O tópico do linux

A maioria dos utilizadores gabam o Mint, em minha opinião a distro é mais lenta do que sei lá o quê.
Clico para abrir uma pasta nota-se uma espera
.
Eu nem a correr o ubuntu unity noto tal espera, e o ubuntu é uma distro cada vez mais pesada, com aquelas mariquices todas e 3d.

Convém dizer qual foi a distro/spin de MINT que tiveste instalada (nesse
computador onde tens UBUNTU com UNITY), porque existem inúmeras
versões.
Por exemplo, são ambas de 32 bits ou de 64 bits?
Comparaste instalando no mesmo disco do PC?
Etc.

E sabes porque eu digo isto?

É que, salvo pequenas diferenças estéticas, o MINT tem
EXACTAMENTE a mesma base que o UBUNTU. Até 90% dos
packages do MINT são retirados directamente dos repositórios
do UBUNTU (se estiveres atento quando se faz um update ou
instalação, vês isto muito facilmente).

Portanto, se considerares o MINT lento, terás de considerar o
UBUNTU lento. O código é o mesmo.
 
Entretanto noutro pc, depois do Nuno ter cascado tanto no Fedora, fui experimenta-lo, com gnome 3. Não me lembro quando foi a ultima vez que tinha experimentado gnome 3, nem se alguma vez o tinha feito. Talvez a unica experiencia semelhante tinha sido com o Unity.

De todas as maneiras, gosto. Tudo muito integrado. Agora confesso que para quem tem dezenas de janelas abertas, pode ficar confuso. Mas para uma utilização normal, académica, com os programas do costume abertos, é mais que suficiente.

Tecnicamente também desconheço as diferenças ( este computador já tinha estado com Unity, possivelmente no Ubuntu 12.04 ) mas parece-me mais rápido. Com Unity lagava imenso cada vez que ia ao menu ou usava as funções de pesquisa, com gnome 3 não.
 
Última edição:
Convém dizer qual foi a distro/spin de MINT que tiveste instalada (nesse
computador onde tens UBUNTU com UNITY), porque existem inúmeras
versões.
Por exemplo, são ambas de 32 bits ou de 64 bits?
Comparaste instalando no mesmo disco do PC?
Etc.

E sabes porque eu digo isto?

É que, salvo pequenas diferenças estéticas, o MINT tem
EXACTAMENTE a mesma base que o UBUNTU. Até 90% dos
packages do MINT são retirados directamente dos repositórios
do UBUNTU (se estiveres atento quando se faz um update ou
instalação, vês isto muito facilmente).

Portanto, se considerares o MINT lento, terás de considerar o
UBUNTU lento. O código é o mesmo.

Eu sei isso tudo, nada disso me é novo.
E não tenho de considerar o ubuntu lento apenas por ser base de outras distros que são notóriamente lentas.
Eu noto o obvio, que desde que o unity apareceu, está-se a tornar cada vez mais pesado e lento tambem... reconheço isso ainda antes de teres respondido, está na minha afirmação inicial.

Eu noto e bem no Mint a abrir janelas aquilo é inegávelmente lento ou tem uma espécie de lag, que não noto nos ubuntu.
Experimentei das versões do Mint 13 até á 14 tanto com Cinamon como Mate tanto em 32/64.
Uso Gnu/Linux á decadas em todas as máquinas de casa, desde a mais fraca um Toshiba A-60 pro 3.2GHZ 1050 GB memória,
Até dois ACER um Acer-one D-250 1.8 GHZ 2GB memória e um Acer 5551-G 2.2GHZ 4GB memória.
Se o Mint é lento no 5551-G que é o portatil mais potente que tenho em casa, imagina nas outras duas máquinas no A-60 pro com quase 9 anos e no Acer-one tal não é a diferença.

ps: apesar de não gostar do unity, actualmente é o que uso no 5551-G, o ubuntu sempre foi para mim uma distro do despacha, instalo e deixo andar, como tambem não sou um tipo de andar sempre com modificações, considero-a ainda uma das ideais, nos outros uso uma distro que criei através de um sitio, nem tem nome, apenas fui juntando o que necessitava para criar algo básico e que funcionasse.
No entanto essas duas máquinas mais fracas são capazes de correr o unity, sem o lag que refiro no Mint.
 
Eu não noto lag nenhum no mint, nem no AMD A4-5300 (onde voltei a instalar o Mint Mate) com um disco de 360 Gb da idade da pedra, e certamente muito menos no Xeon@4.0 Ghz.

Noto esse lag que referes, mas é se usar os drivers open-source para as placas gráficas. Com os drivers proprietários (AMD 7480 integrada num e Nvidia GTX 470 noutro) não noto nenhuma lentidão. E olha que é, em ambos os casos, num desktop de 2560x1440...
 
Eu não noto lag nenhum no mint, nem no AMD A4-5300 (onde voltei a instalar o Mint Mate) com um disco de 360 Gb da idade da pedra, e certamente muito menos no Xeon@4.0 Ghz.

Noto esse lag que referes, mas é se usar os drivers open-source para as placas gráficas. Com os drivers proprietários (AMD 7480 integrada num e Nvidia GTX 470 noutro) não noto nenhuma lentidão. E olha que é, em ambos os casos, num desktop de 2560x1440...

Normalmente tem a ver exactamente com isso, principalmente lag aparentemente "gráfico" na utilização e abertura de janelas e interacção com o software
 
Aliás, até me dei ao trabalho de fazer um pequeno vídeo com o Mint no low-end A4-5300.


Acham lento? Não é mais do que o Windows 8 que também lá está noutra partição, com toda a certeza. Aliás, um AMD A4-5300 é neste momento o CPU para desktop mais lento que a AMD tem (mas com uns gráficos integrados fantásticos, e dá para montar um sistema completo (CPU, cooler, gráfica e audio integrados, motherboard, 4 Gb RAM) por 100€. [:cool:]
 
No elementary.

Tinha aqui a porcaria dum bug num pacote do Maya a minar-me as actualizações. Já o limpei e agora está tudo bem.

O programa Noise também tem um bug que não gosto. Quando apago alguma música da pasta, o programa as apaga da lista. Outra coisa é que, quando abro o programa, o mesmo começa a tocar na música onde tinha ficado deixado (até aqui tudo bem), mas depois em vez de seguir a lista normalmente salta para a música em que foi aberto pela primeira vez de sempre... bug estúpido. Lá tenho eu que ir selecionar onde quero que ele esteja a tocar.
 
Relembrando um pedido de ajuda...

Uma pergunta aqui aos especialistas. Já experimentei a partir de CD o Xubuntu e achei simpático. Gostava de instalar num portátil como sistema em paralelo com o windows 7.

O disco rígido está dividido em duas partições, c: e d:, numa com o windows e programas, a segunda essencialmente como arquivo multimedia. Existem ainda algumas partições escondidas que dá para ver com as ferramentas de gestão de disco do windows (restauro de sistema, etc). Cada uma das duas partições princiais tem à volta de 150 Gb livres.

Quando inicio a rotina de instalação do Xubuntu em paralelo com o Windows, aparece-me um écran a indicar que existem 300 Gb livres a a propor a repartição entre o windows e o xubuntu. Indica a existência de 300 Gb totais, que podem ser divididos 50/50, ou então com o rato posso alterar a repartição de espaço arrastando o separadior central para a esquerda ou para a direita.

Prerguntas:

a) em lado nenhum se identifica qual é a parte (esquerda ou direita) que corresponde ao xubuntu e a que corresponde ao windows! Não consigo perceber se estou a dar mais espaço a um ou ao outro, e para não arriscar nunca avancei com a instalação. Sugestões?

b) o espaço indicado é a soma do espaço livre nas duas partições do disco. Não consigo perceber se instalar onde é que o xubuntu vai parar...ou ele cria automaticamnete uma nova partição a partir do espaço livre que lhe é atribuído?

c) Não é possível obrigar a que a instalação fique numa partição específica criada pelo utilizador? No gestor de disco do windows já criei uma partição nova a que atribuí algum espaço (20 Gb) e tentei no menu avançado de instalação do xubuntu com as opções mandar para lá o linux, só que após uma instalação aparentemente bem sucedida, ao iniciar o portátil não aparece a opção de iniciar o xubuntu.

Agradeço dicas...
 
Salvo erro, à esquerda é windows, à direita é ubuntu. Mas sim, também tive a mesma dúvida. [:D]
É possível escolher manualmente as partições a usar, é a última opção.
 
Ok, isso já me dá alguma confiança!

Vamos admitir que restrinjo o Xubunto a uns 20-30 Gb, o que deve dar bem para testar e instalar algum software.

Se eu não fizer mais nada a não ser deslocar a barra para a direita deixando apenas esse espaço ao Xubuntu e iniciar a instalação, para onde é que ele vai parar? Vai criar uma partição própria ou escreve para as partições windows que já tenho? Neste último caso não é perigoso, em especial se for para a c:?

Como referi já tentei manualmente mandar para uma partição de 20 Gb que criei (e:), mas devo ter falhado alguma coisa nas regulações manuais, porque instalou mas depois não aparece no arranque do portátil.
 
Após alguns meses a divagar em distribuições baseadas em Debian (com a ajuda do GNOME 2 a levar-me para elas), decidi voltar à minha preferida e dar uma oportunidade ao MATE. Até agora, estou a gostar mais do que quando experimentei há uns bons tempos atrás. Talvez no início do ano passado.


Para já é para ficar.


CapturaEcra_zps8d988d23.png



CapturaEcra-1_zpsc1be39c4.png



O fundo de ecrã fui eu que fiz, utilizando a Artwork do Arch Linux, disponível em:


Código:
https://www.archlinux.org/art/


Para quem quiser, fica aqui de qualquer das formas:


wallpaper_zps44a121e5.png
 
Pois, mas isso é externo ao Ubuntu (como eu tinha
dito).
exFAT é um formato antigo.
Acho preferível formatar para NTFS.

Ou seja, feitas as contas, se é necessário adicionar
um repositório externo, e o formato é antigo, mais
vale formatar o disco para algo mais actual.

Ora, se o formato é antigo, e a manutenção do
repositório não é feita pela Canonical (mas sim pelos
autores do projecto), nada garante que não possa vir
a dar problemas no futuro (se é que já não dá). É mais
seguro formatar para NTFS.

Tanto mais que o projecto exFAT é uma BETA:
exfat - Free exFAT file system implementation - Google Project Hosting

Nem de propósito, a implementação para Linux do suporte para o sistema de ficheiros exFat atingiu a maturidade recentemente:

[Phoronix] An Open-Source exFAT Implementation Reaches v1.0

[:cool:]
 
Ok, isso já me dá alguma confiança!

Vamos admitir que restrinjo o Xubunto a uns 20-30 Gb, o que deve dar bem para testar e instalar algum software.

Se eu não fizer mais nada a não ser deslocar a barra para a direita deixando apenas esse espaço ao Xubuntu e iniciar a instalação, para onde é que ele vai parar? Vai criar uma partição própria ou escreve para as partições windows que já tenho? Neste último caso não é perigoso, em especial se for para a c:?

Como referi já tentei manualmente mandar para uma partição de 20 Gb que criei (e:), mas devo ter falhado alguma coisa nas regulações manuais, porque instalou mas depois não aparece no arranque do portátil.


Chegaste a resolver isto?
O que te falhou foi de certeza o local onde meteste o boot.... o ubuntu tem o problema de por exemplo qd se instala a partir de usb colocar por default o boot para esse usb device.
Tens de ter em atençao isto no momento da instalação e seleccionar sda (ou o que quiseres) tendo tambem consciencia que isso te vai substituir o boot normal do windows pelo grub.
 
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