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Perfil do novo presidente da CGD, Faria de Oliveira
Ex-ministro social-democrata dos governos de Aníbal Cavaco Silva, Fernando Faria de Oliveira troca a liderança da Caixa Geral de Depósitos em Espanha pela presidência do grupo, em Lisboa.
Desde Outubro de 1974 militante do Partido Social-Democrata, ocupou diversos cargos de topo no partido, no Conselho Nacional (1986-1990 e 1992-1995), depois na Comissão Política Nacional (1990-1992 e 1995-1996) e vice-presidente, até 1996, quando passa a dedicar-se à gestão de organismos e empresas públicas e privadas, cargos que até aí assumia de forma pontual. O ponto alto da sua carreira política dá-se entre 1990 e 1995, enquanto ministro do Comércio e do Turismo dos XI e XII governos, de Cavaco Silva, hoje Presidente da República.
Da passagem por esta pasta, ficou um novo plano estratégico de internacionalização das empresas portuguesas, além de diversas iniciativas no âmbito do turismo, como a conhecida campanha de imagem «Vá Para Fora Cá Dentro» e a criação de diversas pousadas em monumentos históricos pela ENATUR.
Num dos maiores «picos» do investimento directo estrangeiro em Portugal - 13 mil milhões de dólares em cinco anos - Faria de Oliveira foi ainda responsável pela negociação de diversos contratos, nomeadamente os da Autoeuropa, com a Ford e Volkswagen, da Texas Instruments ou da General Motors, e ainda da Ronda do Uruguai sobre o comércio mundial.
Antes de assumir funções ministeriais, já tinha sido secretário de Estado para a Exportação (1981 a 1983), e para as Finanças (1988 a 1989 e de 1989 a 1990).
Fernando Manuel Barbosa Faria de Oliveira é Formado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1965).
Natural de Lisboa (10 de Outubro de 1941), hoje com 66 anos, é casado e tem três filhos.
Da sua longa carreira empresarial destacam-se as passagens pela administração da TAP - Air Portugal, Hospitais Privados de Portugal (HPP), Celulose da Beira Industrial.
Iniciou a sua carreira na Sorefame (antiga Bombardier da Amadora), onde esteve de 1965 até 1980, estando ligado a projectos de aplicação de novas tecnologias e promoção das exportações.
Na banca, foi administrador do Banco de Fomento Exterior de 1990 e 1993, mas devido às funções governativas foi obrigado a suspender o seu mandato logo no início.
Desde 2005 preside ao Banco Simeón, com a ambiciosa missão de expandir esta filial da Caixa Geral de Depósitos em Espanha através da abertura de balcões.
De relevo ainda a passagem pela «holding» pública IPE - Investimentos e Participações Empresariais, onde esteve entre 1983 e 2002, entrando como vice-presidente e saindo como administrador-executivo.
Passou ainda pela Agência Portuguesa de Apoio ao Desenvolvimento e Icep, onde foi administrador entre 1986 e 1988.
É conhecido como sóbrio e profissional, mas aqueles que com ele conviveram a nível profissional também lhe apontam uma tendência para a circunspecção.
«O desejo de estar bem com gregos e troianos começou a manifestar-se muito cedo. Colegas lembram que, nas turmas do [Liceu] Camões, Faria de Oliveira conseguia o impossível: dava-se com toda a gente. Tal como o relógio suíço, dizem os seus detractores, Faria de Oliveira não adianta nem atrasa. Antes, empata», refere perfil publicado pelo jornal Expresso em 1994.
Pinto Balsemão, que o lançou em funções governativas em 1981, afirmava ao mesmo semanário que Faria de Oliveira «se apaga demasiado», tendo a seu favor «sensibilidade política e rigor moral».
Em 1995, teve destaque na imprensa uma desavença com Mira Amaral, então ministro da Indústria e mais tarde seu antecessor como presidente da Caixa Geral de Depósitos.
Segundo relatava em Janeiro desse ano o semanário Independente Mira Amaral sentiu-se excluído do processo de negociação da continuidade da fábrica da multinacional francesa Renault em Portugal, tendo escrito ao então presidente da Associação de Fabricantes da Indústria Automóvel, Ruy Moreira, a demarcar-se do assunto e remeter toda a responsabilidade para Faria de Oliveira.
Diário Digital / Lusa
lolIsto é um escândalo, o PSD quer controlar a Caixa!!!!! []
lol
Por acaso acho mto bem, escolhido o novo lider da CGD.
Quem saíu a perder desta coisa toda foi o PSD e o Menezes. Claro que pondo o Rui Gomes da Silva a falar, a derrota estava ssegurada à partida.
Isto é um escândalo, o PSD quer controlar a Caixa!!!!! []
Prova-se que determinados cartões, em especial os de cor partidária são um autentico canivete suíço multi funções, em especial possuem Aríete tão ao gosto de determinadas personalidades e da vida politica nacional.
Esse Aríete permite entradas em sítios inusitados onde até burros são doutores, e palermas se tornam Engenheiros, depois até o pais lhes franqueia as portas do poder.
Está bem entregue isto ...
:sh)![]()
Como eles dizem nas sessões do plenário...
Muito bem! Muito bem! apr![]()
Epah tanto unanimismo neste tópico! Até parece mal! []
Como é óbvio estou no gozo, mas o facto deste tópico estar assim, num fórum em que as divergências de opinião sobre os mais variados temas são quase obrigatórias, demonstra bem o estado em que a politica no nosso país chegou. De facto governo e oposição são fraquissimos e estão bem um para o outro, +- nivelados portanto.
P.s. Nas imagens de arguivo que tinham do novo presidente da cgd tiradas durante a presidência do Cavaco vi lá imagens, numa tomada de posse qualquer, do Paulo Teixeira Pinto. Percebi finalmente mais uma das razões para ele estar a ser tão protegido nesta situação toda...[:vm)]
Não sabes quem é a mulher desse senhor? []
Juntar as palavras "Menezes" e "perder" na mesma frase é um pleonasmo.
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Não tenho palavras que consigam descrever o ultraje que sinto perante o evoluir de toda esta situação, em que a classe política tem seguro o poder financeiro pelos curtos e encaraculados.
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- rapidamente, muito rapidamente mesmo, arranja-se um gestor de provas dadas, com recentes resultados obtidos, que gera consenso e no topo do bolo... é homem de confiança do governo que assim pode seguir de perto... recordo que em causa com esta crise estão as finanças de portugal.
Como esmola dá-se à oposição a CGD, que está estavel e continua nas mão de gente da casa, com preferencias partidárias laranja.
Se colocarmos a politica de parte, para os interesses do país, reafirmo que é bastante bem jogado pelo Socras...