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Apesar de se falar que os consumos diminuem significativamente em condução urbana eu por enquanto dispenso o uso desse tipo de sistema. Tive em casa uma KIA Ceed com esse sistema, apesar de não ter tido problemas enquanto cá morou não sei como será a longo prazo.
1 - Além de como dizes o motor de arranque é mais solicitado, logo a bateria também, ainda mais se for para fazer pequenos percursos diários em que o alternador não tenha tempo de compensar todas as solicitações do motor de arranque á bateria.
2 - Imaginemos quando conduzimos em autoestrada várias horas em velocidades elevadas e o turbo é também altamente solicitado e de repente paramos numa portagem, o veículo desliga-se. Isto dará saúde ao turbo que se encontra a altas rotações e temperaturas e de repente fica sem lubrificação?
São algumas das situações que penso não serem benéficas mas no entanto pode haver outras que as venham a compensar, é assunto com o qual não me preocupei ainda em pesquisar e saber outras opiniões pois por enquanto não mora cá em casa nenhum automóvel munido desses sistemas. Mas uma discussão interessante que gostaria de ver desenvolver-se aqui.
[]
Na minha experiência há de facto uma redução de consumos (em cidade naturalmente). Não é menos 1l/100km... Talvez algumas décimas. Não consigo precisar porque nunca fiz propriamente uma experiência comparável em circuitos similares, mas parece-me que há algo.
Fora disso acho que estás a dizer algumas coisas que não são correctas:
1 - O motor de arranque e bateria esforçam-se mais --> Sim é verdade, mas por isso mesmo é que o motor de arranque e baterias de um carro com start stop são bastante diferentes do normal. Acredito que estejam dimensionados para suportar esses pedidos adicionais.
2 - Para percursos pequenos em que o alternador não tenha tempo de carregar a bateria isso causa problemas --> Bem, primeiro em geral os carros com start stop são mais eficientes a recarregar a bateria porque gerem melhor as alturas em que podem colocar o alternador a carregar, usando versões mais ou menos complexas de travagens regenerativas. Por outro lado os sistemas estão feitos para que o start-stop não desligue e volte a ligar o carro em situações onde isso seja problemático (p.ex.: se o nível da bateria estiver baixo, se as temperaturas do carro estiverem demasiado frias, se houver uma solicitação grande do ar condicionado, se os outros periféricos como a pressão do circuito de travagem estiverem baixas)
Quanto ao que dizes do turbo, eu creio que se por acaso isso sucedeu em tempos já não é verdade hoje. Sempre me pareceu que isso era um mito urbano. É que um turbo tem uma inércia bastante baixa logo é rápido voltar a parar se parares o carro. Não estou a ver que haja uma perda de lubrificação suficientemente rápida. Pelo menos os tópicos que havia sobre isso há uns anos nunca mais apareceram e não conheço ninguém que tenha tido problemas por isso. Admito estar enganado mas se assim fosse as próprias marcas colocavam avisos para se protegerem de reparações forçadas por isso.
1- Estão tão dimensionados como as EGR e FAP que apareceram nos ultimos anos.......compara o preço de uma bateria e motor de arranque desses carros e depois é façil perceber o negócio...quando acaba a garantia.....
2- Normalmente nos manuais dos carros turbo existe o aviso que após viagens prolongadas e em esforço se deve manter o carro a trabalhar alguns minutos antes de o desligar....
1- Estão tão dimensionados como as EGR e FAP que apareceram nos ultimos anos.......compara o preço de uma bateria e motor de arranque desses carros e depois é façil perceber o negócio...quando acaba a garantia.....
2- Normalmente nos manuais dos carros turbo existe o aviso que após viagens prolongadas e em esforço se deve manter o carro a trabalhar alguns minutos antes de o desligar....