Quem é o teu próximo?

BLADERUNNER

Membro histórico
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Num mundo cheio de tantos umbigos, andamos todos os dias tão atarefados e rodeados de espelhos que nos esquecemos de olhar para os outros. Aqueles que não somos nós e estão lá, do outro lado.

Mas essa noção não deixa de ser estranha devido à perfeita percepção que temos de que existem estas duas realidades: nós e os outros.
Todavia, se a consciência que temos de nós próprios varia de pessoa para pessoa, a interpretação que criamos do nosso próximo também não deixa de ser algo de explicação imprecisa.

Afinal, é só isso que pretendo de vós: que digam quem vocês consideram ser o vosso próximo expressando a forma como o vêem.

Explica: Quem é o teu próximo? E o que ele significa para ti?
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Isto é claramente um tópico a "nunomplopes", devias pagar direitos de autor a ele [:cool:]
Não deve nada, ([:D]) que terei todo o gosto de responder a um excelente tópico, e que a mim muito me diz.

O meu próximo é aquela(s) pessoa(s) que me rodeiam, como muito bem concordo, com afirmação do Karma, são pessoas semelhantes a mim, a quem posso partilhar a minha vida como receber do que eles tem para me oferecer.
São as pessoas da minha vida, seja o meu maior amigo ao mais comum da pessoa que pouco conheço e alguma vez me cruzarei.
O nosso próximo é uma dádiva, nós é que mairitáriamente não preservamos, e porque não, (?) não temos amor pelo nosso próximo?

O meu pensamento vai além desse egoismo marcado aos nossos dias ou que percepcionamos, tento deixar o meu lado ambiguo (que não o nego), mas tentado impôr uma atitude, mais, altruista.

Mas muito vai além dos meus pensamentos, e a (minha) vida é o que se conta, e ao que denoto não existe próximos, mas distantes.

Por uma razão que sempre assumi, muitos dos que me eram próximos afastaram-se, saberão as suas razões, mas assim vejo que olhamos apenas para os nossos interesses e esquecemos com quem partilhamos esta vida, muitas vezes temos muitos próximos, só uma pessoa se dá ao valor de nos ajudar, por isso não nos esqueçamos que todos nós na vida temos momentos em nos vemos perdidos e poucos os há com a coragem de nos dar a mão. O que se poderá dizer que próximo é aquele que me trata e me dá dignidade para podermos assim conviver e disfrutar da vida, como sempre marcado com a sua presença.

Respeito o meu próximo e trato como o gosto de o ser.

Que sejamos os próximos a reconhecer isso.[;)]
 
O meu próximo é todo aquele com quem me cruzo, todo o indivíduo que, por algum motivo, entra na minha vida (mesmo acabando por nunca ser um amigo, às vezes nem um conhecido é). E, por mais que amigos e família tenham uma "prioridade", qualquer próximo merece o meu respeito, enquanto ser humano. E sinto que são sempre uma oportunidade de ouro para aprender algo.

Como diz a célebre frase:
"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós"
 
Não deve nada, ([:D]) que terei todo o gosto de responder a um excelente tópico, e que a mim muito me diz.

O meu próximo é aquela(s) pessoa(s) que me rodeiam, como muito bem concordo, com afirmação do Karma, são pessoas semelhantes a mim, a quem posso partilhar a minha vida como receber do que eles tem para me oferecer.
São as pessoas da minha vida, seja o meu maior amigo ao mais comum da pessoa que pouco conheço e alguma vez me cruzarei.
O nosso próximo é uma dádiva, nós é que mairitáriamente não preservamos, e porque não, (?) não temos amor pelo nosso próximo?

O meu pensamento vai além desse egoismo marcado aos nossos dias ou que percepcionamos, tento deixar o meu lado ambiguo (que não o nego), mas tentado impôr uma atitude, mais, altruista.

Mas muito vai além dos meus pensamentos, e a (minha) vida é o que se conta, e ao que denoto não existe próximos, mas distantes.

Por uma razão que sempre assumi, muitos dos que me eram próximos afastaram-se, saberão as suas razões, mas assim vejo que olhamos apenas para os nossos interesses e esquecemos com quem partilhamos esta vida, muitas vezes temos muitos próximos, só uma pessoa se dá ao valor de nos ajudar, por isso não nos esqueçamos que todos nós na vida temos momentos em nos vemos perdidos e poucos os há com a coragem de nos dar a mão. O que se poderá dizer que próximo é aquele que me trata e me dá dignidade para podermos assim conviver e disfrutar da vida, como sempre marcado com a sua presença.

Respeito o meu próximo e trato como o gosto de o ser.

Que sejamos os próximos a reconhecer isso.[;)]
apr:)apr:)apr:)apr:)apr:)
São palavras que vão muito além das palavras. Palavras que falam por si. São palavras cuidadas do meu próximo que se preocupa tanto consigo, como com todos os outros. Parabéns.
 
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(este meu post até tem direito a ilustração e tudo, pois uma imagem vale mais do que as mil palavras que para aqui vou dizer
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O meu próximo. Quem será afinal? Para muitos «o meu próximo» resume-se àquele que vêm quando olham para o espelho. Seres que não olham a meios para tingir os seus fins, nos quais se enquadram eles e mais ninguém.

Depois temos aqueles que no «meu próximo» enquadram a família. Visão nobre, sem dúvida, mas limitada.

Quando existem pessoas para quem «o seu próximo» são as outras pessoas, sejam elas quem forem, vivam onde viverem, tenham a cor da pele, estatuto social, condição económica, etnia ou sexo que tiverem, lhe mereçam ser chamados de próximo, então estamos perante alguém com uma mentalidade muito aberta.

Num grupo tão restrito quanto importante, encontro aqueles seres humanos especiais cuja humanidade alberga no conceito do «outro eu», não só todos os outros seres humanos, como também os animais. Pessoas que partilham o mundo em estado de igualdade com todas as espécies animais nas quais se consideram fazer parte integrante. Uma magnífica forma de estar.

Por último, nesta minha visão, restam aqueles que estão em plena harmonia com a natureza e reconhecem o seu lugar no mundo; o seu lugar num ecossistema global do qual fazem parte. Seres humanos que respeitam todos os seres vivos num equilíbrio natural que propícia a existência da vida em toda a sua plenitude e biodiversidade, sejam eles animais ou plantas.

Pessoas que têm consciência que cada ser contribui para a sua própria existência e bem-estar. Se eu desrespeitar ou destruir uma forma de vida, por mais insignificante que possa parecer aos meus olhos, terei de assumir as consequências desse meu acto, pois ao matá-la poderei estar indirectamente a contribuir para o fim da minha própria vida.

Uma planta ou um animal que eu vou comer, merece-me todo o respeito por ser graças a eles que eu existo. Considerando que todos nós somos fruto de um erro de concepção por termos inevitavelmente de nos alimentar para sobreviver, ao respeitarmos todas as formas de vida existentes, será, por si só, uma das maiores demonstrações de respeito que poderemos demonstrar tanto por elas como por nós próprios. Estes são aqueles que eu considero ser verdadeiramente e de forma genérica «os meus próximos».

Tento, por isso, compreender a dor que está a sentir uma mãe que perdeu o seu filho por imaginar aquilo por que está a passar; tento imaginar a dor que uma mãe elefante está a sentir durante as muitas horas em que permanece junto da sua cria que pereceu. Tento respeitar imaginando-os como se eles fossem um outro eu. Tento vestir-lhes a pele como forma de tributo e sinal de respeito.

Antes de pensar sequer em explorar o nosso próximo deveríamos ter a nobreza de respeita-lo. Algo tão simples como tentar compreendê-lo poderia fazer deste mundo um lugar bem melhor.
Esta riqueza é coisa que não se compra com prata nem com ouro, pois é algo que está dentro de cada um; o respeito pelo próximo é o bem mais valioso que um ser humano alguma vez poderá ambicionar ter. De coração sincero, saber sofrer com quem sofre, rir com quem ri, chorar com quem chora. Amar o próximo como a nós mesmos é algo que nos temos esquecido de experimentar.

Muito longe desta perfeição, nas pequenas coisas que faço no dia-a-dia, vou convencendo-me de que vale a pena pelo menos tentar.[;)]
 
Eu gostava de poder dizer que "o meu próximo", ou neste caso, "a minha próxima" era a Cláudia Vieira ....... [br:)] [:cool:]

Mas na verdade, "os meus próximos" são todos os que me rodeiam, desde voçês aqui no fórum, aqueles com quem me cruzo pessoalmente no dia a dia.
 
Os meus próximos são os meus Pais, que nunca me deixaram mal, que nunca me disseram que não na hora H, que nunca me ofenderam, que nunca me chamaram nomes, que nunca me tentaram enganar, que nunca tentaram ficar com o meu lugar no trabalho, que nunca me trairam, que nunca me roubaram, que nunca me prejudicaram...

Obrigado Pai e Mãe.

Infelizmente é assim, gostaria de viver num Mundo em que não houvesse tanta falsidade nas palavras e acções das pessoas, que nunca houvesse duplo sentido em tudo o que se faz hoje em dia.

Obvio que a minha cara metade durante estes ultimos 10 anos têm sido " o meu próximo".

Espero que o Mundo mude e torne as pessoas mais humanas e menos falsas e corruptas...
 
Se eu amo o meu semelhante? Sim. Mas onde encontrar o meu semelhante?

Mário Quintana

Seremos nós seres perdidos neste mundo, solitários e distantes. A vida transparece-nos que isto é real. Mas onde podemos encontrar quem nos possa preencher, dar-nos vida e colorido á nossas vivências. Vivemos num mundo escuro e frio, aonde a convivência se vai perdendo, e as caracteristicas de nós homens não vamos empenhando nas nossas vidas; vamos assistindo a um mundo global que se vai individualizando ainda mais.

Mas aonde estão essas pessoas, seres semelhantes a nós, que nos fazem ver a nossa existência e nos transmite a vida? Estão vivos, vão vivendo, mas ao seu tempo mortos, pela sua ausência, pelo a sua indiferença e assim todos nós vivemos num mundo solitário rodeado de espiritos vivos. Mas isto não (deve) siginfica(r) a morte, que é marcado pela sua frieza, pela mesma ausência, e a perda de o que dá a vida, sim, estamos vivos por dentro, mas mortos por fora, não transmitimos o calor necessário a com quem vive connosco, ao que faz parte da nossa existência, ao que sabemos ser a companhia dos nossos dias.

O mundo gira no sentido errado, façamos para que volte a girar no seu correcto sentido, e isto faz-se como, pelas pequenas atitudes que se transformam de uma grandiosidade imensa, que humaniza a nossa existência e dignifica o que deste faz parte.

O calor humano que podemos proporcionar está nas nossas mãos, os gestos que podemos dar, a vida, a nossa vida, as palavras, (...) tudo isto é a capacidade que nós seres possuimos para acalorar a vida, do que nos é próximo e dar mais vida ao que ela própria é.

A próximidade é aquilo que nos torna unidos, é o que nos faz lutar por causas, é quem está ao nosso lado, marca a sua presença e nos faz relembrar que não somos esses seres demarcados pelo distanciamento, que muitas vezes pela nossa pequena inconsciencia, praticamos.

Veremos assim que os nossos próximos é tudo o que gira ao nosso redor como nós fazemos parte desse circulo e assim rodeamos também quem com nós vive neste mundo.
 
Última edição:
Tudo no mundo poderá ser sempre melhor se nos colocarmos no lugar do outro; a melhor forma de compreendê-lo para poder respeitá-lo é apenas esta: vestir-lhe a pele.
Considero todos aqui no fórum como meus próximos e, por isso, quando surgem atitudes que não compreendo, faço um esforço por entender, pois às vezes “o coração tem razões que a própria razão desconhece”1. Se eu assim não o fizesse, não estaria a ser melhor do que o outro, antes pelo contrário (mas, infelizmente, por vezes a vida leva-nos a não agir assim).

Quando não nos colocamos na pele do outro, acabamos por nos tornar cada vez mais nós contra o mundo. Esta nossa forma de actuar sem consciência nem responsabilidade é que tem levado a que o respeito seja algo cada vez mais em desuso e contribuído para um esfriamento nas relações humanas. Num mundo mais desumanizado a cada dia que passa onde se torna cada vez mais difícil dizer ou escutar algo como um simples “Bom dia”, representa uma derrota de todos nós por irmos desvalorizando aquela salutar convivência e consideração pelo outro.

As pessoas deixaram de ser pessoas para se tornarem unicamente gente. Deixaram de se considerar a si e aos outros tornando os seus dias cada vez mais impessoais e insuportáveis. Tornaram-se num autêntico «nós e os outros», num processo onde vinga a máxima “quem não é por nós é contra nós”. Não existe interesse nem tempo para tentar compreender o nosso próximo. As pessoas atropelam-se, desrespeitam e conflituam apenas e só porque não se compreendem. Será que quando vencem uma disputa, conflito ou divergência de opinião, não ficam a pensar em que estado fica o outro? O outro poderias ser tu, um dos teus ou um amigo. E mesmo que não fosse, esse outro será por certo alguém como tu, que terá os seus e os seus amigos.

Quantas das nossas relações amorosas, ou de amizade não começaram com uma discussão ou um simples desentendimento? E mais tarde o que vos surge no peito senão uma pequena dor de mágoa por não se terem sequer preocupado em desejar compreender esse outro a quem causaram igual dor?
Desentendermo-nos é a forma mais fácil de nos fecharmos em nós mesmos e fecharmos as nossas portas a tudo aquilo que o próximo nos possa oferecer. Sim, que todos nós temos sempre algo a acrescentar uns aos outros. É esse o factor que torna os seres humanos tão interessantes. Essa diferença e a sua partilha são o melhor nas relações humanas.

Dos vossos olhos vejo os meus por vocês habitarem num corpo e serem um ser que bem poderia ser eu.
Podem dizer que não tenho juízo, mas durante a minha vida passei enorme quantidade de tempo a pensar no próximo, fosse ele qual fosse. Olhei para as mulheres e tentei compreendê-las até à exaustão colocando-me em pensamento na sua pele. Vesti a pele de outras raças tentando imaginar aquilo por que passavam. Olhei olhos nos olhos dos animais procurando perceber o que lhes ia na alma e como nos veriam eles a nós, ao mundo e à forma como os tratávamos.

Talvez por isso, eu sinta tanta dor e revolta com os maus-tratos e desrespeitos, fruto da incompreensão pelo outro, que provocam imenso sofrimento tanto a pessoas como animais.
Talvez por isso eu me considere demasiado emotivo, muitas vezes sofrendo estupidamente a dor dos outros como se da minha própria dor se tratasse.
Talvez por isso de certa forma eu não goste daquilo que sou por ser esta minha maneira de ser que se torna num poço de sofrimento para mim.
Talvez porque me preocupe tanto com os outros e me faça humanamente mais inteligente através daquilo que os outros me ensinam, apenas deseje esquecer e tornar-me lerdo para não sentir.

Por esse motivo, julgo que a ignorância é uma bênção, pois os inconscientes não se apercebem nem sentem como eu e outros e conseguem dormir descansados e felizes. Pessoas que não sabem o significado da expressão «o outro», nem querem saber.
Mas, por mais sofrimento e desassossego que esta minha forma de vivenciar a vida me traga, se ela me der consciência da realidade permitindo-me ajudar o próximo, então, no fundo, talvez valha a pena ser assim.

Depois de cogitar sobre o tema, como poderei eu resumir numa frase o que penso do «meu próximo»…?! O meu próximo é somente aquele que eu quero conhecer para o compreender… embora, fruto da minha enorme imperfeição, muitas vezes simplesmente não o faça.

1(Bossuet, Jacques)
 
Eu gostava de poder dizer que "o meu próximo", ou neste caso, "a minha próxima" era a Cláudia Vieira ....... [br:)] [:cool:]

Mas na verdade, "os meus próximos" são todos os que me rodeiam, desde voçês aqui no fórum, aqueles com quem me cruzo pessoalmente no dia a dia.

Nesse caso era "os teus próximos"...

... vem com brinde! [:D][:D][:D]
 
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Num mundo cheio de tantos umbigos, andamos todos os dias tão atarefados e rodeados de espelhos que nos esquecemos de olhar para os outros. Aqueles que não somos nós e estão lá, do outro lado.

Mas essa noção não deixa de ser estranha devido à perfeita percepção que temos de que existem estas duas realidades: nós e os outros.
Todavia, se a consciência que temos de nós próprios varia de pessoa para pessoa, a interpretação que criamos do nosso próximo também não deixa de ser algo de explicação imprecisa.

Afinal, é só isso que pretendo de vós: que digam quem vocês consideram ser o vosso próximo expressando a forma como o vêem.

Explica: Quem é o teu próximo? E o que ele significa para ti?
Toda a gente que esteja ao meu alcance ajudar. Não, não preciso alimentar a fome do mundo, mas posso ajudar alguma coisa em que, realmente, eu faça a diferença. Basta-me saber rir para uma criança e brincar com ela, deixar passar um idoso na passadeira, dizer "bom dia", "boa tarde", "Santas Festas", dar um aperto de mão sincero, olhar os outros nos olhos, dizer a alguém "estou aqui, dispõe", e estar mesmo... Basta-me amar a minha família, mesmo aqueles de quem tenho muitas saudades. Basta-me não invadir o espaço dos outros da mesma forma que não gostaria que invadissem o meu!

Quem é o meu próximo? Aqueles que sabem que eu existo e alguns que nunca o saberão... [;)]
 
Para mim, "o meu próximo" é uma categoria reciproca. Eu não sou o próximo de quem eu não considere "próximo", nem considero "próximo" uma pessoa que não me considera próximo.
 
Última edição:
Pena é estampar-se palavras aqui num ecrâ, como de uma parede se tratasse, e não reconhecermos, e, como assim desabafarmos o que é isso que nos é tão próximo!

Mas sendo assim, eu tomo a palavra...[:D]

Compreendendo as palavras do autor deste tópico e ao que reflecte o meu pensamento, diria que que existe para aqui pensamentos telepáticos ([:D]), mas, maior que isso a compreensão (essa mesma a que ele se refere e que acho uma caracteristica muito minha, ou vamos tentando, né![:D])

O Blade abordou muitos aspectos ao que isere sobre esta temática que levantou, embora eu me tivesse cingido apenas ao lado humano, que sendo eu um curioso por este conceito, não desvalorizo tudo o que referiu e assim compreendo, como muito me sensibiliza.

Já levantámos alguns aqui a ponta do véu do que é isso, o nosso próximo, mas teremos de ir ao nosso dicionário desmistificar isso, que aparenta surgir algumas dúvidas nas nossas acções, ou assim, na vida o aparenta.

A proximidade entre tudo o que nos rodeia, e o que passa despercebido aos nossos sentidos, atentemos um pouco mais, e assim também dar-mos de nós demonstra a nossa abertura para com tudo, e receberemos de igual modo com o que nos podem presentear, enriquecermos como pessoas e assim veremos que o próprio conceito de dar, torna-se um acto de partilha, e todos nós vivemos para partilhar (mesmo aqui num fórum aonde se vai trocando umas letras, se não me deixarem a falar sozinho.[:D])

Ora bem, e quero aprofundar ainda mais isto, a partilha, vivemo para isto, sejam momentos, emocões e sentimentos, desabafos (englobando muitas mais coisas), vivemos numa união de partilha, e o que recebe tudo isto (?), aquilo que nos é próximo, sendo assim a proximidade e a partilha podem entrar em conjuntura.

Como o Blade tem uma caracteristica que muito aprecio em dar o seu toque aos tópicos que abre partilhando connosco uma imagem que reflecte esse mesmo tema, irei se assim me permitido dar aqui uma de cópia barata![:D])



O que me transmite isto (?) que formamos circulos de partilha, e aqui iremos acrescentar ao que nos é próximo, pensemos então, mais que isso meditemos (que acho que o deveriamos era praticar mais e haver um decreto lei por imposição! :)) e assim veremos mais concisamente que o que nos é próximo é siginficativo de um real valor. E temos de atribuir isso, sentir e demonstrar, e isto é mais que uma comunicação humana que ultrapassa (por ou muitas vezes) a própria compreenção por vezes a queiramos atribuir, é uma comunicação que não nos é ensinada mas julgo eu que consigamos talvez a compreender, se não for o caso logo será legendado...e por cada palavra, e construção com a compreenção que possuimos lá chegaremos.

Já estou a fugir ao propósito, então vamo-nos centrar...

Já disertei sobre o circulo que pode estar interligado com tudo isto, quero mesmo centrar no que me é próximo, e isso não deveria existir barreiras, assim a palavra o diz, mas o problema é que contruimos muros bem altos, para quê (?) nos refugiarmos, defendermo-nos, não nos preocuparmos com aquilo que deveriamos o fazer, para, ou muito além do que realmente nos interessa, mas para lá desse além também existe muita coisa, que assim nos (ou faz) aproximar, mas porque é que muitas vezes colocamos o pézinha atrás (bem dirão que já estão bem escaldados) mas o outro lado terá culpa disso, e quando se vai de encontro com algo sério, não perderemos nós e os outros que muita vezes vem de encontro com uma abertura fraterna, ás vezes colocamo uma pedra e teimamos em não retirá-la, ficando assim sem saber o que se encontra debaixo desta.

Faltará a nós, (!?) um pouco abertura de espirito, ou então já se perdeu e estamos a preparar-lhe o funeral, e não aborvemos a vida e a sua essencia, assim aos meus olhos se vão vendo o que me rodeia e o que me é próximo, uma próximidade tão distante!

Aconselho-vos a tirar um curso de agricultura (não oferece canudo, mas traz saber![:D]), assim aprenderemos a cultivar, cuidar, e colher o que a vida nos oferece, que penso ser aqui um pouco a falta de compreenção do que, e em que nos é próximo e assim valorizarmos a pergunta a que se coloca, Quem é o teu próximo?

Onde quer que você vá,vá com todo o coração.
Confúcio

(Já que tocaram naquilo que este tema bem poderia ser vindo de mim, mas, que foi o caso que veio de um user estamos em concordância sobre o que aqui falamos e teve a maestria ou sensibilidade de o abordar, aqui fica um post, com os direitos de autor de, ou ao, o BLADERUNNER)
:) [;)]
 
Última edição:
Quem é o meu próximo? Hummmmm, neste momento sois vós que estais a ler isto, daqui a pouco será a alguém da minha família a pedir para colocar o volume mais baixo, amanhã serão os meus colegas de trabalho, os meus amigos, os meus clientes e todas as pessoas com quem me cruzo na rua.

Mas esta proximidade apenas terá algum significado a partir do momento em que existe uma interacção com essas pessoas, isso poderá ser positivo ou negativo dependendo muito da abordagem dessa pessoa.

Muitas das vezes essa interacção passa despercebida aos nossos olhos, muitas vezes um simples olhar, um simples olá, um simples bom dia poderá significar muito e outras vezes poderá não significar nada, esse significado vai depender muito da receptividade da outra pessoa.

Eu tenho muros à minha volta, eles servem sobretudo para me proteger de pessoas com segundas intenções, pessoas que apenas dão valor ao próximo quando precisam mas quando o contrário acontece afastam-se, pessoas cujo conceito de próximo baseia-se basicamente nos seus interesses e no próprio umbigo.
 
Última edição:
Um pouco off-topic:

Depois de me debater aqui com algumas visões, e ter raciocinado nesta noite com a visão das minhas ideias, e como já existe a Liga dos Animais, (Etc, etc...), vou formar a Liga dos Humanos, (ou melhor dito, será a Liga Portuguesa para a Humanidade) :)[:D]
 
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