Os sentimentos...

nunomplopes

Membro participativo
Os sentimentos, uma caracteristica que todos nós temos, vivênciamos e sentimos.

Somos constantemente movidos por eles, ou por vezes, sem nos darmos conta, estão presentes em tudo e/ou na nossa vida.

Ninguém poderá afirmar que não os têm, nós não somos seres vazios, é isto que nos preenche (a nós) e ás nossas emoções.

Podemos viver com os nossos próprios sentimentos como partilhá-los, quer-se dizer que fazem parte de nós e das nossas caracteristicas.

Sabemos que as mulheres têm um grande á-vontade para falar deles e reconhecê-los, e nós homens porque será que muitas vezes negamos ou ocultamos os nossos sentimentos?

Será de macho!? Deixem-se disso![:p]

Seja qual o sexo for, o que interessa é falarmos deles, que revelemos então os nossos sentimentos...



 
Tenho alguma dificuldade em expressar os meus sentimentos, o que faz com que muitas vezes digam que sou frio e calculista. Ainda no outro dia uma pessoa pessoa próxima me dizia que construí um muro à minha volta. Tem vantagens e desvantagens, muito raramente alguém me vê a ir abaixo, mas também muito raramente me vêem a dizer aquilo que deveria naqueles momentos mais íntimos, e ainda sou capaz de dizer um "pára com as lamechisses" (geralmente arrependo-me a seguir :sh)).
Contudo na prática, tenho noção que tomo decisões baseadas apenas nos sentimentos muitas vezes, muitas mesmo.
 
Tenho alguma dificuldade em expressar os meus sentimentos, o que faz com que muitas vezes digam que sou frio e calculista. Ainda no outro dia uma pessoa pessoa próxima me dizia que construí um muro à minha volta. Tem vantagens e desvantagens, muito raramente alguém me vê a ir abaixo, mas também muito raramente me vêem a dizer aquilo que deveria naqueles momentos mais íntimos, e ainda sou capaz de dizer um "pára com as lamechisses" (geralmente arrependo-me a seguir :sh)).
Contudo na prática, tenho noção que tomo decisões baseadas apenas nos sentimentos muitas vezes, muitas mesmo.

Estou ver que pensamos da mesma maneira.
 
Expressar sentimentos depende de cada pessoa, da "matéria" de que é feita, das pessoas que compõem o seu "ambiente" e do gênero de educação que obteve.
 
É bom ter sentimentos.

Interagir em função dos mesmos, dar e retribuir as acções que fazem com que os sentimentos sejam positivos.

O mau é ser traído ou usado nos sentimentos.
Saber que há manipulação dos sentimentos, saber que há mentes suficientemente tortuosas ou vis que usam a imagem para jogar com os sentimentos das pessoas.

Por vezes e por existir esta manipulação ou uso dos sentimentos, é que coexistem muitas relações amor ódio na personalidade das pessoas.

Os meus parabéns pelo tema
 
Tenho alguma dificuldade em expressar os meus sentimentos, o que faz com que muitas vezes digam que sou frio e calculista. Ainda no outro dia uma pessoa pessoa próxima me dizia que construí um muro à minha volta. Tem vantagens e desvantagens, muito raramente alguém me vê a ir abaixo, mas também muito raramente me vêem a dizer aquilo que deveria naqueles momentos mais íntimos, e ainda sou capaz de dizer um "pára com as lamechisses" (geralmente arrependo-me a seguir :sh)).
Contudo na prática, tenho noção que tomo decisões baseadas apenas nos sentimentos muitas vezes, muitas mesmo.


Também sou um bocado assim, chego, por vezes, a ficar a remoer por dentro.
 
Prólogo:
“Se os homens fossem severos para consigo próprios e generosos para com os outros, nunca dariam azo a ressentimentos.” (Confúcio)

Este é o ponto em que os sentimentos poderiam encontrar maior nobreza: na partilha do melhor da nossa sensibilidade para com os outros.
O amor, a amizade, a compaixão, a bondade e a generosidade contribuem para um bem maior; o maior de todos os bens; aquele sentimento tão grande e que todos nós tanto procuramos: a tal felicidade.
Diz-se que estar vivo é o contrário de estar morto como se se tratasse apenas uma de uma verdade de la Palisse. Mas não, é muito mais do que isso. A vida para ser realmente vivida tem de ser sentida. E prova disso é o facto de existirem muitos mortos vivos entre nós. Pessoas que respiram, falam, movem-se, trabalham, mas que no fundo não sentem a plenitude da vida. Indivíduos que se encontram longe dessa tal felicidade porque caminham pelo lado sombrio da vida escondendo os seus sentimentos.

Viver é partilhar sentimentos com os outros. Mas afinal o que estou eu para aqui a dizer!? Quantas não são as vezes que preferimos ficar calados em lugar de exteriorizar os nossos sentimentos? Quantas ocasiões não nos apetece gritar de alegria, de revolta ou tristeza e acabamos por guardar tudo cá dentro? Quanto sentimento contido não se guarda por ser o mais politicamente correcto? Quantas vezes não preferimos ir morrendo aos poucos por dentro a ter a coragem de sentir e deixar sair? Em quantos momentos não sorrimos com vontade de chorar ou o contrário? Quantos gritos mudos não damos para não piorarmos as coisas? Quão grande é a vontade que ocasionalmente sentimos de sentir?
Fomos habituados a mostrar apenas aquilo que os outros querem ver ou a esconder o que sentimos com receio de sermos considerados como uns fracos sentimentalistas.

E assim, numa sociedade cada vez mais individualista, onde as pessoas se sentem reprimidas e vandalizadas pela agressividade de horários e obrigações do dia-a-dia, onde o “Bom dia” sentido ou um sorriso custam tanto a dar, vamos desumanizando cada vez mais este mundo povoado de humanos. Fomos, estupidamente, educados a esconder os nossos sentimentos como se de uma fraqueza se tratasse. A expressão “Os homens não choram” caracterizando-os de fracos se mostrarem que também sentem porque são humanos é um bom exemplo desta frieza.

Nós que passamos pelo mendigo e o deficiente sem olhar; nós que nos cruzamos com o sem-abrigo sem uma palavra de esperança para lhe dar; nós que nos tornámos indiferentes aos outros enchemo-nos de indiferença a nós próprios na nossa maneira de estar.
Nós que nos escusámos em mostrar os nossos sentimentos, fugimos dos afectos, tornámo-nos insensíveis à dor dos outros, apenas nos recusámos ao direito de sentir. Nós que nos esquecemos dos nossos sentimentos vamos guardando ressentimentos de nós próprios pela afeição que não tivemos coragem de partilhar.

Por isso, prefiro agarrar-me ao chavão “Quem não sente não é filho de boa gente” para tentar ser mais humano e melhor a cada dia que passa para todos aqueles que me rodeiam para que o mundo se possa tornar num lugar melhor de se viver (nem sempre é fácil, eu sei).
 
Última edição:
Tenho alguma dificuldade em expressar os meus sentimentos, o que faz com que muitas vezes digam que sou frio e calculista. Ainda no outro dia uma pessoa pessoa próxima me dizia que construí um muro à minha volta. Tem vantagens e desvantagens, muito raramente alguém me vê a ir abaixo, mas também muito raramente me vêem a dizer aquilo que deveria naqueles momentos mais íntimos, e ainda sou capaz de dizer um "pára com as lamechisses" (geralmente arrependo-me a seguir :sh)).
Contudo na prática, tenho noção que tomo decisões baseadas apenas nos sentimentos muitas vezes, muitas mesmo.


Eu sempre fui assim tambem, so tinha uma pessoa com quem partilhava tudo mas mesmo tudo, com a perda da "cara-metade" esse muro cresceu de uma forma abismal. nao consigo partilhar sentimentos com ninguem a não ser com a minha filhota que partilha a mesma dor que eu...... Nao consigo desenvolver mais ........
 
Tenho alguma dificuldade em expressar os meus sentimentos, o que faz com que muitas vezes digam que sou frio e calculista. Ainda no outro dia uma pessoa pessoa próxima me dizia que construí um muro à minha volta. Tem vantagens e desvantagens, muito raramente alguém me vê a ir abaixo, mas também muito raramente me vêem a dizer aquilo que deveria naqueles momentos mais íntimos, e ainda sou capaz de dizer um "pára com as lamechisses" (geralmente arrependo-me a seguir :sh)).
Contudo na prática, tenho noção que tomo decisões baseadas apenas nos sentimentos muitas vezes, muitas mesmo.


Fizeste um retrato fiel da minha pessoa. No entanto acabo por tomar decisões mais racionais (que depois acabo por ver que foram correctas) que emocionais.
 
nuno desculpa lá o off-topic mas acho que desta lista que fizeste, fidelidade, glória, infidelidade e riso não são sentimentos [:D][:D]
ok, agora podes dizer que sou picuínhas
Bem vindo, confesso-me com saudades tuas![:D]

Do meu suposto erro, foste bastante persipicaz em notá-lo, deixarei isso ao critério de cada um. :)


Glória Honra, fama, renome, celebridade que se alcança pelas virtudes, talentos, boas ações.
Riso é a reação biológica que os seres humanos demonstram em situações de humor.

Fidelidade: Característica de quem é fiel.

Infidelidade entre outros sentidos é um acto de deslealdade, transgressão a uma norma. Comumente utilizada como deslealdde conjugal.
 
É muito frequente ouvir-se dizer que os homens de uma forma geral não têm sentimentos.Não concordo nada com isso.Têm tanto ou mais que nós,o que acontece é que desde pequeninos são educados para não os demonstrarem porque é feio,porque um homem não chora,etc,etc...
Acredito que muitas vezes sofram tanto ou mais que nós,apenas não o demonstram porque são mais fortes ou mais resistentes a nível emocional,mas que o sentimento está lá,está.
 
É muito frequente ouvir-se dizer que os homens de uma forma geral não têm sentimentos.Não concordo nada com isso.Têm tanto ou mais que nós,o que acontece é que desde pequeninos são educados para não os demonstrarem porque é feio,porque um homem não chora,etc,etc...
Acredito que muitas vezes sofram tanto ou mais que nós,apenas não o demonstram porque são mais fortes ou mais resistentes a nível emocional,mas que o sentimento está lá,está.
Concordo com a tua afirmação.[;)]
 
"As sociedades são conduzidas por agitadores de sentimentos, não por agitadores de ideias." (F. Pessoa)

Eu costumo dizer que os sentimentos estão para o espírito, como as palavras estão para a linguagem. Ou seja, eles traduzem as nossas emoções e sensações na linguagem do espírito; são percepções que não encontram palavras suficientes nem adequadas que as descrevam.

Nietzsche (como não poderia deixar de ser) capta muito bem a essência do que quero dizer quando afirma: "Os nossos pensamentos são as sombras dos nossos sentimentos, são sempre mais obscuros, mais vazios, mais simples do que estes."
Isto demonstra a importância e primordialidade do sentimento: apesar de mais vasto e complexo do que o pensamento, o sentimento é mais claro; não precisamos de o racionalizar nem de o expor por palavras para o perceber clara e distintamente, apenas sentimos. Lyotard afirma que "o sentimento é primeiro, nada é pensado sem um sentimento."

É como se o sentimento fosse uma frase dita em silêncio. Como quando nos admiramos e dizemos: "Não tenho palavras!"
O sentimento da dor e do prazer, por exemplo, no dizer de Aristóteles, é uma voz muda, confusa, feita de murmúrio e suspiros.

Os sentimentos podem ser explicados, mas não necessitam de explicações. É como a amizade que sinto por ti. És um bom amigo e chega! Não precisamos de estar juntos para eu saber que quando precisar tu estarás lá.
Quanto ao rumo que o tópico está a tomar, ou seja, a exteriorização dos sentimentos, concordo, no geral, com a Marta. Porque os homens, quando ultrapassam essa barreira conseguem, em muitos casos, ser mais precisos e sublimes na exteriorização dos seus sentimentos. E no que toca ao amor então... mas isso já são outros 500 ;)

Lostfan, coragem amigo. Estou aqui para o que for preciso.
 
Última edição:
É muito frequente ouvir-se dizer que os homens de uma forma geral não têm sentimentos.Não concordo nada com isso.Têm tanto ou mais que nós,o que acontece é que desde pequeninos são educados para não os demonstrarem porque é feio,porque um homem não chora,etc,etc...
Acredito que muitas vezes sofram tanto ou mais que nós,apenas não o demonstram porque são mais fortes ou mais resistentes a nível emocional,mas que o sentimento está lá,está.
E tens razão, mas também não significa que se seja mais resistente. É sim como disseste uma "programação" feita ao longo da vida. Por esse motivo às vezes corre mal porque há alturas em que não se sabe como reagir ou lidar com determinadas coisas porque não se as conhece e não se está preparado para elas. É-nos incutido que temos de ser fortes e resistentes para que também os que estão ao nosso redor se sintam mais confortados. Conter as emoções pode ser benéfico mas nunca a longo prazo e nunca em todas as situações.
 
Prólogo:
“Se os homens fossem severos para consigo próprios e generosos para com os outros, nunca dariam azo a ressentimentos.” (Confúcio)

Este é o ponto em que os sentimentos poderiam encontrar maior nobreza: na partilha do melhor da nossa sensibilidade para com os outros.
O amor, a amizade, a compaixão, a bondade e a generosidade contribuem para um bem maior; o maior de todos os bens; aquele sentimento tão grande e que todos nós tanto procuramos: a tal felicidade.
Diz-se que estar vivo é o contrário de estar morto como se se tratasse apenas uma de uma verdade de la Palisse. Mas não, é muito mais do que isso. A vida para ser realmente vivida tem de ser sentida. E prova disso é o facto de existirem muitos mortos vivos entre nós. Pessoas que respiram, falam, movem-se, trabalham, mas que no fundo não sentem a plenitude da vida. Indivíduos que se encontram longe dessa tal felicidade porque caminham pelo lado sombrio da vida escondendo os seus sentimentos.

Viver é partilhar sentimentos com os outros. Mas afinal o que estou eu para aqui a dizer!? Quantas não são as vezes que preferimos ficar calados em lugar de exteriorizar os nossos sentimentos? Quantas ocasiões não nos apetece gritar de alegria, de revolta ou tristeza e acabamos por guardar tudo cá dentro? Quanto sentimento contido não se guarda por ser o mais politicamente correcto? Quantas vezes não preferimos ir morrendo aos poucos por dentro a ter a coragem de sentir e deixar sair? Em quantos momentos não sorrimos com vontade de chorar ou o contrário? Quantos gritos mudos não damos para não piorarmos as coisas? Quão grande é a vontade que ocasionalmente sentimos de sentir?
Fomos habituados a mostrar apenas aquilo que os outros querem ver ou a esconder o que sentimos com receio de sermos considerados como uns fracos sentimentalistas.

E assim, numa sociedade cada vez mais individualista, onde as pessoas se sentem reprimidas e vandalizadas pela agressividade de horários e obrigações do dia-a-dia, onde o “Bom dia” sentido ou um sorriso custam tanto a dar, vamos desumanizando cada vez mais este mundo povoado de humanos. Fomos, estupidamente, educados a esconder os nossos sentimentos como se de uma fraqueza se tratasse. A expressão “Os homens não choram” caracterizando-os de fracos se mostrarem que também sentem porque são humanos é um bom exemplo desta frieza.

Nós que passamos pelo mendigo e o deficiente sem olhar; nós que nos cruzamos com o sem-abrigo sem uma palavra de esperança para lhe dar; nós que nos tornámos indiferentes aos outros enchemo-nos de indiferença a nós próprios na nossa maneira de estar.
Nós que nos escusámos em mostrar os nossos sentimentos, fugimos dos afectos, tornámo-nos insensíveis à dor dos outros, apenas nos recusámos ao direito de sentir. Nós que nos esquecemos dos nossos sentimentos vamos guardando ressentimentos de nós próprios pela afeição que não tivemos coragem de partilhar.

Por isso, prefiro agarrar-me ao chavão “Quem não sente não é filho de boa gente” para tentar ser mais humano e melhor a cada dia que passa para todos aqueles que me rodeiam para que o mundo se possa tornar num lugar melhor de se viver (nem sempre é fácil, eu sei).

"As sociedades são conduzidas por agitadores de sentimentos, não por agitadores de ideias." (F. Pessoa)

Eu costumo dizer que os sentimentos estão para o espírito, como as palavras estão para a linguagem. Ou seja, eles traduzem as nossas emoções e sensações na linguagem do espírito; são percepções que não encontram palavras suficientes nem adequadas que as descrevam.

Nietzsche (como não poderia deixar de ser) capta muito bem a essência do que quero dizer quando afirma: "Os nossos pensamentos são as sombras dos nossos sentimentos, são sempre mais obscuros, mais vazios, mais simples do que estes."
Isto demonstra a importância e primordialidade do sentimento: apesar de mais vasto e complexo do que o pensamento, o sentimento é mais claro; não precisamos de o racionalizar nem de o expor por palavras para o perceber clara e distintamente, apenas sentimos. Lyotard afirma que "o sentimento é primeiro, nada é pensado sem um sentimento."

É como se o sentimento fosse uma frase dita em silêncio. Como quando nos admiramos e dizemos: "Não tenho palavras!"
O sentimento da dor e do prazer, por exemplo, no dizer de Aristóteles, é uma voz muda, confusa, feita de murmúrio e suspiros.

Os sentimentos podem ser explicados, mas não necessitam de explicações. É como a amizade que sinto por ti. És um bom amigo e chega! Não precisamos de estar juntos para eu saber que quando precisar tu estarás lá.
Quanto ao rumo que o tópico está a tomar, ou seja, a exteriorização dos sentimentos, concordo, no geral, com a Marta. Porque os homens, quando ultrapassam essa barreira conseguem, em muitos casos, ser mais precisos e sublimes na exteriorização dos seus sentimentos. E no que toca ao amor então... mas isso já são outros 500 ;)

Lostfan, coragem amigo. Estou aqui para o que for preciso.
Excelentes visões que já valeu de si em abrir este tópico, todos nós revelamos sentimento, ou por vezes não (n)os apercebemos ou tentamos ocultar, como já referido, como salvaguardar as nossas fragilidades.

Tudo o que escrevemos, dizemos, ou demonstramos, são e estão os sentimentos presentes, ou seja existe sempre essa aura, seja na ira, na revolta, no prazer, etc...

Não vivemos sem eles e não nos conseguimos desprender, significaria um vazio em nós.

Mas para mim mais valorizativo é aquele que os demonstra, não tem receios, e os aceita, transmite que que é uma pessoa completa e humana.

Muito curioso de o vermos com o nosso espirito (nada de transcendental[;)]) e abordar nesse aspecto que também concordo que fará parte de nós e do nosso ser, e como seres únicos os revelemos de forma unica, mas eles se podem traduzir no mesmo sentimento.
 
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