenas o AD da MS (ou a conta Office 365 que referes), ou o LDAP que eu prefiro (Microsoft [:vm)] [:vm)] [:vm)] [:vm)] ), para gestão das contas.
Assim o acesso é dado e retirado num único local.

Facilmente mudas o MAC de um dispositivo para um MAC que esteja autorizado, e lá se vai a "segurança" do bloqueio por MAC.
Portanto, isso não oferece segurança nenhuma.
Dá é uma falsa sensação de segurança.
E uma dor-de-cabeça para gerir as listas de MACs com acesso.


De qualquer modo, se é para ter segurança a sério, não é com logins com contas Office 365, é com certificados.
WPA Enterprise + RADIUS + LDAP em que as contas em lugar de username+password têm autenticação por certificado.
E com 2FA se for mesmo para matar.

Nao, no nosso caso é um sistema que nós desenvolvemos internamente.

Basicamente quando te ligas a rede é apresentada uma página que te pede para fazeres login na tua conta O365, caso facas login e estejas autorizado a usar a rede, a API do controlador Unifi é contactado para te autorizar na rede.

A autorizacao tem a ver com o a conta com a qual fazes login e também com o Mac do device que estás a fazer login, neste caso usamos o MacAddress do device e a ideia é que apenas devices da empresa possam ligar-se a rede.

Claro que podem alterar o MacAddress e conseguir chegar até ao ecra de login, mas depois tinham de ter obrigatóriamente conta O365 activa e com autorizacao para aceder a rede.


Isto foi desenvolvido internamente e nao sei os meandros de tudo uma vez que nao estive envolvido no projecto.
 
Bem, e hoje a aplicação lá deu o alarme de ter estado em contacto com alguém infectado. Mas como na passada quinta-feira feira, toda a gente na empresa, incluindo eu fez o teste, e tendo recebido o resultado negativo, para já não vou fazer nada.
 
Bem, e hoje a aplicação lá deu o alarme de ter estado em contacto com alguém infectado. Mas como na passada quinta-feira feira, toda a gente na empresa, incluindo eu fez o teste, e tendo recebido o resultado negativo, para já não vou fazer nada.

Os testes têm muitos falsos negativos.
Mas mesmo que não tenha sido um falso negativo, podes ter tido o contacto nessa 5.ª feira, o que significa que o teste iria dar negativo.

A questão é que o facto de o teste ter dado negativo não significa nada.
Está atento a sintomas, e procede como se estivesses infectado para evitar infectar outros.
 
Bem, como descargo de consciência liguei para a saúde 24. Disseram para monitorizar a febre e ter atenção aos sintomas. O contacto que apareceu na app, deve ter sido de alguém no emprego. Houveram alguns casos, e por isso testaram todos na quinta-feira. Na sexta, apenas estive no trabalho.
 
Os testes têm muitos falsos negativos.
Mas mesmo que não tenha sido um falso negativo, podes ter tido o contacto nessa 5.ª feira, o que significa que o teste iria dar negativo.

A questão é que o facto de o teste ter dado negativo não significa nada.
Está atento a sintomas, e procede como se estivesses infectado para evitar infectar outros.
Pelo contrário também há muitos falsos positivos. Já partilharam por aqui um estudo que refere que pouco mais de metade dos casos positivos se confirmaram no contrateste. E falamos dos testes pcr de elevada fiabilidade.
 
Pelo contrário também há muitos falsos positivos. Já partilharam por aqui um estudo que refere que pouco mais de metade dos casos positivos se confirmaram no contrateste. E falamos dos testes pcr de elevada fiabilidade.

Também li um estudo que provava que a terra era plana. Leste esse?
 
Pelo contrário também há muitos falsos positivos. Já partilharam por aqui um estudo que refere que pouco mais de metade dos casos positivos se confirmaram no contrateste. E falamos dos testes pcr de elevada fiabilidade.

Quando não se percebe de matemática (como o André Dias) qualquer coisa é possível.
Até inventar falsos positivos onde não os há.

Ele usa dois dados falsos para dizer que há muitos falsos positivos:
— Especificidade (usa 95% quando a especificidade dos testes PCR é superior a 99,9%).
— Prevalência (usa menos de 1% quando a prevalência numa amostragem de entre sintomáticos está nos 7% em Portugal).

Depois, dá um tiro no próprio pé.
Quando andava com a idiotice da imunidade de grupo, a prevalência na população era altíssima (>10%).
Agora, para a teoria idiota dos falsos positivos, já lhe dá jeito uma prevalência baixíssima nos testes (<1%).

Infelizmente, é precisamente o oposto.
A prevalência na população é que é baixa (actualmente deverá ser entre 3% a 4%, na altura não deveria chegar aos 1%).
A prevalência nos testes é muito alta (actualmente ronda os 7%, porque os testes são feitos de entre sintomáticos que tenham tido contacto com infectados).

O resto, é como os "médicos" pela "verdade", vão buscar testes que não têm nada a ver com o assunto para provar teorias idiotas cujos artigos não sustentam. Como dizer que as máscaras não servem para nada, usando artigos que dizem que as máscaras não impedem contágio, quando o propósito das máscaras não é impedir o contágio, é reduzir a probabilidade de o contágio acontecer.

Os ignorantes pela irresponsabilidade (como o Froes chamou aos "médicos" pela "verdade"), serão sempre ignorantes, por mais que os tentem instruir. Um teórico da conspiração será sempre um teórico da conspiração.

Não há nada a fazer.
 
Quando não se percebe de matemática (como o André Dias) qualquer coisa é possível.
Até inventar falsos positivos onde não os há.

Ele usa dois dados falsos para dizer que há muitos falsos positivos:
— Especificidade (usa 95% quando a especificidade dos testes PCR é superior a 99,9%).
— Prevalência (usa menos de 1% quando a prevalência numa amostragem de entre sintomáticos está nos 7% em Portugal).

Depois, dá um tiro no próprio pé.
Quando andava com a idiotice da imunidade de grupo, a prevalência na população era altíssima (>10%).
Agora, para a teoria idiota dos falsos positivos, já lhe dá jeito uma prevalência baixíssima nos testes (<1%).

Infelizmente, é precisamente o oposto.
A prevalência na população é que é baixa (actualmente deverá ser entre 3% a 4%, na altura não deveria chegar aos 1%).
A prevalência nos testes é muito alta (actualmente ronda os 7%, porque os testes são feitos de entre sintomáticos que tenham tido contacto com infectados).

O resto, é como os "médicos" pela "verdade", vão buscar testes que não têm nada a ver com o assunto para provar teorias idiotas cujos artigos não sustentam. Como dizer que as máscaras não servem para nada, usando artigos que dizem que as máscaras não impedem contágio, quando o propósito das máscaras não é impedir o contágio, é reduzir a probabilidade de o contágio acontecer.

Os ignorantes pela irresponsabilidade (como o Froes chamou aos "médicos" pela "verdade"), serão sempre ignorantes, por mais que os tentem instruir. Um teórico da conspiração será sempre um teórico da conspiração.

Não há nada a fazer.

O que vale já ninguém te liga, às idiotices que dizes ou escreves aqui.

Só quem faz os testes são os sintomáticos, pois claro...
 
Eu retirei a APP a partir do momento em que provou a sua inutilidade: estive com uma pessoa infetada, ambos tínhamos a APP, a pessoa registou o código e eu não recebi alerta nenhum.
 
Eu desinstalei quando li algures que a percentagem de códigos fornecidos pelos médicos era qualquer coisa como 5 ou 6% dos infectados...
 
Não sejam más-línguas a dizer que a app não serviu para nada.
Serviu para alguém meter 400.000€ ao bolso por uma coisa que nem 40.000€ vale.
 
Voltar
Superior