Depende dos credores. Se for o fisco e a segurança social, e talvez os bancos, estão em prioridade em relação a tudo o resto.
É o fisco e segurança social, se não existir dividas aos que mencionei primeiro então os funcionários são prioritários, os bancos têm de esperar a vez como qualquer outro.
O grande problema que se passa é mesmo que a empresa não tenha dividas á SS e ao fisco, e mesmo com património para pagar o que devem, os trabalhadores não vêm um tusto.
Há sempre maroscas por parte das empresas que se podem fazer para escapar aos pagamentos.
O meu caso foi um desses a empresa onde trabalhei tinha património para ser convertido nos ordenados e indmnizações, mas os patrões fizeram uma jogada com outro patrão do ramo que inviabilizou tudo o resto.
Aposto que a empresa já voltou á mesma familia em nome de outra pessoa.
Outro caso é existindo dividas a esses dois SS e fisco e o patrão vá chorar que não tem dinheiro e tal.
Há concordatas com o estado isto foi-me dito por um patrão.
O homem não tinha dinheiro para pagar aos empregados, mas queria ver o que se podia fazer para minorizar o problema dos funcionários.
O advogado disse-lhe que falasse com a SS e fisco pagasse o que lhes devia e quanto aos funcionários que enrolasse com o processo que ele nunca ia ter de pagar nada a ninguem.
Existe um concentimento na justiça para que estes processos se arrastem, de modo a que os trabalhadores, já sem dinheiro e esperança desistam de conseguir os seus direitos.
Mesmo que uma empresa ou patrão seja condenado a pagar, isso não é sinónimo de que pague.
O que não falta é gente sem vergonha a viver bem com os seus bens em nome de outros e a dever rios de dinheiro, sem cumprir o que os tribunais estipularam.