Skoda Superb (2015) e Break (2016)

Nova Skoda Superb Break tem bagageira com 660 litros - Autohoje


Com mais espaço no interior, a nova carrinha checa será mostrada no Salão de Frankfurt, em setembro. Será lançada em Portugal ainda este ano.

A Skoda desvendou as primeiras imagens e detalhes oficiais da nova Superb Break, que será apresentada ao público no Salão de Frankfurt, na Alemanha, em setembro. A grande mais-valia da carrinha checa sai reforçada neste nova geração, com a respetiva capacidade a ser incrementada em 27 litros face à antecessora, atingindo agora os 660 litros (1950 litros com a segunda fila de bancos rebatida). A nova carrinha, feita com base na plataforma modular MQB, conta com uma distância entre eixos de 2841 mm (o que se reflete em mais 80 mm), assim como vias mais largas, 1584 mm à frente e 1572 mm atrás. Os ocupantes da fila da frente beneficiam de mais 39 mm de espaço para ombros e os de trás de mais 70 mm. O espaço em altura é de 995 mm à frente e de 1001 mm atrás. O espaço para joelhos é de 157 mm.

Estarão disponíveis motores de quatro cilindros turbo respeitantes das normas ambientais Euro 6. As opções a gasolina vão dos 125 aos 280 cv. Entre os Diesel vão dos 120 aos 190 cv. As opções com tração integral surgem entre os motores 1.4 TSI com 150 cv, 2.0 TSI com 280 cv, 2.0 TDI com 150 cv e 2.0 TDI com 190 cv. Todos os motores contarão de série com o sistema start&stop e o sistema de recuperação de energia na travagem. A Skoda estima que a redução nos consumos será de até 30% face à geração anterior. Entre os sistemas de assistência à condução destaque para o controlo dinâmico do chassis (DCC). A carrinha disporá ainda do novo sistema de infotainment Smartlink (com tecnologias MirrorLinkTM, Apple CarPlay e Android Auto) e uma ligação à internet de alta velocidade como opcional.

A Skoda Superb Break deverá estar à venda até ao final do ano.
 
Na minha opinião, qualquer break das restantes marcas do grupo VAG tem melhor aspecto que a correspondente da VW.

Vale o que vale, mas acho que tanto a Octavia como a Superb Break resultam muito melhor esteticamente que a Golf e a Passat Variant. Em relação à Golf acho que a Leon está muito melhor conseguida.

No fundo sei que em termos de produto os VW continuam a ser mais completos que os da Skoda e Seat, mas tendo em conta as diferenças de preço é uma pena que em termos de desenho os VW não consigam demonstrar essa superioridade.

Dito isto, esta geração do Superb está soberba! Um dos segmento D que mais me chama à atenção neste momento! apr:)
 
Na Passat só não aprecio muito a parte dos farois e grelha da frente, ao vivo nem resulta mal, mas este superb para mim é mais bonito, tenho de as ver lado a lado para ter uma percepção melhor, visto que a Passat não me dizia nada nas fotos e no fim de ver uma mudei completamente de opinião.

De qualquer das maneiras não vou comprar nenhuma... Pelo menos num futuro próximo.
 
Se eu pudesse, nem pensava duas vezes em comprar uma Superb Break. Para mim é a opção mais racional no segmento em termos de preço, imagem, qualidade, habitabilidade e motor...
 
2016-skoda-superb-combi-2.jpg


O Superb nunca foi nada de entusiasmante de olhar, mas esta versão carrinha está bastante bem conseguida no geral. Recorrer às óticas traseiras do sedan pode tratar-se de uma forma de poupar uns trocos, mas estão bastante bem integrados no volume traseiro, e ajudam a criar uma imagem bastante mais dinâmica e afilada que o antecessor.
Relativamente ao antecessor, o novo Superb ganha imenso nas proporções. A plataforma MQB, nesse aspecto, tem beneficiado todos os modelos que dela derivam.

O único problema que encontro, não é directamente com a Skoda, mas com a gestão do design do grupo, com Skoda, Audi, VW e Seat a apresentarem praticamente o mesmo tipo de linguagem visual, com demasiadas semelhanças na modelação das superfícies e definição das linhas.
As diferenças estão a ficar limitadas aos extremos, ou seja, apenas o "grafismo" das identidades das marcas.
Devia haver mais espaço entre as diferentes marcas.
 
O único problema que encontro, não é directamente com a Skoda, mas com a gestão do design do grupo, com Skoda, Audi, VW e Seat a apresentarem praticamente o mesmo tipo de linguagem visual, com demasiadas semelhanças na modelação das superfícies e definição das linhas.
As diferenças estão a ficar limitadas aos extremos, ou seja, apenas o "grafismo" das identidades das marcas.
Devia haver mais espaço entre as diferentes marcas.


Eu ainda não percebi o porquê de o Grupo VW, com 4 marcas que concorrem diretamente nos segmentos B, C e D não ter uma marca que empurre os farolins traseiros, de todas as carrinhas, para os pilares. Era uma forma simples de separar as águas.
É verdade que com os farolins nos pilares a carrinha parece que perde largura, a nível estético, dando-lhe um ar menos dinâmico, mas a Volvo resolveu bem o problema na V60, ao trazer os farolins até aos ombros da carroçaria.

Com a Seat a oferecer carrinhas no C (e mais cedo ou mais tarde no D), a coisa está a complicar, e o facto de, ainda assim, haverem 'lacunas' a nível de oferta de cada uma das marcas (carrinhas B só na Skoda; sedan C só para o A3; MPV C só na VW, p.e.) já não parece ser suficiente para criar a necessária diferenciação entre as marcas.

O Grupo PSA aprendeu com os erros dos anos 90.
 
Erros? A PSA aprendeu com os erros que os fizeram ter prejuizos, quebras de venda, etc. Coisa que não se passa no grupo vag, antes pelo contrario...
 
Erros? A PSA aprendeu com os erros que os fizeram ter prejuizos, quebras de venda, etc. Coisa que não se passa no grupo vag, antes pelo contrario...

Estou a referir-me à semelhança entre os produtos de marcas diferentes; toda a gente sabe que o problema mais recente do grupo PSA se deveu à enorme exposição ao mercado europeu, coisa de que o grupo VW não se queixa.
 
As diferenças estão a ficar limitadas aos extremos, ou seja, apenas o "grafismo" das identidades das marcas.
Devia haver mais espaço entre as diferentes marcas.

Já deves ter visto esta entrevista a um designer do meio, mas cá vai:

"In 2015 we will continue to pursue the essence of Subaru's design philosophy and work on design development activities with determination. I think the following three elements are important in expressing the essence of our design philosophy "Dynamic and Solid":
First, there's a meaning in the vehicle's function – it must be attractive as a tool to use and wield. Second, its shape must be attractive in order to appeal to a customer's heart. And finally there must be a specifically Subaru design element that creates an attraction that helps build trust and a relationship between Subaru and its customers.
Looking at the broader car design industry in 2015, it appears to be heading towards a more global and module-based approach. This will make each manufacturers' capability less different and so in time the design element will become the most important part, instead of just a superficial design wrapped around various technologies. To achieve such design, car designers will be required to consider the knowledge and technologies that each manufacturer has developed, find the right direction for their brand to follow into the future, and develop designs that will enhance their brand with determination."

http://www.cardesignnews.com/site/designers/designer_interviews/display/store4/item317832/

(a Subaru está longe de ser uma referência em design, mas fica a ideia do pensamento de alguma parte da indústria)
 
Última edição:
Gosto bastante desta nova geração.

Embora se note a "austeridade alemã" no design, parece que desta vez usaram um bocadinho mais de sal.

Acho, porém, que já era altura de reverem o layout da consola central. Parece estar tudo baixo de mais e aqueles botões para amblíopes também não ajudam.
 
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