É obvio q se fechar o angulo com um FWD viro e nada aconteçe. Tenho q quase parar para ter tracção e tranjectoria.
Com o acelerador, abrem-se e fecham-se
trajectórias como bem se quer. É preciso é adapatar o estilo de condução ao "layout" de cada carro.
E MC Reis se o carro q tens no avatar for um Fiat com motor traseiro e volante de "pau" com conta-rotações eu tb conheço esse mto bem!.
Este ainda é dos de volante de baquelite. E apesar de também ser meu, não é este o RWD que guio mais habitualmente.
O sorriso maior foi obtido com AWD, eficacia. Daí o argumento do prazer é relativo....
Até se retirar o verdadeiro prazer e eficácia de um RWD demora-se muito tempo. Apesar de ter guiado muitos e muito especiais RWD até hoje, só quando comecei a usar um no dia-a-dia é que apanhei o jeito. E não antes de fazer entre 8 a 10.000kms com ele. Só aí é que ganhas o jeito e a coragem para tirar total partido dele. E aí é que começas a perceber porque é que os grandes desportivos são RWD. Porque sabendo meter o carro para a curva, um RWD consegue curvar muito mais rápido que um FWD. O que acontece no limite é que exige mais hábito.
Até hoje guiei 3 AWD: Integrale Evo, Escort Cosworth e EVO VII. Nenhum exigiu especial aprendizagem. Foi sentar, pisar e e andar depressa. Sem grandes dificuldades, com muita velocidade e... bastante subviragem. Mas ao fim de uns kms, isso não chega para ter prazer. Deixa de ser novidade.
No meu RWD, as velocidades são sempre muito baixas, porque o carro anda pouco. Mas por mim, melhor. Consigo tirar o prazer a velocidades legais e por isso, com menos riscos. Pouco me importa se uma Allroad automática passa por mim a voar. [

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E o tal "sentir o carro" de que falas, é o que a mim me dá mais prazer, independentemente do tipo de carro.