madseat
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Recebi este email atraves do Samuraiclub.
"Caros Amigos,
Cumpre-me informar todos os Associados, amantes do Todo Terreno e Amigos que decidi abandonar, desde o passado dia 25 de Agosto, todo o trabalho que vinha desenvolvendo para e com esta direcção da FPTT.
Fui eleito na qualidade de vogal sup lente da direcção, tendo sido deliberado na primeira reunião que todos os sete elementos seriam operacionais, dado o enorme trabalho que se avizinhava. Nesse sentido, sempre cumpri as tarefas que me foram atribuídas – e foram
muitas –, bem como estive presente em todas as reuniões de direcção realizadas, geralmente com periodicidade quinzenal, tendo para tal percorrido mais de 300 km por reunião, a maioria dos quais em viatura própria.
Por razões várias, perdi a confiança no presidente da direcção. A ruptura tornou-se, assim, inevitável, por imperativos éticos e por se verificar, por parte do presidente da direcção, o incumprimento das normas estatutárias e legais relativas às competências e atribuições das Direcções de Associações sem Fins Lucrativos e ao regime de
incompatibilidades a que estão sujeitos os titulares dos Órgãos Sociais de Federações Desportivas, por força do Artigo 44º do Decreto-Lei nº 144/93.
Aponto, de seguida, algumas das razões que fundamentam o meu afastamento e a minha demarcação relativamente ao modus operandi do ainda presidente da direcção da FPTT:
- Centralização de todas as decisões administrativas, financeiras e de governo da FPTT na pessoa do presidente, sem qualquer observação das atribuições legais da Direcção enquanto órgão colegial;
- Omissão total e permanente sobre a administração financeira da FPTT;
- Relação de assessoria nada clara e principescamente paga entre a FPTT e a empresa J M Santos Lima Unipessoal, propriedade do presidente da direcção.
- Apropriação pessoal, por parte do presidente, do protocolo com a Land Rover, bem como de prestação de serviços à marca e concessionário(s);
- Celebração, por iniciativa exclusiva do presidente, do 10º aniversário da FPTT por terras de Marrocos, em passeio organizado por entidade alheia à FPTT, desconsiderando quer o seu país, quer os associados pelos quais a FPTT existe.
- Preparação da mudança de sede de Lisboa para Santa Maria da Feira sem consulta prévia aos associados. De resto, a sede em Lisboa foi já ilegalmente esvaziada de toda a documentação fundamental para o seu regular funcionamento, em especial a contabilística, desconhecendo-se o paradeiro de toda essa documentação.
- Existência de milhares de euros de dívidas a fornecedores e a elementos da direcção.
Mais importa referir que:
- Estive presente em todas as reuniões de direcção de há cinco anos a esta parte, mas nunca vi uma acta. Nos últimos três anos, nunca vi o tesoureiro nem qualquer documento por ele assinado;
- Assuntos de natureza financeira e administrativa, nomeadamente assessorias e pagamento de prestação de serviços, nunca foram abordados em qualquer reunião;
- O assunto dos seguros e respectivas alterações de prémios foi tabu nas reuniões;
- O processo de utilidade pública foi metido na gaveta.
E finalmente:
- Porque quando confrontado com pedidos de esclarecimentos para estas e outras questões, em plena reunião de direcção do dia 25 de Agosto de 2005, no Restaurante Europa em Santa Maria da Feira, o presidente apenas respondeu com a baixeza do insulto torpe e gratuito, próprio de quem não quer ou não pode explicar-se por estar, de facto, muito comprometido.
- A arrogância, a prepotência, a ameaça, o “eu é que sei”, a apropriação individual da FPTT como se da sua empresa unipessoal se tratasse e a persistente conversa sobre futilidades pessoais do presidente para queimar tempo, fugindo assim à discussão de assuntos substanciais são sinais preocupantes de que muita coisa anda mal
na nossa Federação.
Por tudo isto, muito mais do que uma nota de demissão, esta informação pretende ser um alerta e um verdadeiro exercício de cidadania.
Saudações TT
Carlos Jorge Santos Mendes/ Presidente da Direcção do Clube Centroaventura com todas as responsabilidades para com a FPTT em dia."
"Caros Amigos,
Cumpre-me informar todos os Associados, amantes do Todo Terreno e Amigos que decidi abandonar, desde o passado dia 25 de Agosto, todo o trabalho que vinha desenvolvendo para e com esta direcção da FPTT.
Fui eleito na qualidade de vogal sup lente da direcção, tendo sido deliberado na primeira reunião que todos os sete elementos seriam operacionais, dado o enorme trabalho que se avizinhava. Nesse sentido, sempre cumpri as tarefas que me foram atribuídas – e foram
muitas –, bem como estive presente em todas as reuniões de direcção realizadas, geralmente com periodicidade quinzenal, tendo para tal percorrido mais de 300 km por reunião, a maioria dos quais em viatura própria.
Por razões várias, perdi a confiança no presidente da direcção. A ruptura tornou-se, assim, inevitável, por imperativos éticos e por se verificar, por parte do presidente da direcção, o incumprimento das normas estatutárias e legais relativas às competências e atribuições das Direcções de Associações sem Fins Lucrativos e ao regime de
incompatibilidades a que estão sujeitos os titulares dos Órgãos Sociais de Federações Desportivas, por força do Artigo 44º do Decreto-Lei nº 144/93.
Aponto, de seguida, algumas das razões que fundamentam o meu afastamento e a minha demarcação relativamente ao modus operandi do ainda presidente da direcção da FPTT:
- Centralização de todas as decisões administrativas, financeiras e de governo da FPTT na pessoa do presidente, sem qualquer observação das atribuições legais da Direcção enquanto órgão colegial;
- Omissão total e permanente sobre a administração financeira da FPTT;
- Relação de assessoria nada clara e principescamente paga entre a FPTT e a empresa J M Santos Lima Unipessoal, propriedade do presidente da direcção.
- Apropriação pessoal, por parte do presidente, do protocolo com a Land Rover, bem como de prestação de serviços à marca e concessionário(s);
- Celebração, por iniciativa exclusiva do presidente, do 10º aniversário da FPTT por terras de Marrocos, em passeio organizado por entidade alheia à FPTT, desconsiderando quer o seu país, quer os associados pelos quais a FPTT existe.
- Preparação da mudança de sede de Lisboa para Santa Maria da Feira sem consulta prévia aos associados. De resto, a sede em Lisboa foi já ilegalmente esvaziada de toda a documentação fundamental para o seu regular funcionamento, em especial a contabilística, desconhecendo-se o paradeiro de toda essa documentação.
- Existência de milhares de euros de dívidas a fornecedores e a elementos da direcção.
Mais importa referir que:
- Estive presente em todas as reuniões de direcção de há cinco anos a esta parte, mas nunca vi uma acta. Nos últimos três anos, nunca vi o tesoureiro nem qualquer documento por ele assinado;
- Assuntos de natureza financeira e administrativa, nomeadamente assessorias e pagamento de prestação de serviços, nunca foram abordados em qualquer reunião;
- O assunto dos seguros e respectivas alterações de prémios foi tabu nas reuniões;
- O processo de utilidade pública foi metido na gaveta.
E finalmente:
- Porque quando confrontado com pedidos de esclarecimentos para estas e outras questões, em plena reunião de direcção do dia 25 de Agosto de 2005, no Restaurante Europa em Santa Maria da Feira, o presidente apenas respondeu com a baixeza do insulto torpe e gratuito, próprio de quem não quer ou não pode explicar-se por estar, de facto, muito comprometido.
- A arrogância, a prepotência, a ameaça, o “eu é que sei”, a apropriação individual da FPTT como se da sua empresa unipessoal se tratasse e a persistente conversa sobre futilidades pessoais do presidente para queimar tempo, fugindo assim à discussão de assuntos substanciais são sinais preocupantes de que muita coisa anda mal
na nossa Federação.
Por tudo isto, muito mais do que uma nota de demissão, esta informação pretende ser um alerta e um verdadeiro exercício de cidadania.
Saudações TT
Carlos Jorge Santos Mendes/ Presidente da Direcção do Clube Centroaventura com todas as responsabilidades para com a FPTT em dia."