PSP caça Seguranças

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Operação: sessenta e oito apanhados sem cartão
PSP caça seguranças
















Manuel Moreira

Mais de metade dos crimes em discotecas acontece aos fins-de-semana
Sessenta e oito seguranças de bares e discotecas foram apanhados pela PSP na última semana a exercer a actividade sem o indispensável cartão profissional, no âmbito de uma megaoperação policial relacionada com a segurança privada. Em sete dias foram fiscalizados 332 estabelecimentos e, no decurso das várias acções, detidas 42 pessoas.






“Esta é uma época em que as discotecas são mais frequentadas e como tal foi decidido avançar para uma operação co-ordenada a nível nacional. Até agora, este tipo de fiscalização era decidida pelos comandos”, explicou ao CM fonte policial.

Mas não foi apenas a sazonalidade a pesar na decisão. As informações da PSP mostram que, muitas vezes, os seguranças nas discotecas não têm cartão profissional, são indivíduos violentos e portadores de armas. “Estamos a falar de acções de extrema violência”, referiu a fonte.

Por outro lado, e segundo dados estatísticos a que o CM teve acesso, mais de metade de todos os crimes que envolvem seguranças de discotecas acontece ao fim-de-semana, a maioria nas madrugadas de domingo, entre as 2h00 e as 04h00, sendo os ajustes de contas e as ofensas corporais os mais frequentes.

Na última semana foram detectadas 221 infracções no âmbito da actividade de segurança privada, sendo o exercício de funções de vigilância por não titulares de cartão a mais frequente. Em relação aos estabelecimentos, a PSP detectou 120 infracções, sendo a ausência de ligação à central de Polícia a mais frequente (28 casos).

Ao todo, foram elaborados 293 autos de contra-ordenação e 35 autos criminais. A PSP deteve ainda 42 pessoas, embora a maior parte não esteja relacionada com a actividade de segurança privada. “Em alguns comandos decorreram em simultâneo acções de trânsito, que deram origem a essas detenções”, esclareceu o responsável da PSP.

As cidades de Lisboa, Braga e Setúbal são as que registam maior número de crimes envolvendo seguranças privados de bares e discotecas. Em 67 por cento dos casos há registo de uso de arma de fogo ou violência física.

Nos próximos dias a operação de âmbito nacional dedicada ao sector da segurança privada vai fiscalizar carrinhas de transporte de valores, centrais de alarmes e o uso de cães por parte de algumas empresas, adiantou a mesma fonte ao CM.

A ACÇÃO POLICIAL

32% de todos os crimes em bares e discotecas acontece em Lisboa, 17 por cento em Braga e 12 por cento em Setúbal.

221 infracções no exercício de funções de vigilância, como a falta de cartão profissional para o exercício desta actividade.

120 infracções detectadas, como a falta de ligação a uma central pública de alarmes e de aparelho de detecção de metais.

332 fiscalizações feitas em estabelecimentos que dispõem de sala de dança ou onde, habitualmente, se dança.

42 detidos por excesso de álcool, tráfico de droga, situação ilegal no País e, num caso, por mandado de captura já emitido.

243 viaturas utilizadas pelos polícias para levar a cabo a operação de fiscalização aos seguranças privados por todo o País.

739 polícias envolvidos na operação de fiscalização que decorreu em estabelecimentos de restauração e bebidas do País.
 
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Mais seguranças ilegais em discotecas do Porto




António Soares

Mais de um quarto das infra cções detectadas na segurança privada de bares e discotecas, durante uma acção que a PSP está a desenvolver em todo o país, foram registadas em estabelecimentos de diversão nocturna do Porto. Ao todo, foram notadas 66 irregularidades várias no Porto, precisamente o dobro das assinaladas em Coimbra, Aveiro e Braga juntas

A operação está a desenrolar-se em todo o país e, no balanço da primeira semana (entre 17 e 23 deste mês), divulgado ontem, há a destacar um total de 42 detenções por várias razões. As situações mais detectadas prendem-se com o exercício da função de segurança por indivíduos não habilitados para o efeito. No Porto, foram ainda registadas cinco detenções, entre os quais uma por tráfico de drogas e duas por posse de arma ilegal. A segunda infracção mais detectada teve a ver com a falta de ligação dos estabelecimentos a uma central de alarmes e com a inexistência de aparelhos detectores de armas.

Preocupação com violência

De acordo com a justificação avançada pela PSP, " a actividade de segurança privada, em especial a associada aos estabelecimento de restauração e bebidas (bares e discotecas) é frequentemente relacionada com indivíduos violentos, portadores de armas e em situação laboral ilegal", Daí a realização desta operação que já mobilizou, de Norte a Sul do país um totalde 739 elementos policiais.

Diz ainda a PSP que esta altura foi escolhida tendo em conta que, "tradicionalmente, durante os meses de Verão, verifica-se a existência de mais espaços destinados para dança a funcionar". O aumento do número de espectáculos e festas leva também os organizadores a recorrerem aos serviços de seguranças sem a respectiva habilitação legal, contribuindo, acrescenta a polícia, "para o descrédito do sector e o aumento da insegurança entre os cidadãos".

Desde o início da operação, os elementos da PSP já realizaram 332 acções de fiscalização, 111 das quais tiveram lugar nos distritos de Coimbra, Aveiro, Porto e Braga, onde foram registadas 71 infracções.

A polícia tem previsto que a operação se mantenha durante um mês.



Dois detidos por atearem fogo a habitações


Idosos burlados em Braga com encomendas fictícias


Spray paralisante lançado em café


Suspeito de abuso sexual detido pela PJ


Detido suspeito de 19 crimes


Empresário baleado em ajuste de contas
 
A maior parte são gorilas com a mania que estão acima da lei... e da maneira que as coisas se processam normalmente, é como se estivessem mesmo!

É com cada história que até arrepia... o engraçado é que se fossem policias e fizessem o que fazem, eram acusados de brutalidade policial, de tudo e mais alguma coisa, mas como são seguranças (supostamente com menos poder e autoridade) já não se passa nada :D
 
eu,realmente,tenho dificuldade em me lembrar de uma "casa" onde nao tenham seguranças "ilegais"....


e conheço MUITO BEM a noite,pricipalmente no porto e arredores.


entao as "firmas","ninjas","artistas"...ui sao ceitas sem fim...piores que pragas de baratas......


aqui no porto e um desfile deles...passo por centenas todos os dias a caminho do ginasio da moda.


conheço muitos deles.
 
Enquanto essa gente nao tiver habilitações de como lidar com clientes, e nao só habilitações fisicas, o mundo da noite e nao só, estará entregue à bixarada. É que ALGUNS são uns autenticos animais sem jaula.
 
Seguranças?

Vigilantes :D

Deviam ser todos presos, mania que são gente [xx(]

( obviamente que nem todos são assim... mas a maioria são, principalmente os porteiros das dicotecas )
 
Realmente metem-me nojo esses gajos seguranças, porque realmente usam de uma prepotência e arrogância que até faz dó.



Acho muito que sejam fiscalizados para que a noite fique muito mais civilizada e para que nós sejamos tratados como clientes, com todo o respeito.
 
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