Pena de Morte: Sim ou Não

Pena de Morte: Sim ou Não


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No meu ponto de vista são crimes em que mereceram e na minha maneira de pensar não há espaço para pensar de outra maneira, e nem me dou ao trabalho de pesquisar.

A avalanche de comentários que o teu comentário me provoca é tão grande que é melhor nem comentar. Na minha opinião não há espaço sequer para ti num fórum de... discussão pública!
 
Concordo com a pena de morte, para alguns casos apenas.

Um dos casos que na minha opinião merecia pena de morte, ou pelo menos castração, é a violação.
 
Eu até acho que, se alguém se queixasse à polícia, à SIC ou à TVI de que tinha sido vítima de tentativa de violação - ou que, se eu dissesse que o meu vizinho é oedófilo, a autoridade deveria atuar de imediato e resolver o problema. Basta um tiro na nuca, que isso das facas faz muito sangue.

E era pena de morte para quem governa mal ou leva os bancos à falência. E no caso de entrar aí o ébola.
 
Última edição:
Concordo com a pena de morte, para alguns casos apenas.

Um dos casos que na minha opinião merecia pena de morte, ou pelo menos castração, é a violação.

Na cama a mulher arma-se em esquisita e o marido força a barra. Perante a Lei é violação [;)]

Como é, castra-se ou mata-se o gajo?
 
Na cama a mulher arma-se em esquisita e o marido força a barra. Perante a Lei é violação [;)]

Como é, castra-se ou mata-se o gajo?

Nem precisa de se armar em esquisita. Até pode ser consentido e depois mudar de ideias e dizer que foi violação. Tiro na nuca do "violador" e está feita justiça.
 
Homem de 46 anos entrou na GNR e disse ter matado duas vizinhas. Num dos casos, em 2012, tribunal sentenciou com pena de prisão sobrinho da vítima.
Terão sido os remorsos por alegadamente ter assassinado duas mulheres e também os problemas de consciência por um inocente estar preso por um desses homicídios que levaram ontem um desempregado de 46 anos, residente em Felgueiras, a entregar-se às autoridades e a confessar os crimes. A Polícia Judiciária (PJ) vai apresentá-lo hoje a tribunal, mas apenas indiciado por um crime de homicídio, de uma mulher de 39 anos, que ocorreu em abril deste ano, em Felgueiras. A companheira, de 40 anos, também foi detida por participação nos crimes.
Se o crime de Felgueiras não levanta grandes dúvidas à polícia, já não é assim com um homicídio de 2012, na zona de Joane, Famalicão, que poderá colocar em causa uma decisão judicial. O homem disse ontem à GNR, quando se entregou no posto de São Torcato, Guimarães, e depois à PJ que foi o autor da morte de uma mulher de 73 anos. Neste caso, um sobrinho da vítima, estudante universitário de 27 anos, foi detido e condenado a 20 anos de prisão pelo tribunal de Famalicão. O Tribunal da Relação já reduziu a pena para 12 anos mas o arguido sempre manifestou inocência. O jovem, estudante de Criminologia, que mantinha uma má relação com a tia, foi detido pela PJ do Porto, a quem confessou o crime. Mas "quando foi presente ao juiz de instrução negou logo. Disse que foi pressionado a confessar, com a polícia a dizer que a mãe dele, que tinha má relação com a vítima, era a mandante do crime. Disseram que ele e a mãe iam ser presos. Atemorizado, confessou. Nessa confissão, não havia advogado, apenas a PJ, note-se", afirmou ao DN Paulo Gomes, advogado do jovem condenado.

Decidam-se. Queremos uma pena de morte. O ideal era já ter executado aquele que tinha confessado primeiro e, agora, podia-se executar o que confessou em segundo. E se aparecerem mais a confessar cá estamos para os executar.
Os defensores da pena de morte deviam ter, neste e noutros casos, um motivo para reflexão. Se nem numa confissão se pode confiar...

 
Verdade este é um daqueles casos que deixa a PJ e o tribunal em apuros.

Aparece um tipo a confessar um crime e já está alguém na prisão há muito a cumprir a pena por esse homicídio. Que mau dia para quem trabalhou neste caso
 
Preso nos EUA durante 39 anos está inocente


Um preso nos EUA, com 57 anos, que estava sentenciado à morte, foi libertado, esta sexta-feira, depois de 39 anos na prisão por um assassínio que afinal não cometeu.
Segundo o Registo Nacional de Ilibações, um projeto da Universidade do Michigan que recenseia condenações erradas, os 39 anos que Jackson passou na cadeia tornam-no o ilibado com o maior tempo passado na prisão.
 
Eu acho que a pena de morte não é penalizadora o suficiente. Se alguém planeia ou faz um acto cruel deve sofrer da mesma forma, só assim paga na mesma moeda.
 
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