Questão sobre legalidade de Emprego

FiiLeTe

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Boa noite a todos, espero não estar a cometer alguma infracção a criar este tópico e peço desde já desculpa por essa situação, mas preciso de ajuda no seguinte:

Tenho um familiar que está numa situação um bocado chata... O primeiro emprego dele à uns anos foi um contrato de efectivo numa empresa de vigilância privada (cunha na altura), mas o que é certo é que ao fim de 3 meses veio embora porque o novo posto que lhe iam colocar era bastante dispendioso para ele (local sem transportes e longe de casa, gastos em combustível altos).

Posto isto, ao fim de 4 anos ainda não conseguiu arranjar um emprego fixo ou os típicos 6 meses renováveis até efectividade por esta simples razão: Já teve um contrato de efectivo.

Ou seja, à custa daquele contrato já se viu a perder 4 (!!) empregos... Dois num Continente, um no Pingo Doce e outro num restaurante devido a esta situação, colocam-lhe sempre a pergunta "já foi efectivo em alguma empresa?" responde afirmando que sim e acabou-se o emprego na hora...

A minha real questão aqui é: E se daqui para a frente ao assinar um contrato em que surja novamente esta condição e mentir que nunca teve realmente um contrato de efectivo, que problemas poderá ele vir a ter?

Obrigado desde já a todos os que saibam ou possam esclarecer isto.
 
Última edição:
desmentir que nunca teve contrato de efetivo vai dar ao mesmo, vai estar a negar que nunca teve. ele quer é mentir. se o pode ou não fzer, isso é outra questão. o máximo que poderá acontecer-lhe é ser despedido por justa causa, omissão de factos respeitantes ao currículo (habilitações) dele.
 
Boa noite a todos, espero não estar a cometer alguma infracção a criar este tópico e peço desde já desculpa por essa situação, mas preciso de ajuda no seguinte:

Tenho um familiar que está numa situação um bocado chata... O primeiro emprego dele à uns anos foi um contrato de efectivo numa empresa de vigilância privada (cunha na altura), mas o que é certo é que ao fim de 3 meses veio embora porque o novo posto que lhe iam colocar era bastante dispendioso para ele (local sem transportes e longe de casa, gastos em combustível altos).

Posto isto, ao fim de 4 anos ainda não conseguiu arranjar um emprego fixo ou os típicos 6 meses renováveis até efectividade por esta simples razão: Já teve um contrato de efectivo.

Ou seja, à custa daquele contrato já se viu a perder 4 (!!) empregos... Dois num Continente, um no Pingo Doce e outro num restaurante devido a esta situação, colocam-lhe sempre a pergunta "já foi efectivo em alguma empresa?" responde afirmando que sim e acabou-se o emprego na hora...

A minha real questão aqui é: E se daqui para a frente ao assinar um contrato em que surja novamente esta condição e mentir que nunca teve realmente um contrato de efectivo, que problemas poderá ele vir a ter?

Obrigado desde já a todos os que saibam ou possam esclarecer isto.
Mas, o que é que ter sido efetivo numa empresa anterior tem a ver com perder empregos posteriores? Não percebo. Nunca tive problemas nenhuns com isso enquanto estive em Portugal, e também estive na área da vigilância privada durante 3 anos... Agora, se realmente ele passou por esses problemas e não mentiu ainda, ou digamos ''revelou apenas informação de interesse para a posição a que se candidatava, não sei que género de pessoa é...
 
Não é motivo legal ou moral para as últimas entidades patronais, de não o efetivarem, só porque já esteve efetivo. Já efetivei por 3 vezes, agora estou a contrato, mas em vias de efetivar.
 
Quem faz isso está de olho em benefícios da segurança social e do IEFP, e com certeza que vai despedir o mentiroso assim que receber a resposta à candidatura.
 
Quem faz isso está de olho em benefícios da segurança social e do IEFP, e com certeza que vai despedir o mentiroso assim que receber a resposta à candidatura.

Quando andei 2 anos como outsourcing na logistica Continente Norte, eles tinham/têm preferencia em contratar 1º emprego. Houve uma altura que contrataram um bom numero de gente, fui aos RHs falar, a resposta dada foi "Não estavamos interessados em colocar pessoal que conheça as operações". Também já tinha estado efectivo (numa outra empresa, que la fechou)

O que é certo é que andei lá os 2 anos sempre a outsourcing (por mais que esforçar-se) julgo que de 50(numero ficticio) outsourcing, apenas 10 (ou pequeno numero) assinavam contrato á empresa. Pois tudo o resto que entravam novos eram nesses moldes de incentivo ao 1º trabalho
 
Última edição:
É exactamente por isso... Muitas empresas de hoje em dia contratam apenas pessoas como "1º Emprego" de forma a pagar o menos possível e ter esses tais incentivos pelo que tenho percebido.

É devido a que fazem a essas pessoas contratos de 6 meses renováveis (até à efectividade) como "1º emprego", e se já tiverem tido um contacto de efectivo já não podem fazer esse tipo de contrato.

Por exemplo no Continente disseram-lhe que só podem contratar pessoas em três situações:

- Situação temporária (substituição de baixa, reforço de natal/verão, etc)
- Nunca tenha sido efectivo
- Desempregado de longa duração (+1 ano).


Aquele primeiro contrato que ele teve na empresa de vigilância privada, foi de efectivo... Apesar de ter saído de lá como expliquei, não invalida que o contrato que lhe fizeram foi de efectivo (Sem termo)... Logo, é aqui que entra a tal situação de ter perdido 4 empregos porque já foi efectivo numa outra empresa e daí eu ter questionado que problemas ele poderia ter se numa próxima situação lhe voltem a colocar este entrave ele mentir dizendo que nunca teve contrato de efectivo em lado nenhum.
 
Reavivando isto.

aqui na empresa em alguns postos de trabalho decidiram aplicar 2'os monitores numa posição elevada, para que outro funcionário podesse controlar o que outros colegas estão a fazer no computador. Até que ponto isto é legal?
 
Reavivando isto.

aqui na empresa em alguns postos de trabalho decidiram aplicar 2'os monitores numa posição elevada, para que outro funcionário podesse controlar o que outros colegas estão a fazer no computador. Até que ponto isto é legal?
Porque não deveria ser legal?

O trabalho não é para ser controlado?

O que é ilegal é a videovigilancia de um posto de trabalho, salvo excepções. O trabalho em si naturalmente pode ser controlado.
 
Porque não deveria ser legal?

O trabalho não é para ser controlado?

O que é ilegal é a videovigilancia de um posto de trabalho, salvo excepções. O trabalho em si naturalmente pode ser controlado.
Se o trabalho é corretamente feito, e os resultados são os exigidos, eticamente não será reprovável?

Estando várias pessoas na mesma sala, não poderá haver aproveitamento do meu conhecimento por parte de outros colaboradores?
 
Se o trabalho é corretamente feito, e os resultados são os exigidos, eticamente não será reprovável?

Estando várias pessoas na mesma sala, não poderá haver aproveitamento do meu conhecimento por parte de outros colaboradores?
O teu conhecimento, em contexto de trabalho, não é conhecimento DA empresa?

Mas acho essa situação muito estranha...
 
Última edição:
O teu conhecimento, em contexto de trabalho, não é conhecimento DA empresa?
Não concordo. Todo o trabalho efetuado em contexto profissional é da empresa. Mas o conhecimento que tive de obter fora do contexto da empresa é meu. Não me pagam para mostrar aos outros como faço as minhas tarefas.
Ou gostavas de ser o melhor programador da tua empresa pois estudas te para isso, e depois qualquer um pode ver o que tu fazes?
 
Não concordo. Todo o trabalho efetuado em contexto profissional é da empresa. Mas o conhecimento que tive de obter fora do contexto da empresa é meu. Não me pagam para mostrar aos outros como faço as minhas tarefas.
Ou gostavas de ser o melhor programador da tua empresa pois estudas te para isso, e depois qualquer um pode ver o que tu fazes?
Não me imagino numa empresa onde um programador não mostre aos outros como faz, se a maneira dele for a melhor...
 
O problema é que os outros não serem programadores.

Nesse caso, tudo tranquilo: eles não fazem **** ideia do que ele está a fazer, e vão continuar a não fazer, mesmo que passem o dia a olhar para os ecrãs dele (é como eu estar a escrever cartas em grego ao lado de alguém que não domine a língua; não é por olharem para o que eu estou a fazer que vão passar a saber escrever uma carta). [;)][:D][:D]
 
Nesse caso, tudo tranquilo: eles não fazem **** ideia do que ele está a fazer, e vão continuar a não fazer, mesmo que passem o dia a olhar para os ecrãs dele (é como eu estar a escrever cartas em grego ao lado de alguém que não domine a língua; não é por olharem para o que eu estou a fazer que vão passar a saber escrever uma carta). [;)][:D][:D]
Resolvido. Afinal não há stress.
 
(...)
Ou gostavas de ser o melhor programador da tua empresa pois estudas te para isso, e depois qualquer um pode ver o que tu fazes?

Péssimo exemplo.

Ou então é mesmo o melhor exemplo, porque não há razão absolutamente nenhuma para que possas ser tu a decidir quem, quando, onde, porquê, etc. pode ver o que tens no ecrã a cada instante.

Primeiro:
O teu conhecimento não está num ecrã, está no cérebro, pelo que esse teu argumento não é válido.

Segundo:
O tempo de trabalho que estás ao computador, e o conteúdo desse computador (incluindo o que está no ecrã), não é teu, estás a ser pago por isso.
 
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