...PS quer controlar o BCP

2) Há muita gente disponível sem ter que sacrificar o responsável da CGD, e transitar de um banco público para o seu principal concorrente o presidente duma instituição com toda a informação a que teve acesso. Isto nalguns países só por si seria um escândalo, aqui é uma boa opção.... Já não há vergonha é o que é.

Aliás eu quero ver o que é que a CMVM tem a dizer sobre isto... Ou se calhar nem diz nada porque lhe convém...

Agora não será isto concorrência desleal? É que o futuro presidente do BCP sabe todos os segredos da CGD... Todos...

Mas como isto em Portugal não há concorrência, é só dividir... Está tudo bem...
 
Há muitas maneiras de se fazerem as coisas.

E o modo como o Governo está a lidar com este assunto, a mim não me parece ser algo de honrado, dentro das normas da ética.

Porque o Governo sabe há muito tempo o que agora insinua. Mas ao insinuar sem fazer provas públicas daquilo que sabe, está a colocar uma espada em cima da cabeça de todos. Até dos accionistas que até poderiam estar contra, mas que têm medo de que a situação descambe e percam aquilo que a eles mais interessa.

O facto de as pessoas aceitarem este modelo proposto pelo Governo não significa que concordem com ele.

É prática em Portugal de se irem acumulando indícios sobre a prática de actos menos lícitos, reuni-los num dossier e nunca os trazer a público.
É mais convocar o interessado a uma reunião, colocar a mão sobre o dossier (que deve ser grosso e com papel de diversas cores para dar a sensação de que há merd@ e da grossa...) e postular que há ali umas coisinhas aborrecidas sobre a actividade da pessoa, que é do interesse público que estas coisas não transpirem para fora e que até se poderia colocar uma esponja sobre o assunto e.... Depois vem o grande SE.

A STAZI não faria melhor, acreditem.
 
A CMVM e o BdP pelos vistos já haviam sido alertados, agiram bem? Não sei... mas não deve ser facil como governador do BdP agir sobre o maior banco privado afectando toda a economia nacional... que como todos sabemos não tem andado de boa saúde.


O papel da CMVM e do BdP foi de ponderação, provavelmente não foi acertivo, mas muitos de nós não tomariam uma decisão diferente.

Pesando bem os custos e os beneficios de se ter agido sobre o BCP... assim de repente só vejo custos... economicos, sociais e politicos.
 
Pq é que os portugueses que se queixam sempre do estado nao dao uma licao a estes senhores????
Pq é que nao resolvem tirar o dinheiro do BCP???
Bastava 10% fazer isso que a coisa piava logo doutra maneira. Os outro bancos começavam a pensar 2 vezes como tratam os clientes, ou pelo menos como fazem as coisas.
O pessoal gosta de se queixar de tudo e todos, mas nao faz nada qd tem uma arma letal pra os por na ordem. Sempre o estado, sempre o estado. Era levantar o cu do sofa e tirar de la o dinheiro em vez de se queixarem a vida toda dos outros.
E em vez de se andarem sempre a queixar de qq coisa, faziam os portugueses qq coisa. Era a coisa mais eficaz k se podia fazer pra por akela gente na ordem. Sempre a viver dos portugueses e do Estado. Nao fazem nada sem o estado. Até lambem as botas ao estado qd os espanhois os queriam comprar.
Eu tava decidido a tirar o meu dinheiro do BPi se eles se "fondessem".
Nao quero o meu dinheiro num banco que tem filhos e amigos especiais que nao pagam o k eu pago.
Ja sei que o BCP nao é o unico, mas é o unico descarado, é o k foi apanhado e fazia se deste exemplo.
 
Última edição:
Pq é que os portugueses que se queixam sempre do estado nao dao uma licao a estes senhores????
Pq é que nao resolvem tirar o dinheiro do BCP???
Bastava 10% fazer isso que a coisa piava logo doutra maneira
. Os outro bancos começavam a pensar 2 vezes como tratam os clientes, ou pelo menos como fazem as coisas.
E em vez de se andarem sempre a queixar de qq coisa, faziam os portugueses qq coisa. Era a coisa mais eficaz k se podia fazer pra por akela gente na ordem. Sempre a viver dos portugueses e do Estado. Nao fazem nada sem o estado. Até lambem as botas ao estado qd os espanhois os queriam comprar.
Eu tava decidido a tirar o meu dinheiro do BPi se eles se "fondessem".
Nao quero o meu dinheiro num banco que tem filhos e amigos especiais que nao pagam o k eu pago.
Ja sei que o BCP nao é o unico, mas é o unico descarado, é o k foi apanhado e fazia se deste exemplo.

Se eu lá tivesse conta já o teria feito!
 
Pq é que os portugueses que se queixam sempre do estado nao dao uma licao a estes senhores????
Pq é que nao resolvem tirar o dinheiro do BCP???
Bastava 10% fazer isso que a coisa piava logo doutra maneira. Os outro bancos começavam a pensar 2 vezes como tratam os clientes, ou pelo menos como fazem as coisas.
O pessoal gosta de se queixar de tudo e todos, mas nao faz nada qd tem uma arma letal pra os por na ordem. Sempre o estado, sempre o estado. Era levantar o cu do sofa e tirar de la o dinheiro em vez de se queixarem a vida toda dos outros.
E em vez de se andarem sempre a queixar de qq coisa, faziam os portugueses qq coisa. Era a coisa mais eficaz k se podia fazer pra por akela gente na ordem. Sempre a viver dos portugueses e do Estado. Nao fazem nada sem o estado. Até lambem as botas ao estado qd os espanhois os queriam comprar.
Eu tava decidido a tirar o meu dinheiro do BPi se eles se "fondessem".
Nao quero o meu dinheiro num banco que tem filhos e amigos especiais que nao pagam o k eu pago.
Ja sei que o BCP nao é o unico, mas é o unico descarado, é o k foi apanhado e fazia se deste exemplo.


Eu nisto só vejo uma parte que é prejudicada: os accionistas!
Que de certeza não são todos os clientes nem pouco mais ou menos.

Depois tem a parte que é: a maioria dos accionistas, não sabiam disso e as autoridades que deviam ter dado conta BdP e CMVM, devem andar a dormir[8b]


Seria isso a solução? NOT


Já agora:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20071230Cadilhe+entrega+lista+para+o+BCP.htm
 
Eu nisto só vejo uma parte que é prejudicada: os accionistas!
Que de certeza não são todos os clientes nem pouco mais ou menos.

Depois tem a parte que é: a maioria dos accionistas, não sabiam disso e as autoridades que deviam ter dado conta BdP e CMVM, devem andar a dormir[8b]


Seria isso a solução? NOT


Já agora:
http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20071230Cadilhe+entrega+lista+para+o+BCP.htm

E sol na eira e chuva no nabal tb era bom.

Tb n disse k era a solucao, muito menos a melhor. Mas ao menos faziam qq coisa. Pq d certeza k isto n vai dar em nada. Pelo menos em Portugal nao. Vamos ver como corre por causa da America.
E qt aos accionistas...mais uma razao. Os bancos tinham d se portar melhor, se queriam clientes e se queriam confiança na bolsa.
Alem do mais ja se vao lixando. Nao sei qual é o accionista que esta contente com isto.
O Bdp n tem tutela, nao faz nada, so dá lugares e reformas de ouro pra uns priveligiados. Deve ser o mlehor trabalho em Portugal. So comer e dormir e preparar uns relatorios, com 20 assistentes à perna claro.
 
Última edição:
E tem mais uma coisa. Agora vamos ter o "homem" do Governo no BCP. O Vara vai pra lá pra ser o queixinhas do Socrates.
Ha gajso com sorte. Acaba o curso, na Independente, um dia antes d ir pra CGD. Agora vai pro BCP como vice. Sim senhor!
 
E tem mais uma coisa. Agora vamos ter o "homem" do Governo no BCP. O Vara vai pra lá pra ser o queixinhas do Socrates.
Ha gajso com sorte. Acaba o curso, na Independente, um dia antes d ir pra CGD. Agora vai pro BCP como vice. Sim senhor!


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Da Opus Dei à Maçonaria: a incrível história do BCP

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A história do BCP é absolutamente exemplar de um regime, em sentido lato, onde tudo o que são valores essenciais - incluindo a própria vergonha - parecem ter-se perdido para sempre



Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho. Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste «case study», para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.


1 Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período ‘revolucionário’ em que “a banca ao serviço do povo” se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor. Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores - que não tinham capital, mas tinham «know-how». Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo “engenheiro” - à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).


2 Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em «off-shores» para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão - aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.


3 Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida “renovação” anunciada não passava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração... do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias...


4 Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo - o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país - protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a sua colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das «off-shores», que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.


5 E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave - como, por exemplo, a própria falência, a prazo.


6 Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor «honoris causa» Stanley Ho - a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um «take over» sobre a administração do BCP, com o «agrément» do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa ‘dr.’) - esse expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.


7 E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político - e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão «opus dei», tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.


8 E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição? Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pede e vai receber, porque há ‘matérias de regime’ que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.
Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.


 
E sol na eira e chuva no nabal tb era bom.

Tb n disse k era a solucao, muito menos a melhor. Mas ao menos faziam qq coisa. Pq d certeza k isto n vai dar em nada. Pelo menos em Portugal nao. Vamos ver como corre por causa da America.
E qt aos accionistas...mais uma razao. Os bancos tinham d se portar melhor, se queriam clientes e se queriam confiança na bolsa.
Alem do mais ja se vao lixando. Nao sei qual é o accionista que esta contente com isto.
O Bdp n tem tutela, nao faz nada, so dá lugares e reformas de ouro pra uns priveligiados. Deve ser o mlehor trabalho em Portugal. So comer e dormir e preparar uns relatorios, com 20 assistentes à perna claro.


Mas não há dúvidas.

Todos os accionistas que não fazem parte do grupinho, querem que seja feita justiça, com o dinheiro reposto e se possível uns anos a ver o sol aos quadradinhos.

O problema é que aquele Jardim, com tantos anos de poder, pensava que era dono do banco e fazia o que lhe apetecia sem que ninguém interferisse[8b]

BdP, desde o 25 de Abril a vender as reservas de ouro, fazer prognósticos muito errados e, muito possivelmente, a fazer empréstimos aos seus funcionários de forma ilegal e com um bocado de sorte, sem o dinheiro emprestado voltar ao cofre, assim como as coisas "normais", salário milionários, carros de topo que depois são adquiridos passado 4 anos por 10% do seu valor pelos funcionários, etc.[8b]
 
O que mais há a acrescentar?

O que Miguel de Sousa Tavares escreve, é correcto.:sh)

Eu continuo a achar que era sacar de la uns trocos. Lixavam se os accionistas pequenos sim. Mas às vezes tem de se dar um passo atras pra dar dois à frente. E quem mais tem mais perde. E quem mais tem, tb menos e´afectado.
E podia ser k as pessoas começassem a ser mais exigentes com as instituicoes das quais dependemos, bancos, seguradoras, operadores de telecomunicacoes, etc e principalmente as instituicoes começassem a agira de outra forma.
Assim...vao nos foden... alegremente e nós alegremente vamos sendo fodi...
 
Era brutal que os paus mandados do PS perdessem!

Deixavam o poleiro do maior banco Tuga directamente para o desemprego!

Claro que 1.º é preciso q se apresente mesmo uma 2.ª lista e dps é ver q apoios tem pq o ferreira tinha mtos e fortes apoios. A nível de accionistas tem garantidissimos os votos da EDP e CGD. Qto aos outros, alguns nacionais não querem problemas com os abutres do PS especialmente numa conjuntura em q há forte probabilidade do governo continuar na mesma cor, tal como o BPI. Já os estrangeiros é que podem desiquilibrar as contas todas...

Outra hipotese é durante a corrida unirem-se as duas listas...
 
Eu continuo a achar que era sacar de la uns trocos. Lixavam se os accionistas pequenos sim. Mas às vezes tem de se dar um passo atras pra dar dois à frente. E quem mais tem mais perde. E quem mais tem, tb menos e´afectado.
E podia ser k as pessoas começassem a ser mais exigentes com as instituicoes das quais dependemos, bancos, seguradoras, operadores de telecomunicacoes, etc e principalmente as instituicoes começassem a agira de outra forma.
Assim...vao nos foden... alegremente e nós alegremente vamos sendo fodi...


O passo atrás foi dado, a administração será totalmente diferente, acabaram, por enquanto os padrinhos!

Agora é necessário escolher uma boa administração e tendo em conta os objectivos do BCP, não sei se a administração rosa é a melhor opção.

Infelizmente, será a escolha neste momento
 
Só agora li oartigo do MST. Está espectacular e acaba por, tirando a forma muito boa como contextualizou a cena, confirmar o q foi dito por vários de nós.

É pena q ele seja um bocado parvo de vez em qdo, mas fora isso é dos melhores jornalistas Portugueses.
 
Só agora li oartigo do MST. Está espectacular e acaba por, tirando a forma muito boa como contextualizou a cena, confirmar o q foi dito por vários de nós.

É pena q ele seja um bocado parvo de vez em qdo, mas fora isso é dos melhores jornalistas Portugueses.

não é parvo não!, [;)] [:D]
a mediocridade da maioria dos tugas, é que "estranha" o descompremetimento dele (uma boa herança genetica!!!) com os lobbies politicos ou economicos deste País, e a força de "tomates" com que os enfrenta (!!!) semanalmente na TV, ou nos jornais.
apr:) apr:) apr:) apr:)
 
Estou a pesquisar informação sobre este caso da "Lista Cadilhe" e dei de caras com este artigo do Jornal de Negócios Online de 16 de Agosto de 2007...

Mais uma vez temos maçons a atirar-nos areia para os olhos? Stanley Ho (alegado maçon e envolvido no escândalo do fax de Macau), Mário Soares (maçon de grau 33 do Grande Oriente Lusitano) e Cadilhe em "amena cavaqueira" com... Jardim Gonçalves...

Golpe palaciano? Facada nas costas? Salve-se quem puder?

Stanley Ho, Mário Soares e Cadilhe juntam-se a Jardim Gonçalves

Na luta pelo poder no BCP vale tudo. Além de terem recorrido a particulares e a clientes do banco para aumentar o apoio na AG de 6 de Agosto, os administradores do BCP também obtiveram apoios de algumas empresas nacionais e de figuras públicas da sociedade portuguesa

Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt

Maria João Babo
mbabo@mediafin.pt



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Na luta pelo poder no BCP vale tudo. Além de terem recorrido a particulares e a clientes do banco para aumentar o apoio na AG de 6 de Agosto, os administradores do BCP também obtiveram apoios de algumas empresas nacionais e de figuras públicas da sociedade portuguesa.
A facção de gestores que apoia Jardim Gonçalves parece ter conseguido um maior número de apoios junto das instituições e empresários accionistas do BCP e preparava-se para votar na reunião de 6 de Agosto com os votos de vários notáveis, alguns deles com ligações históricas ao maior banco privado português.
É o caso de Miguel Cadilhe, antigo Ministro das Finanças, do ex-Presidente da República Mário Soares, e do empresário Stanley Ho.
In Correio da Manha de 17 de Julho de 2007:

A família Soares, accionista do Millennium/BCP, foi representada na última Assembleia Geral do banco pelo administrador Filipe Pinhal que apoia Jardim Gonçalves. Mário Soares foi responsável pelo regresso de Jardim Gonçalves a Portugal (o banqueiro trabalhava em Espanha, no Banco Popular), para a administração do Banco Português do Atlântico.


O Colégio Moderno, que é propriedade da família Soares, possuía 12 885 títulos da instituição financeira, enquanto Maria Barroso, esposa de Mário Soares, controla 79 281 acções e a Fundação Mário Soares tem 2.659 acções. No total são 94 825 títulos, que representam apenas 0,002 por cento do BCP.

Também os ex-ministros das Finanças, Miguel Cadilhe e Miguel Beleza estiveram representados na Assembleia Geral de dia 6, apoiando ambos Jorge Jardim Gonçalves.

Entretanto, o banco já desvalorizou 13,4 mil milhões de euros (quase dez por cento da riqueza produzida durante um ano em Portugal) desde o final do mês de Junho, altura em que as acções se cotaram nos 4,20 euros. Ontem, os papéis do BCP fecharam nos 3,27 cêntimos.

ACÇÕES

A família Soares possui 94.825 títulos do BCP. Maria Barroso tem 79.281 acções, a Fundação Mário Soares tem 2.659 acções e o Colégio Moderno, também propriedade do ex-Presidente da República tem 12.885 títulos. A família Soares está alinhada com a estratégia de Jardim Gonçalves.


TEIXEIRA PINTO ABANDONA O OPUS DEI

O presidente executivo do Conselho de Administração do BCP abandonou o Opus Dei, noticiou ontem a revista ‘Sábado’. O abandono da prelatura pessoal da Igreja Católica – fundada em 2 de Outubro de 1928, pelo beato Josemaria Escrivá de Balaguer – já terá sido comunicada aos responsáveis da Obra, terminando uma relação de 20 anos que terá começado antes dos tempos da Universidade.

Recorde-se que Jardim Gonçalves, Pedro Teixeira Duarte e Mota Amaral são alguns dos membros mais destacados do Opus Dei.
 
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