Renault Captur 2019

Os plásticos são a coisa menos importante de um carro. Uma marca generalista tem de poupar onde pode para ter preços competitivos.

Os plásticos são apenas uma capa, um embrulho que nada tem a ver com a mecânica e a estrutura que é o mais importante.

O T-Roc é um bom carro naquilo que é importante, fiabilidade, segurança, preço, conforto, motores, etc

Então há uns posts atrás quem poupa nos plásticos também poupa nas outras coisas, mas com o T-Roc já não é assim? Decide-te...
 
Os plásticos são a coisa menos importante de um carro. Uma marca generalista tem de poupar onde pode para ter preços competitivos.

Os plásticos são apenas uma capa, um embrulho que nada tem a ver com a mecânica e a estrutura que é o mais importante.

O T-Roc é um bom carro naquilo que é importante, fiabilidade, segurança, preço, conforto, motores, etc

Eu sempre defendi o T-Roc, podes ir rever os meus posts de há uns anos sobre os plásticos/interiores no tópico do mesmo.

Mas até percebo que os fãs da VW fiquem "chocados" porque a VW sempre apostou em interiores acima da média e porque o T-Roc não é um carro barato.



Uma coisa é certa, se os europeus fossem tão exigentes em termos de fiabilidade como são com a treta dos plásticos, os carros europeus seriam bem mais fiáveis e as marcas europeias teriam um melhor serviço pós-venda.
 
Eu sempre defendi o T-Roc, podes ir rever os meus posts de há uns anos sobre os plásticos/interiores no tópico do mesmo.

Mas até percebo que os fãs da VW fiquem "chocados" porque a VW sempre apostou em interiores acima da média e porque o T-Roc não é um carro barato.



Uma coisa é certa, se os europeus fossem tão exigentes em termos de fiabilidade como são com a treta dos plásticos, os carros europeus seriam bem mais fiáveis e as marcas europeias teriam um melhor serviço pós-venda.


Mas uma coisa não tira a outra e é normal bons matérias no interior criar a perceção que o cuidado é geral nesse produto, embora nem sempre aconteça.

No caso da VW que era o ex libris da boa apresentação interior, aconteça em modelos que são mais caros que a media, até pq vai-se a ver nos Golf e está lá tudo o que é uma ótima apresentação qualitativa, logo não faz sentido não acontecer no Troc que ainda por mais é mais caro.

e se temos em conta que atualmente qualquer generalista já vem com material premium… ainda pior
 
Última edição:
Mas uma coisa não tira a outra e é normal bons matérias no interior criar a perceção que o cuidado é geral nesse produto, embora nem sempre aconteça.

No caso da VW que era o ex libris da boa apresentação interior, aconteça em modelos que são mais caros que a media, até pq vai-se a ver nos Golf e está lá tudo o que é uma ótima apresentação qualitativa, logo não faz sentido não acontecer no Troc que ainda por mais é mais caro.

e se temos em conta que atualmente qualquer generalista já vem com material premium… ainda pior

Sim percebo o teu ponto de vista, mas o que é certo é que o T-Roc é um sucesso de vendas, não por cá mas na Europa, logo a estratégia da VW é correta.

Eu acho que as pessoas no segmento B não são assim tão obcecadas com os interiores como são noutros segmentos mais elevados.
 
Então há uns posts atrás quem poupa nos plásticos também poupa nas outras coisas, mas com o T-Roc já não é assim? Decide-te...



Se reparares copiei o post do Fabulous e estava a ser irónico. O T-Roc como tem interiores algo pobres (e tem!) é porque deve ser dos modelos alemães mais sólidos e fiáveis, isto na teoria do Fabulous.
 
O que se passou com o T-Roc explica-se muito na lógica habitual e cautelosa em que a VW aborda um novo produto/segmento, ie, algo que não seja uma renovação e implique risco.Poupa sempre em qualquer área do carro para aumentar as margens e diminuir o risco do produto ser "novo".Aconteceu no Tiguan mk1 (tablier indiferenciado do Golf Plus lançado 2-3 anos antes).Faz/fez o mesmo com os produtos de menor rentabilidade como a Golf Variant (na geração VI não teve direito a lateral, traseira e contra-portas diferentes do V, contrariamente ao Golf 3/5p), o Golf Cabriolet IV (que era um III com a frente do IV), etc.A patetice "ilógica" do Polo da mesma geração do T-Roc ter uma porção superior do tablier em mousse nas versões mais altas e o T-Roc não ter deve-se essencialmente a isto. Também o tem feito sempre que teve que gastar um pouco mais na plataforma (ver Golf IV para o V).E vejam que também agora o ID.3 está cheio de plástico duro por todo o lado e o Golf VIII não está. Portanto, não confundam um aparente downgrade geral da qualidade dos interiores na VW com algo que faz parte do modus operandi da marca ao longo da sua história no que diz respeito a lançamentos em que tem que arriscar ou teve que gastar mais na plataforma ou em que visa rentabilizar algo que é difícil à partida e onde tem sempre prejudicado a qualidade dos interiores (ou até sacrificado um desenho novo em prol da reutilização de interiores passados).
 


Se reparares copiei o post do Fabulous e estava a ser irónico. O T-Roc como tem interiores algo pobres (e tem!) é porque deve ser dos modelos alemães mais sólidos e fiáveis, isto na teoria do Fabulous.

Não é uma teoria minha, é um facto que não existe relação entre a qualidade dos interiores de um carro e a fiabilidade ou durabilidade mecânica, é um facto.

Qualidade de interiores é uma coisa, fiabilidade/durabilidade mecânica é outra.

Não faz sentido alguém definir a fiabilidade/durabilidade com base em plásticos. Plásticos são uma coisa secundária.
 
Sim percebo o teu ponto de vista, mas o que é certo é que o T-Roc é um sucesso de vendas, não por cá mas na Europa, logo a estratégia da VW é correta.

Eu acho que as pessoas no segmento B não são assim tão obcecadas com os interiores como são noutros segmentos mais elevados.

Como sabes, a maioria dos clientes VW compram pelo badge e comem tudo o que lhes dão [:D]

Mais ou menos importante, a perceção de qualidade interna é imagem de marca VW e esta não devia ser traída. É uma questão de contrassenso
 
Como sabes, a maioria dos clientes VW compram pelo badge e comem tudo o que lhes dão [:D]

Mais ou menos importante, a perceção de qualidade interna é imagem de marca VW e esta não devia ser traída. É uma questão de contrassenso

Usando de 'filosofia fabulosa', convenhamos que o ponto menos importante na qualidade interior de um carro é a qualidade dos plásticos. A montagem e os acabamentos são bem mais importantes. No fundo, plásticos fofinhos pouco dizem acerca da qualidade da montagem.
Pouco importa ter materiais agradáveis ao toque, em zonas que raramente tocamos. Importante é ter um carro que não chocalhe ao fim de meia dúzia de KMs, porque o bem-estar a bordo é importante (e isso sim diz algo acerca do esmero com que um produto é produzido).
 
Filosofia Norte-Americana é apostar em mecânica fiável e resistente em vez de interiores com materiais fofinhos, tu gostas de conduzir ou gostas de viver dentro do carro?

Tiu conduzes o carro dentro. O bem-estar a bordo é fundamental para a experiência, especialmente com o passar dos anos.
Ausência de ruídos parasitas, controlos que resistem ao passar dos anos, insonorização...
Como deves conduzir um Captur, é natural que não saibas o que isso é.

E depois referes o exemplo norte-americano, que é só o pior exemplo que podias usar em qualquer um dos casos, para justificares a tua opinião. Oh pá...
 
Usando de 'filosofia fabulosa', convenhamos que o ponto menos importante na qualidade interior de um carro é a qualidade dos plásticos. A montagem e os acabamentos são bem mais importantes. No fundo, plásticos fofinhos pouco dizem acerca da qualidade da montagem.
Pouco importa ter materiais agradáveis ao toque, em zonas que raramente tocamos. Importante é ter um carro que não chocalhe ao fim de meia dúzia de KMs, porque o bem-estar a bordo é importante (e isso sim diz algo acerca do esmero com que um produto é produzido).

Sim, sem dúvida que a montagem dos plásticos é mais importante do que serem fofinhos ou duros. Por isso é eu ainda se torna mais ridículo alguém avaliar a qualidade de um carro com base na qualidade dos plásticos.

Um plástico do interior tem zero a ver com uma peça mecânica.

Quanto aos ruídos parasitas são chatos mas é um não problema, é apenas uma coisa chata que não tem influência no funcionamento do carro, é um pormenor.

É algo que compreendo perfeitamente em carros generalistas baratos.
 
Tiu conduzes o carro dentro. O bem-estar a bordo é fundamental para a experiência.
Como deves conduzir um Captur, é natural que não saibas o que isso é.

E depois referes o exemplo norte-americano, que é só o pior exemplo que podias usar em qualquer um dos casos, para justificares a tua opinião. Oh pá...

Eu conduzo vários carros tanto a nível profissional como pessoal das mais variadas marcas, Ford, Fiat, Renault, Mercedes, VW, Peugeot, etc..

O importante para mim é um carro ter um bom motor, ser fiável, seguro e confortável. Não é um ranger mínimo de um plástico ao passar num buraco que me incomoda, não sou picuinhas, não me preocupo com coisas secundárias, sou fã de carros Japoneses.
 
E depois referes o exemplo norte-americano, que é só o pior exemplo que podias usar em qualquer um dos casos, para justificares a tua opinião. Oh pá...

Tu nem sabes aquilo que estás a dizer. Os carros de marcas Norte-Americanas (Ford, Chevrolet, Jeep, etc.) são admirados e vendidos em todo o Mundo. Nos EUA e Canadá os carros Norte-Americanos têm de ser muito fiáveis e seguros para enfrentar as condições atmosféricas extremas dos EUA e do Canadá e a grande exigência do consumidores. Deve ser por serem fracos.


Parece que estás a falar de carros indianos.
 
Se há coisa que as marcas norte-americanas têm tido dificuldade é vender fora dos EUA/Canadá. E o grosso das vendas que têm fora é conseguido via modelos desenvolvidos sob especificação europeia da Ford ou da GM via Opel. A Chrysler nem isso. Aliás não é por acaso que os japoneses entraram à bruta no mercado dos EUA a partir dos anos 80: arrasaram por completo o produto americano de qualidade média muito duvidosa.Mas pronto, é mais um episódio do mundo encantando do Fabulous krakraka
 
Usando de 'filosofia fabulosa', convenhamos que o ponto menos importante na qualidade interior de um carro é a qualidade dos plásticos. A montagem e os acabamentos são bem mais importantes. No fundo, plásticos fofinhos pouco dizem acerca da qualidade da montagem.
Pouco importa ter materiais agradáveis ao toque, em zonas que raramente tocamos. Importante é ter um carro que não chocalhe ao fim de meia dúzia de KMs, porque o bem-estar a bordo é importante (e isso sim diz algo acerca do esmero com que um produto é produzido).

Sim, isso já todos sabemos mas o Golf, para alem disso tem coisa fofa all around. É o tudo que deu fama á VW
 
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