Isso de deixar descair o carro no ponto de embraiagem numa subida, desde que não se deixe descair muito, é normal.
Também depende do carro. Há carros que tem muita força de motor, o suficiente para permitir fazer um ponto de embraiagem sem deixar o motor ir abaixo. Por exemplo, na maioria dos carros com motor diesel o binário do motor ao relanti é suficientemente bom para nos primeiros segundos levantar um pouco a embraiagem ainda com o pé no travão e soltar o pé do travão assim que o carro estiver a puxar. Muitas vezes nem precisa de acelerador para basicamente arrancar (tal o binário). Faz o mesmo efeito do travão de mão, não deixando descair o carro. Faço isso muitas vezes no meu diesel.
Quanto a fazer ponto de embraiagem, se não usar o travão de mão, a tendência é não só deixar descair um pouco, como também de desgastar mais a embraiagem. Se descair e quanto mais descai, então ainda pior. Deve-se sempre usar a ajuda do travão para não massacrar tanto a embraiagem (mesmo que saibamos evitar descair o carro num arranque normal).
Isso do travão e das pastilhas, com a temperatura fazer empenar os discos quando ficamos lá com o pézinho no pedal do travão como o carro parado durante algum tempo, não sei se é verdade. No entanto, admito que faça algum sentido, mas como não sou muito entendido na matéria, não sei. O que é certo é que tenho por hábito puxaro travão de mão nessas ocasiões, não tanto para prevenir empenos nos discos (já tenho pensado nessa possibilidade), mas mais porque me incomoda estar a pisar e segurar continuamente o pedal do travão. Puxo o travão de mão e desconso o pézinho! [

] O mesmo se aplica ao pedal da embraiagem. Para quê ter uma mudança engatada e o pé esquerdo a pisar a fundo a embraiagem enquanto espero pelo semáforo verde? Em cidade é uma canseira conduzir assim. Coloco em ponto morto, puxo o travão de mão, tiro os pés da embraiagem e travão respectivamente! [

] Total relax! [

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