Vou deixar-vos aqui um pequeno testemunho, que não tenha objectivamente nada a ver com os principios do tópico, mas o caminho é semelhante, e não reflectindo de todo a minha opinião poderei tirar algumas refleções e bastante conclusivas.
Há mais de 20 anos o meu pai foi fornecedor durante largo tempo da Prisão Escola de Leiria, aonde conviveu com os mais variados reclusos e pessoas daquela instuição.
Decidiu por si pelo seu termo e responsabilidade, dar uma oportunidade a uma pessoa, aonde garantiu um emprego, casa, salário e a sua integração.
Cargo este da total responsabilidade do meu pai.
Existiram algum acidentes de percurso, mas o que se objectivava é que esta pessoa pudesse ter uma vida normal e com as suas responsabilidades, que no seu geral foi cumprindo.
O que se poderá dizer hoje que é uma pessoa totalmente integrada, com uma vida normalizada, com as suas responsabilidades e seu dever de cumprir, sendo que acompanho com algum pequeno distanciamento pois mantêm uma relação com familiares meus um pouco afastados.
Conclusão e o que retiro é que, os objetivos e principios, inicialmente propostos foram alcançados e sua reabilitação foi feita na sua eficácia e merecida a oportunidade a uma pessoa, que estava restringida pelo que cometeu.
A base da minha opinião incide aqui, que estas pessoas devem ver e ser-lhes merecidas oportunidades na sua integração sendo proposto um projecto de reabilitação, e assim de algum modo, contribuir para uma sociedade mais justa e segura.
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