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citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Os sacos são indispensáveis, mas podiam ir sendo, tendencialmente, feitos em material biodegradável!![]()
Mas Nike é Nike, sempre dá algum status. É como comprar um carro com a sigla Tdi[}citação:Originalmente colocada por jpg
citação:Originalmente colocada por Lippe
Pagar o saco e tenho que andar com o saco a fazer publicidade ao supermercado...
Adoro este argumento!
Quando compras uma t-shirt nike também pedes para retirar as letras ou não te importas de fazer publicidade à marca?
Só compra o saco quem quer e é claro que eles fazem publicidade a eles proprios
Acho é que o numero de sacos devia ser de alguma maneira limitado, eu só levo mesmo os que preciso, mas à pessoas que parece que estão a levar ouro, tamanha é a ganancia...
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Os sacos são indispensáveis, mas podiam ir sendo, tendencialmente, feitos em material biodegradável!![]()
citação:Originalmente colocada por Nephilim
citação:Originalmente colocada por Pé Leve
Os sacos são indispensáveis, mas podiam ir sendo, tendencialmente, feitos em material biodegradável!![]()
Sem duvida, pois tem que haver sacos sempre![]()
citação:Originalmente colocada por Benny
Isso de levar os sacos de casa nao é muito funcional... mas bem que poderiam mudar para o papel.
citação:Originalmente colocada por J.R.
Nos hipermodernos e tecnologicamente avançados quem arruma nos sacos é a "Caixa".
É ela que mete nos sacos e nós só os apanhamos e metemos nos carros.
Mas isto é em Hiper evoluídos só possível em Portugal[]
[}
].
citação:Originalmente colocada por Nhoco
Sim. não custa nada levarmos o carrinho ate ao carro e depois volta-lo a po-lo no sitio.
O lidl cobra por cada saco e as pessoas levam o carrinho ate ao carro e depois voltam a po-lo no sitio, poupando assim uns sacos.
citação:Originalmente colocada por Luis Capelo
eu levo o menos possivel, reutilizo-os, uso-os como sacos do lixo, e os restantes vão para a reciclagem.
ainda há a hipotese de levar um saco já de casa.
acho que há coisas mais importantes em que poupar. nomeadamente nas toneladas de panfletos que nos invadem as caixas do correio.
Valor será acumulado à factura das compras
Governo quer cobrar cinco cêntimos por cada saco de plástico utilizado
05.12.2007 - 08h56 :, Raquel Almeida Correia e Ana Fernandes
Cinco cêntimos. É este o valor que o Governo pretende que os consumidores paguem por cada saco de plástico utilizado para transportar compras realizadas nas grandes superfícies comerciais. A proposta de instituição de uma taxa ecológica sobre estes produtos já está a circular pelas empresas do sector. Fala-se de inconstitucionalidade.
De acordo com o anteprojecto de decreto-lei a que o PÚBLICO teve acesso, a medida visa travar a "utilização maciça e sem reutilização de sacos de plástico" em Portugal, que se tornou uma prática generalizada nas últimas décadas, "dificultando as operações de recolha e tratamento de resíduos sólidos, afectando as redes de saneamento de águas e contribuindo para a deterioração da paisagem e para a poluição".
Os operadores contestam, no entanto, esta afirmação, uma vez que já pagam um taxa sobre estes produtos à Sociedade Ponto Verde, com o objectivo de suportar financeiramente a recolha e o tratamento de resíduos. O ecovalor é calculado em função da gramagem e representa, em média, 11 por cento de cada saco de plástico.
O Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) garante que a aprovação do diploma levará a um "desagravamento" do valor pago pelos operadores, uma vez que a prevenção resultará na diminuição do número de sacos no mercado e, logo, do ecovalor aplicado.
A tutela dá o exemplo dos estabelecimentos comerciais que já cobram aos consumidores pela utilização destes produtos, referindo que a política tem tido "boa aceitação" e "resultados muito positivos". As cadeias de discount Minipreço, Lidl, Plus, Aldi e Dia e os supermercados Pingo Doce, são os únicos casos em Portugal, praticando preços entre os dois e os três cêntimos. O ministério não explica, porém, como chegou a um valor de cinco cêntimos.
"É uma das muitas dúvidas que temos", refere Luís Vieira e Silva, presidente da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED). O responsável vai reunir, até amanhã, os pareceres dos associados para entregar propostas de alteração ao Governo. Por agora, só a Sonae Distribuição deu a conhecer uma "primeira posição", mostrando-se contra a aprovação desta taxa ecológica.
Luís Vieira e Silva critica o facto de o anteprojecto não explicar que estabelecimentos comerciais vão estar sujeitos a esta medida, uma vez que se refere, de forma generalista, a "operadores de maior dimensão". "Este diploma é, provavelmente, inconstitucional", acrescenta.
O ministério argumenta com o sucesso do caso irlandês: "A aplicação de uma taxa de 15 cêntimos diminuiu o consumo de sacos de plástico em 90 por cento. A partir de Julho de 2007, o valor subiu para os 22 cêntimos". Em Portugal, a experiência do Pingo Doce, que cobra dois cêntimos por cada unidade, levou a um decréscimo de 50 por cento na quantidade de sacos distribuídos.
Os estabelecimentos abrangidos terão de efectuar o pagamento mensal da taxa ecológica ao Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, que o utilizará para investir na "preservação dos recursos naturais e da biodiversidade", de acordo com a tutela.