[Desporto] Sporting CP – 2026/27

Boa primeira parte, apesar de o árbitro não ter marcado penalti clarissimo na falta do Neves sobre o Pote. No mínimo deviam morar lá 2.

Segunda parte fraca em que Amorim nada fez para contrariar a alteração tática efetuada por RS.
Continuamos a sofrer golos com facilidade.
​​​​​​

[:D]
Sim, como sabemos tens uma malapata com o Amorim, com o Varandas, o Zenha, o Hugo Viana... tiraram-te alguma coisa, foi?
A tua costela brunóide sempre presente. Tudo o que se fez e faz nestes anos tem para ti um sabor agridoce... este Sporting para ti, nunca terá valor[:p]
 
Penalti óbvio não assinalado logo nos 1os minutos, caricato como o VAR não corrige.

Boa arbitragem a partir daí, bem anulados os 2 golos.

Bom jogo de futebol, divertido de seguir.
 
Penalti óbvio não assinalado logo nos 1os minutos, caricato como o VAR não corrige.

Boa arbitragem a partir daí, bem anulados os 2 golos.

Bom jogo de futebol, divertido de seguir.

confesso que os 60 minutos só foram bons de ser ver se formos do SCP
e os ultimos 30 min só foram bons de ser ver se formos do SLB
SCP devia ter matado o jogo com 3-0 e depois sim gerir !

(nota: está explicado mais uma vez, porque o Di maria joga sempre os 90min no SLB)
 
confesso que os 60 minutos só foram bons de ser ver se formos do SCP
e os ultimos 30 min só foram bons de ser ver se formos do SLB
SCP devia ter matado o jogo com 3-0 e depois sim gerir !

(nota: está explicado mais uma vez, porque o Di maria joga sempre os 90min no SLB)

Para quem não é nem de uns nem outros, divertiu-se os 90 minutos.
 
Na primeira parte podiamos estar a ganhar por 3-0, muitas equipas fizeram em alvalade bem mais que o benfica.
Na primeira vez que foram á nossa baliza marcaram, incompreensivel como ficámos "mijados" com o golo.
Resultado injusto deviamos ter ganho por 2 de diferença.

Morita - grande jogo
Hulmand - outro grande jogo
pote, viktor, quaresma, catamo muito bem
precisamos do "velho" edwards, está em baixo de forma

Os golos são bem anulados, o árbitro praticamente não teve erros
Desta vez conseguimos jogar 11 contra 11 e como disse o Ruben isso fez a diferença
não fosse a posição irregular do paulinho e o nuno seria candidato ao puskas outra vez

Agora descansar e domingo é para ganhar
SCP
 
Com uma equipa de gestão conquistamos os 3 pontos. Somos agora líderes com um jogo em atraso.
Nota-se algum desgaste em jogadores fulcrais, mas que a motivação de estar em primeiro relegue para segundo plano o cansaço existente. O Campeonato é o objectivo.
 
Jogamos muito bem, futebol bonito e sempre a mandar.
A equipa está algo nervosa e o "estádio" também
Temos de trabalhar essa parte e nós os adeptos somos parte importante
Bragança foi o melhor

Vamos ver quarta-feira, mas como sempre é para ganhar

SCP
 
Ainda sobre as assistências: Deve ser motivo de reflexão quando não se enche o Estádio num derby ou num Domingo às 18h no momento atual.

Sobre o jogo a equipa está de rastos porque têm de jogar sempre os mesmos, não há profundidade no plantel devido ao planeamento miserável que foi feito esta época e no mercado de janeiro, podíamos estar com o Campeonato na mão e a lutar pela Liga Europa e com estas exibições estamos sempre no limbo.

Quarta-feira é para ganhar, está na altura de vingar a fase de grupos e nada melhor que passar à próxima fase.
 
Boa rotação de jogadores, mantendo apenas os 3 da frente e com muito bom rendimento nos primeiros 30-40 minutos
um golaço a fazer 2-1 e a complicar o jogo. Felizmente Pote faz o 3-2, mas ultimos 30 minutos a acusar a pressão e o 4-2 a não surgir.
Nova rotação para liga europa e força scp
 
Ainda sobre as assistências: Deve ser motivo de reflexão quando não se enche o Estádio num derby ou num Domingo às 18h no momento atual.

Sobre o jogo a equipa está de rastos porque têm de jogar sempre os mesmos, não há profundidade no plantel devido ao planeamento miserável que foi feito esta época e no mercado de janeiro, podíamos estar com o Campeonato na mão e a lutar pela Liga Europa e com estas exibições estamos sempre no limbo.

Quarta-feira é para ganhar, está na altura de vingar a fase de grupos e nada melhor que passar à próxima fase.

[:vm)]
 
Sobre o jogo a equipa está de rastos porque têm de jogar sempre os mesmos, não há profundidade no plantel devido ao planeamento miserável que foi feito esta época e no mercado de janeiro, podíamos estar com o Campeonato na mão e a lutar pela Liga Europa e com estas exibições estamos sempre no limbo.

não deves ver o mesmo Sporting Clube de Portugal que eu....

https://www.noticiasaominuto.com/de...entor-sporting-nao-repete-um-onze-ha-meio-ano

Amorim, o (re)inventor. Sporting não repete um onze... há meio ano

Presença em três frentes tem conduzido a várias alterações nos onzes apresentados, umas de força 'forçada' e outras por meras nuances táticas.

calendário sobrecarregado do Sporting leva a que Rúben Amorim tenha de tomar (complexas) decisões na hora de montar um onze, jogo após jogo, face às peças que tem à disposição. Repetir uma equipa inicial já não acontece, imagine-se, há meio ano.

O jovem treinador até poderia eventualmente ser adepto da velha máxima "em equipa que ganha não mexe", mas nem durante a série de oito jogos consecutivamente a vencer - entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024 - houve espaço (ou condições) para manter o mesmo onze de uma partida para a outra.

A lógica de 'reinvenção' não passa só por posições pontuais, uma vez que, perante as nuances táticas que Rúben Amorim adota na análise aos seus adversários, há substituições que provocam... ainda mais alterações. Desde a defesa ao ataque, não faltam exemplos ilustrativos disso mesmo.

Olhando para a partida do passado domingo, frente ao Farense (3-2), Rúben Amorim até repetiu a mesma frente de ataque - com Marcus Edwards, Pedro Gonçalves e Viktor Gyokeres -, mas o mesmo não se pode dizer dos restantes setores.​

No miolo, Morten Hjulmand perdeu a companhia de Hidemasa Morita para passar a ter a de Daniel Bragança, que já não entrava num onze desde o empate frente ao Young Boys (1-1). Já nas alas, Ricardo Esgaio recuperou a titularidade no corredor direito em detrimento de Geny Catamo, enquanto que Nuno Santos ocupou a vaga de Matheus Reis.

Dentro da lógica das alterações provocarem ainda mais alterações, face a redundância, Matheus Reis desceu para o eixo central e viu o capitão Sebastián Coates ir para o banco, com nota ainda para a saída de Eduardo Quaresma e a entrada de Jeremiah St. Juste - que não sabia o que era ser titular desde o empate frente a Atalanta (1-1) na Liga Europa, em novembro, muito por 'culpa' da sua prolongada lesão.

No que toca ao ataque, Viktor Gyokeres - quase como figura central de um filme - vai partilhando o trio de setas ofensivas com Pedro Gonçalves e Marcus Edwards, mas também com Francisco Trincão e Paulinho, ainda que Rúben Amorim já tenha praticamente abdicado da ideia de juntar os dois pontas de lança no onze, conforme aconteceu na reta inicial da temporada. Aliás, é para aí que 'viajamos' de seguida.​

Encontrar dois jogos consecutivos em que Rúben Amorim não tenha feito qualquer alteração foi uma tarefa árdua, de tal forma que o Desporto ao Minuto precisou mesmo de recuar até às primeiras jornadas da I Liga para recordar tal cenário. O desfecho, esse, não foi o mais positivo.

Já depois de ter derrotado o Famalicão por 1-0, na terceira ronda do campeonato, o Sporting viajou até ao Minho para defrontar o Sporting de Braga, exatamente com a mesma equipa inicial, mas acabou por empatar (1-1), deitando 'por terra' logo a tal expressão recordada acima: "em equipa que ganha não se mexe".

Na altura, o emblema de Alvalade alinhou com Antonio Adán na baliza, o trio de centrais foi composto por Ousmane Diomande, Sebastán Coates e Gonçalo Inácio, com Nuno Santos e Ricardo Esgaio nas alas e ainda Hidemasa Morita e Morten Hjulmand no miolo. Já a frente de ataque ficou entregue a Pedro Gonçalves, Paulinho e Viktor Gyokeres, precisamente na altura em que os pontas de lança sueco e português 'coabitavam' num onze inicial.

As diferenças para os últimos 11 titulares do Sporting é escassa, mas a aprendizagem é enorme. Disputar o campeonato e ainda a Taça de Portugal e a Liga Europa 'força', assim, uma gestão cada vez mais madura por parte de Rúben Amorim. Os resultados estão à vista.​​
 
não deves ver o mesmo Sporting Clube de Portugal que eu....

https://www.noticiasaominuto.com/de...entor-sporting-nao-repete-um-onze-ha-meio-ano

Amorim, o (re)inventor. Sporting não repete um onze... há meio ano

Presença em três frentes tem conduzido a várias alterações nos onzes apresentados, umas de força 'forçada' e outras por meras nuances táticas.

calendário sobrecarregado do Sporting leva a que Rúben Amorim tenha de tomar (complexas) decisões na hora de montar um onze, jogo após jogo, face às peças que tem à disposição. Repetir uma equipa inicial já não acontece, imagine-se, há meio ano.

O jovem treinador até poderia eventualmente ser adepto da velha máxima "em equipa que ganha não mexe", mas nem durante a série de oito jogos consecutivamente a vencer - entre dezembro de 2023 e janeiro de 2024 - houve espaço (ou condições) para manter o mesmo onze de uma partida para a outra.

A lógica de 'reinvenção' não passa só por posições pontuais, uma vez que, perante as nuances táticas que Rúben Amorim adota na análise aos seus adversários, há substituições que provocam... ainda mais alterações. Desde a defesa ao ataque, não faltam exemplos ilustrativos disso mesmo.

Olhando para a partida do passado domingo, frente ao Farense (3-2), Rúben Amorim até repetiu a mesma frente de ataque - com Marcus Edwards, Pedro Gonçalves e Viktor Gyokeres -, mas o mesmo não se pode dizer dos restantes setores.​

No miolo, Morten Hjulmand perdeu a companhia de Hidemasa Morita para passar a ter a de Daniel Bragança, que já não entrava num onze desde o empate frente ao Young Boys (1-1). Já nas alas, Ricardo Esgaio recuperou a titularidade no corredor direito em detrimento de Geny Catamo, enquanto que Nuno Santos ocupou a vaga de Matheus Reis.

Dentro da lógica das alterações provocarem ainda mais alterações, face a redundância, Matheus Reis desceu para o eixo central e viu o capitão Sebastián Coates ir para o banco, com nota ainda para a saída de Eduardo Quaresma e a entrada de Jeremiah St. Juste - que não sabia o que era ser titular desde o empate frente a Atalanta (1-1) na Liga Europa, em novembro, muito por 'culpa' da sua prolongada lesão.

No que toca ao ataque, Viktor Gyokeres - quase como figura central de um filme - vai partilhando o trio de setas ofensivas com Pedro Gonçalves e Marcus Edwards, mas também com Francisco Trincão e Paulinho, ainda que Rúben Amorim já tenha praticamente abdicado da ideia de juntar os dois pontas de lança no onze, conforme aconteceu na reta inicial da temporada. Aliás, é para aí que 'viajamos' de seguida.​

Encontrar dois jogos consecutivos em que Rúben Amorim não tenha feito qualquer alteração foi uma tarefa árdua, de tal forma que o Desporto ao Minuto precisou mesmo de recuar até às primeiras jornadas da I Liga para recordar tal cenário. O desfecho, esse, não foi o mais positivo.

Já depois de ter derrotado o Famalicão por 1-0, na terceira ronda do campeonato, o Sporting viajou até ao Minho para defrontar o Sporting de Braga, exatamente com a mesma equipa inicial, mas acabou por empatar (1-1), deitando 'por terra' logo a tal expressão recordada acima: "em equipa que ganha não se mexe".

Na altura, o emblema de Alvalade alinhou com Antonio Adán na baliza, o trio de centrais foi composto por Ousmane Diomande, Sebastán Coates e Gonçalo Inácio, com Nuno Santos e Ricardo Esgaio nas alas e ainda Hidemasa Morita e Morten Hjulmand no miolo. Já a frente de ataque ficou entregue a Pedro Gonçalves, Paulinho e Viktor Gyokeres, precisamente na altura em que os pontas de lança sueco e português 'coabitavam' num onze inicial.

As diferenças para os últimos 11 titulares do Sporting é escassa, mas a aprendizagem é enorme. Disputar o campeonato e ainda a Taça de Portugal e a Liga Europa 'força', assim, uma gestão cada vez mais madura por parte de Rúben Amorim. Os resultados estão à vista.​​

Vindo de quem vem, que noutros tempos à boleia das borlas nada criticava é dar o devido desconto.
O Euclides (e outros) é adepto de quem lhe garantir sustento. Mesmo que o Sporting ganhasse a Champions, o azedume estaria sempre presente. Um pobre de espírito, que se contradiz no que ele próprio escreve, ou seja, exige sempre a vitória (para em caso de fracasso poder contestar), mas nada acredita no que a equipa produz.[;)]
 
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