Zoltan Pluto
Banido
Peões não têm tempo para atravessar em segurança
Alguns semáforos nas principais avenidas de Lisboa não cumprem a lei quanto à temporização para os sinais de peões. Em algumas das vias mais largas e movimentadas da capital, quem quer atravessar tem de apressar o passo.
O decreto-lei 123 de 1997 diz que os peões devem ter cinco segundos de semáforo por cada dois metros que precisam de atravessar.
No entanto, para atravessar as seis faixas da Avenida da Liberdade, frente ao Teatro Tivoli e ao Cinema S. Jorge, que medem mais de 15 metros, o sinal verde teria de estar aceso durante mais de 30 segundos. Mas, aqui os peões têm menos de metade desse tempo, ou seja, 13 segundos, que não chegam para quem tiver problemas de mobilidade, numa cidade com uma população envelhecida.
A Câmara Municipal de Lisboa assume que a gestão da circulação de peões e automobilistas é difícil.
A Associação de Cidadãos Auto-mobilizados lamenta que os peões sejam vistos como intrusos na cidade e aponta algumas soluções. "Basta cumprir a lei, aumentar o tempo dos semáforos e pintar as passadeiras", refere Rui Zink elemento da Associação.
Alguns semáforos nas principais avenidas de Lisboa não cumprem a lei quanto à temporização para os sinais de peões. Em algumas das vias mais largas e movimentadas da capital, quem quer atravessar tem de apressar o passo.
O decreto-lei 123 de 1997 diz que os peões devem ter cinco segundos de semáforo por cada dois metros que precisam de atravessar.
No entanto, para atravessar as seis faixas da Avenida da Liberdade, frente ao Teatro Tivoli e ao Cinema S. Jorge, que medem mais de 15 metros, o sinal verde teria de estar aceso durante mais de 30 segundos. Mas, aqui os peões têm menos de metade desse tempo, ou seja, 13 segundos, que não chegam para quem tiver problemas de mobilidade, numa cidade com uma população envelhecida.
A Câmara Municipal de Lisboa assume que a gestão da circulação de peões e automobilistas é difícil.
A Associação de Cidadãos Auto-mobilizados lamenta que os peões sejam vistos como intrusos na cidade e aponta algumas soluções. "Basta cumprir a lei, aumentar o tempo dos semáforos e pintar as passadeiras", refere Rui Zink elemento da Associação.